terça-feira, 29 de julho de 2014
Off the record
O banco é que fazia o hedge do risco.
O cliente ia pedir crédito, o BES dava na condição de dar um bocado mais que seria investido em títulos da ESI e Rioforte, em troca o BES fazia um contrato de swap, indexado à cotação por exemplo, e o risco estava coberto em absoluto pelo banco. Estes contratos é que são o buraco escondido do BES.
Off the record
O banco é que fazia o hedge do risco.
O cliente ia pedir crédito, o BES dava na condição de dar um bocado mais que seria investido em títulos da ESI e Rioforte, em troca o BES fazia um contrato de swap, indexado à cotação por exemplo, e o risco estava coberto em absoluto pelo banco. Estes contratos é que são o buraco escondido do BES.
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Pessoas de bem precisam-se
Já levo toda a experiência de vida a ser o alvo preferido da mediocridade. É uma verdadeira sina.
Não sei se é uma especificidade da sociedade portuguesa, desconfio que sim, o reduzido tamanho do país e a parca cultura, a que se junta uma enorme insegurança e desconfiança pelo que não percebem, devem explicar. Mas o que é certo é que é difícil encontrar pessoas de bem. Pessoas leais e de confiança. Pessoas sem agendas escondidas e sem interesses pessoais. Pessoas que não tenham reticências na amizade. Pessoas que não tenham medo do amor. Pessoas que valorizem os outros, e lhes reconheçam o mérito, mesmo que haja quem quer fazer passar o contrário. A corrupção da sociedade portuguesa começa no pensamento e na opinião, não começa nos políticos, nem nos homens de negócios, é na opinião. Pessoas que se aliam para fazer passar opiniões que servem interesses privados e caprichos, pessoas que adaptam o seu próprio pensamento à conveniência não são menos corruptas do que os banqueiros, ou os empresários que se aliam a governos.
Pessoas de bem precisam-se
Já levo toda a experiência de vida a ser o alvo preferido da mediocridade. É uma verdadeira sina.
Não sei se é uma especificidade da sociedade portuguesa, desconfio que sim, o reduzido tamanho do país e a parca cultura, a que se junta uma enorme insegurança e desconfiança pelo que não percebem, devem explicar. Mas o que é certo é que é difícil encontrar pessoas de bem. Pessoas leais e de confiança. Pessoas sem agendas escondidas e sem interesses pessoais. Pessoas que não tenham reticências na amizade. Pessoas que não tenham medo do amor. Pessoas que valorizem os outros, e lhes reconheçam o mérito, mesmo que haja quem quer fazer passar o contrário. A corrupção da sociedade portuguesa começa no pensamento e na opinião, não começa nos políticos, nem nos homens de negócios, é na opinião. Pessoas que se aliam para fazer passar opiniões que servem interesses privados e caprichos, pessoas que adaptam o seu próprio pensamento à conveniência não são menos corruptas do que os banqueiros, ou os empresários que se aliam a governos.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Coisas que me intrigam
Se Ricardo Salgado foi detido por causa do presente de 14 milhões que recebeu de José Guilherme, o construtor, porque raio é que só foi detido hoje?
É que pelo menos desde o diz 7 de Julho, altura em que a notícia saiu no jornal I, que se sabe desse "presente".
Coisas que me intrigam
Se Ricardo Salgado foi detido por causa do presente de 14 milhões que recebeu de José Guilherme, o construtor, porque raio é que só foi detido hoje?
É que pelo menos desde o diz 7 de Julho, altura em que a notícia saiu no jornal I, que se sabe desse "presente".
quarta-feira, 23 de julho de 2014
O amor segundo Eça
"Tudo que não seja viver escondido numa casinhola, pobre ou rica, com uma pessoa que se ame, e no adorável conforto espiritual que dê esse amor - me parece agora vão, fictício, inútil, oco e ligeiramente imbecil."
Eça de Queiroz
O amor segundo Eça
"Tudo que não seja viver escondido numa casinhola, pobre ou rica, com uma pessoa que se ame, e no adorável conforto espiritual que dê esse amor - me parece agora vão, fictício, inútil, oco e ligeiramente imbecil."
