quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Um mau negócio

Ao ler uma comunicação da Comissão Europeia sobre as novas regras para minimizar os riscos bancários, deparo-me com isto: "Diversity in board composition should contribute to effective risk oversight by boards, providing for a broader range of views and opinion and therefore avoiding the phenomenon of group think. CRD IV therefore introduces a number of requirements, in particular as regards gender balance"*. Ora eu nunca fui feminista e confesso que detesto a filosofia da igualdade homem/mulher. Mas a realidade é que as mulheres, desde que se emanciparam dos maridos, ficaram num beco sem saída. Deixaram de ser sustentadas pelos maridos, mas no mercado de trabalho nunca têm as mesmas oportunidades profissionais dos homens, por exemplo de entrar para os 'boards' das empresas e dos bancos. Das duas uma, ou somos sustentadas pelo homem que amamos ou deixem-nos subir profissionalmente e não nos vetem os lugares de poder. No limbo é que não! Esta emancipação feminista não foi um grande negócio para as mulheres. :)


 


*A diversidade na composição dos conselhos de administração deveriam contribuir para uma supervisão eficaz dos riscos, proveniente de uma diversidade de pontos de vista e opiniões e dessa forma evitar o fenónemo de pensamento colectivo. O CRD IV vem introduzir um número de requisitos, em particular impõe um equilíbrio entre os sexos [nos boards dos bancos].

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