A propósito da Co-adopção ou Adopção gay. Vejam bem o paradoxo em que vivemos neste tempo: Em cada divórcio se discute a guarda conjunta das crianças com o argumento, inegável para todos, de que a criança precisa de uma Mãe e de um Pai. A lei da guarda das crianças mudou, precisamente para tornar mais fácil a guarda partilhada. E os mesmo que defendem que as crianças precisam para a sua educação, identidade e formação, de um PAI e de uma MÃE, no âmbito dos divórcios, vêm agora defender que afinal a MÃE pode não ser precisa ou o PAI pode não ser preciso!
Sejamos sinceros, vivemos um tempo em que teremos de perguntar se as crianças não servem essencialmente para confortar a fome de amor e de continuidade dos pais (ou similares)? Ninguém olha para as crianças em função do que elas precisam, do que é verdadeiramente importante para elas, mesmo que isso implique abdicar de si e dos seus caprichos.
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