Eça de Queiroz
terça-feira, 22 de julho de 2014
Centenário de Norman Mclaren (1914-1987)
Um grande momento na cinematografia deste escocês de nascimento (Stirling, 11/04/1914) mas que se fez artista de renome no Canadá, e onde morreria em Montreal a 26/01/1987. Com esta parábola à condição humana ganhou o reconhecimento de Hollywood em 1953 com o Óscar na categoria de melhor curta metragem em live action. É uma comédia. E por ser uma excelente comédia dá que pensar! A ver!
Centenário de Norman Mclaren (1914-1987)
Um grande momento na cinematografia deste escocês de nascimento (Stirling, 11/04/1914) mas que se fez artista de renome no Canadá, e onde morreria em Montreal a 26/01/1987. Com esta parábola à condição humana ganhou o reconhecimento de Hollywood em 1953 com o Óscar na categoria de melhor curta metragem em live action. É uma comédia. E por ser uma excelente comédia dá que pensar! A ver!
Bullying
Os exemplos deveriam vir de cima. Pois deveriam, porém, e como se viu numa escola do Porto, com professores que agem assim, o bullying pegou de estaca!
Bullying
Os exemplos deveriam vir de cima. Pois deveriam, porém, e como se viu numa escola do Porto, com professores que agem assim, o bullying pegou de estaca!
Pedro Santana Lopes sobre Agustina
Pedro Santana Lopes sobre Agustina Bessa Luís: "Lembro-me de um dia,na China,ao entrar num carro para visitar o exército de soldados de terracota em Xian, capital de Xanxi, debaixo de um calor húmido insuportável, Agustina ter perguntado ao homem do protocolo se podia ligar o ar-condicionado. Quando o diplomata lhe disse que o aparelho não funcionava, Agustina logo respondeu: «Deve ser a única coisa que não é condicionada na China.»
Pedro Santana Lopes sobre Agustina
Pedro Santana Lopes sobre Agustina Bessa Luís: "Lembro-me de um dia,na China,ao entrar num carro para visitar o exército de soldados de terracota em Xian, capital de Xanxi, debaixo de um calor húmido insuportável, Agustina ter perguntado ao homem do protocolo se podia ligar o ar-condicionado. Quando o diplomata lhe disse que o aparelho não funcionava, Agustina logo respondeu: «Deve ser a única coisa que não é condicionada na China.»
segunda-feira, 21 de julho de 2014
A Humanidade para Fernando Pessoa
A Humanidade, sendo uma mera ideia biológica, e não significando mais que a espécie animal humana, não era mais digna de adoração, do que qualquer outra espécie animal . Este culto da Humanidade, com os seus ritos de Liberdade e Igualdade, pareceu-me sempre uma revivescência dos cultos antigos, em que os animais eram como Deuses, ou os Deuses tinham cabeças de animais.
A Humanidade para Fernando Pessoa
A Humanidade, sendo uma mera ideia biológica, e não significando mais que a espécie animal humana, não era mais digna de adoração, do que qualquer outra espécie animal . Este culto da Humanidade, com os seus ritos de Liberdade e Igualdade, pareceu-me sempre uma revivescência dos cultos antigos, em que os animais eram como Deuses, ou os Deuses tinham cabeças de animais.
Praticai o bem precisamente porque não ganhais nada com isso
"Digo-vos: praticai o bem. Porquê? O que ganhais com isso? Nada, não ganhais nada. Nem dinheiro, nem amor, nem respeito, nem talvez paz de espírito. Talvez não ganheis nada disso. Então por que vos digo: Praticai o bem? Porque não ganhais nada com isso. Vale a pena praticá-lo por isto mesmo."
Fernando Pessoa
Praticai o bem precisamente porque não ganhais nada com isso
"Digo-vos: praticai o bem. Porquê? O que ganhais com isso? Nada, não ganhais nada. Nem dinheiro, nem amor, nem respeito, nem talvez paz de espírito. Talvez não ganheis nada disso. Então por que vos digo: Praticai o bem? Porque não ganhais nada com isso. Vale a pena praticá-lo por isto mesmo."
Fernando Pessoa
domingo, 20 de julho de 2014
Agustina: todos nos corrompemos
A Doutrina Perfeita
Muitas vezes as pessoas dirigem-se a mim, dizendo: «você, que é independente». Não sou assim; continuamente devo ceder a pequenas fórmulas sofisticadas que corrompem, que dão um sentido inverso à nossa orientação, que fazem com que a transparência do coração se turve. Continuamente a nossa insegurança, o egoísmo, o espírito legalista, a mesquinhez, a vaidade, toda a espécie de circunstâncias que tomam o partido da vida como desfrute à sensação se sobrepõem à luz interior. Só a fé é independente. Só ela está para além do bem e do mal.
