quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Abrir precedentes


 


Em Portugal gostamos de abrir precedentes. Primeiro foi Amália Rodrigues a cortar com as regras. Desta feita é o Eusébio!


E para sermos mais exactos, a fadista e o futebolista romperam com três precedentes: O temporal (a regra diz que só poderão ir para o Panteão Nacional pessoas que tenham falecido, pelo menos há 25 anos. Amália foi para lá um ano e meio após a sua morte), o sexual (Amália é a primeira mulher cujos restos mortais repousam no Panteão) e o racial (Eusébio será o primeiro negro a estar no Panteão).


 


Nota final: Até aqui estamos mais à frente dos demais países europeus... Pois desconheço a existência de negros cujos restos mortais repousem nos mais diversos panteões espalhados por este velho continente...

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