Estar para além do bem e do mal aplica-se a Cristo. «Perdoa ao teu inimigo, oferece a outra face» - disse Ele. Não é um conselho para humilhados, não é um preceito para mártires. Nisso aparece Cristo mal interpretado, a ponto de o cristianismo ter sido considerado uma religião de escravos. Mas esquecemos que Cristo, como Homem, teve a experiência-limite, uma visão do inconsciente absoluto, o que quer dizer que a sua consciência foi saturada, para além do bem e do mal. Esse homem que perdoa ao seu inimigo não o faz por contrariedade do seu instinto, por reparação dos seus pecados; mas porque não pode proceder de outra maneira.
A sua natureza simplificou-se; nada o pode abalar, porque ele desesperou para sempre da sua controvérsia e, possivelmente, da sua humanidade. A agonia do Homem é isto - a sua conversão à luz interior. Qualquer doutrina que professe a luta, seja doutrina social ou religiosa, impõe-se facilmente às massas, porque a luta bloqueia a evolução profunda do homem, a qual é motivo da sua angústia. Um sábio, grande figura bíblica, disse: «A causa do temor não é outra coisa senão a renúncia aos auxílios que procedem da reflexão». Ligados todos por uma igual cadeia de trevas, os homens julgam superar os factos por meio duma acção violenta. Dispersam os seus fantasmas prodigiosos durante algum tempo, mas logo são surpreendidos por inesperados terrores. A melhoria das suas condições de trabalho, o direito ao lazer e à cultura, a protecção à saúde e à velhice, tudo isso foi uma necessidade imposta pelos factos, mas só actua como lei se for manifestado pela reflexão. A doutrina perfeita nem ofende a multidão nem se arroja a seus pés. Não é feita de belas palavras nem dum folclore de atitudes. A natureza combate pelos justos. Essa natureza é a fé.
Agustina Bessa-Luís, in 'Contemplação Carinhosa da Angústia'
Agustina: todos nos corrompemos
A Doutrina Perfeita
Muitas vezes as pessoas dirigem-se a mim, dizendo: «você, que é independente». Não sou assim; continuamente devo ceder a pequenas fórmulas sofisticadas que corrompem, que dão um sentido inverso à nossa orientação, que fazem com que a transparência do coração se turve. Continuamente a nossa insegurança, o egoísmo, o espírito legalista, a mesquinhez, a vaidade, toda a espécie de circunstâncias que tomam o partido da vida como desfrute à sensação se sobrepõem à luz interior. Só a fé é independente. Só ela está para além do bem e do mal.
Estar para além do bem e do mal aplica-se a Cristo. «Perdoa ao teu inimigo, oferece a outra face» - disse Ele. Não é um conselho para humilhados, não é um preceito para mártires. Nisso aparece Cristo mal interpretado, a ponto de o cristianismo ter sido considerado uma religião de escravos. Mas esquecemos que Cristo, como Homem, teve a experiência-limite, uma visão do inconsciente absoluto, o que quer dizer que a sua consciência foi saturada, para além do bem e do mal. Esse homem que perdoa ao seu inimigo não o faz por contrariedade do seu instinto, por reparação dos seus pecados; mas porque não pode proceder de outra maneira.
A sua natureza simplificou-se; nada o pode abalar, porque ele desesperou para sempre da sua controvérsia e, possivelmente, da sua humanidade. A agonia do Homem é isto - a sua conversão à luz interior. Qualquer doutrina que professe a luta, seja doutrina social ou religiosa, impõe-se facilmente às massas, porque a luta bloqueia a evolução profunda do homem, a qual é motivo da sua angústia. Um sábio, grande figura bíblica, disse: «A causa do temor não é outra coisa senão a renúncia aos auxílios que procedem da reflexão». Ligados todos por uma igual cadeia de trevas, os homens julgam superar os factos por meio duma acção violenta. Dispersam os seus fantasmas prodigiosos durante algum tempo, mas logo são surpreendidos por inesperados terrores. A melhoria das suas condições de trabalho, o direito ao lazer e à cultura, a protecção à saúde e à velhice, tudo isso foi uma necessidade imposta pelos factos, mas só actua como lei se for manifestado pela reflexão. A doutrina perfeita nem ofende a multidão nem se arroja a seus pés. Não é feita de belas palavras nem dum folclore de atitudes. A natureza combate pelos justos. Essa natureza é a fé.
Agustina Bessa-Luís, in 'Contemplação Carinhosa da Angústia'
É a nossa sina (e a minha também)
Raphael Bordallo Pinheiro dizia que somos um Povo à espera. Sempre à espera.
É a nossa sina (e a minha também)
Raphael Bordallo Pinheiro dizia que somos um Povo à espera. Sempre à espera.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Recordando Lorca

O Poeta Pede a Seu Amor que lhe Escreva
Meu entranhado amor, morte que é vida,
tua palavra escrita em vão espero
e penso, com a flor que se emurchece
que se vivo sem mim quero perder-te.
O ar é imortal. A pedra inerte
nem a sombra conhece nem a evita.
Coração interior não necessita
do mel gelado que a lua derrama.
Porém eu te suportei. Rasguei-me as veias,
sobre a tua cintura, tigre e pomba,
em duelo de mordidas e açucenas.
Enche minha loucura de palavras
ou deixa-me viver na minha calma
e para sempre escura noite d'alma.
Federico García Lorca, in 'Poemas Esparsos'
Recordando Lorca

O Poeta Pede a Seu Amor que lhe Escreva
Meu entranhado amor, morte que é vida,
tua palavra escrita em vão espero
e penso, com a flor que se emurchece
que se vivo sem mim quero perder-te.
O ar é imortal. A pedra inerte
nem a sombra conhece nem a evita.
Coração interior não necessita
do mel gelado que a lua derrama.
Porém eu te suportei. Rasguei-me as veias,
sobre a tua cintura, tigre e pomba,
em duelo de mordidas e açucenas.
Enche minha loucura de palavras
ou deixa-me viver na minha calma
e para sempre escura noite d'alma.
Federico García Lorca, in 'Poemas Esparsos'
terça-feira, 15 de julho de 2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
sexta-feira, 11 de julho de 2014
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Este é o governo com menor promiscuidade com os negócios
"Há uma trincheira de onde eu não saio. Não nego que haja lobbys, ou interferência entre os governos e os negócios. Mas como princípio de actuação governativa, a minha leitura é que este governo, na sua cúpula, é aquele que mais distante está desta política de promiscuidade que se viu nos últimos 10 anos. Este governo, esta ministra das finanças, este primeiro Ministro, é aquele, da minha experiência dos últimos 14 anos, que menos interferência tem no cruzamento de favores, intenções e objectivos com as empresas. Isso para mim é saudável".
Eu também não saio da mesma trincheira
P.S. Vou anexar um novo comentário, desta vez de António Costa, na Quadratura do Circulo, que considero ser um bom comentário.
"Alinhamentos estratégicos não podem ser confundidos com promiscuidade de interesses (...). O dominio da imprensa económica pelos grupos , para determinar a sua linha editorial, como forma de construção de uma doutrina. Hoje a grande promiscuidade existe entre a comunicação social e o poder financeiro". O António Lobo Xavier até disse que "até aqui tiro-lhe o chapéu". Eu também tiro.
Este é o governo com menor promiscuidade com os negócios
"Há uma trincheira de onde eu não saio. Não nego que haja lobbys, ou interferência entre os governos e os negócios. Mas como princípio de actuação governativa, a minha leitura é que este governo, na sua cúpula, é aquele que mais distante está desta política de promiscuidade que se viu nos últimos 10 anos. Este governo, esta ministra das finanças, este primeiro Ministro, é aquele, da minha experiência dos últimos 14 anos, que menos interferência tem no cruzamento de favores, intenções e objectivos com as empresas. Isso para mim é saudável".
Eu também não saio da mesma trincheira
P.S. Vou anexar um novo comentário, desta vez de António Costa, na Quadratura do Circulo, que considero ser um bom comentário.
"Alinhamentos estratégicos não podem ser confundidos com promiscuidade de interesses (...). O dominio da imprensa económica pelos grupos , para determinar a sua linha editorial, como forma de construção de uma doutrina. Hoje a grande promiscuidade existe entre a comunicação social e o poder financeiro". O António Lobo Xavier até disse que "até aqui tiro-lhe o chapéu". Eu também tiro.
É uma espécie de tira-teimas
Sempre que há um jogo de futebol os jogadores benzem-se e fazem tudo para chamar a atenção dos deuses. Já que, na falta de atributos técnicos, a ajuda divina é sempre bem vinda. Como o universo católico tem, desde o ano passado, dois Papas, e logo um alemão e um argentino, é caso para aferirmos quem tem mais crédito junto Altíssimo?
É uma espécie de tira-teimas!
É uma espécie de tira-teimas
Sempre que há um jogo de futebol os jogadores benzem-se e fazem tudo para chamar a atenção dos deuses. Já que, na falta de atributos técnicos, a ajuda divina é sempre bem vinda. Como o universo católico tem, desde o ano passado, dois Papas, e logo um alemão e um argentino, é caso para aferirmos quem tem mais crédito junto Altíssimo?
É uma espécie de tira-teimas!
quarta-feira, 9 de julho de 2014
sábado, 5 de julho de 2014
A poesia perdida na internet
Um momento é o máximo que se pode esperar da perfeição.
Só se pode ressuscitar depois do desastre.
Liberdade é perder toda a esperança.
As coisas que possuis passam a te possuir.
Nada é estático. Até a Mona Lisa se está a desintegrar.
Tudo o que você mais ama o rejeitará ou morrerá.
Tudo o que você já criou será atirado fora.
Tudo de que você mais se orgulha terminará em lixo.
De Fight Club
A poesia perdida na internet
Um momento é o máximo que se pode esperar da perfeição.
Só se pode ressuscitar depois do desastre.
Liberdade é perder toda a esperança.
As coisas que possuis passam a te possuir.
Nada é estático. Até a Mona Lisa se está a desintegrar.
Tudo o que você mais ama o rejeitará ou morrerá.
Tudo o que você já criou será atirado fora.
Tudo de que você mais se orgulha terminará em lixo.
De Fight Club
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Aldous Huxley
In Admirável Mundo Novo
Aldous Huxley
In Admirável Mundo Novo
O dia de Sophia
Hoje é o dia de Sophia. Poderia ser o dia de Eusébio ou de quem quer que seja. Mas não! À boleia dos 40 anos do 25 de Abril ela conseguiu a imortalidade, ou seja, como se fosse necessária uma trasladação para que ela fosse reconhecida!
O dia de Sophia
Hoje é o dia de Sophia. Poderia ser o dia de Eusébio ou de quem quer que seja. Mas não! À boleia dos 40 anos do 25 de Abril ela conseguiu a imortalidade, ou seja, como se fosse necessária uma trasladação para que ela fosse reconhecida!
Ainda vai ser o BESI que vai salvar isto
O BES vai ter de acabar por sair da órbita do GES. Os credores da ES International e da Rioforte vão acabar por ser convertidos em accionistas. Petróleos da Venezuela? Portugal Telecom? Angolanos? Serão estes os futuros donos do GES? Provavelmente. (É uma pena que o GES deixe de ser Espírito Santo. Uma pena!). Mas antes o BES terá de sair da órbita do grupo. Se isso se fará com uma fusão com outro banco do sector (BCP? BPI?) se com uma aquisição pura e simples (OPA), ainda não sei. Mas sei que uma das duas coisas estará a ser estudado com o regulador.
Ainda vai ser o BESI que vai salvar isto. Ainda vai ser o BESI...
Ainda vai ser o BESI que vai salvar isto
O BES vai ter de acabar por sair da órbita do GES. Os credores da ES International e da Rioforte vão acabar por ser convertidos em accionistas. Petróleos da Venezuela? Portugal Telecom? Angolanos? Serão estes os futuros donos do GES? Provavelmente. (É uma pena que o GES deixe de ser Espírito Santo. Uma pena!). Mas antes o BES terá de sair da órbita do grupo. Se isso se fará com uma fusão com outro banco do sector (BCP? BPI?) se com uma aquisição pura e simples (OPA), ainda não sei. Mas sei que uma das duas coisas estará a ser estudado com o regulador.
Ainda vai ser o BESI que vai salvar isto. Ainda vai ser o BESI...
terça-feira, 1 de julho de 2014
Um grande tema
Este "When We're Fire" dos Lo-Fang é um dos grandes temas que me foi dado a ouvir no ano da graça de 2014.
Um grande tema
Este "When We're Fire" dos Lo-Fang é um dos grandes temas que me foi dado a ouvir no ano da graça de 2014.




