sábado, 30 de abril de 2011

A santidade está no Amor

A santidade está no Amor

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Ecce Homo: o legado de José Sócrates

Pensem nisto antes de votarem a 5 de Junho


 


 


1 - Pior dívida pública dos últimos 160 anos (mesmo não incluindo PPPs e empresas públicas).


2 - Pior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (duplicou em 6 anos)


3 - Maior dívida externa dos últimos 120 anos


4 - Dívida externa bruta em 1995 de 40% do PIB


5 - Dívida externa bruta em 2010 de 230% do PIB


6 - Dívida externa líquida em 1995 de 10% do PIB


7 - Dívida externa líquida em 2010 de 110% do PIB


8 - DÍVIDA PÚBLICA em 2005 = 82.000.000.000€


9 - DÍVIDA PÚBLICA em 2010 = 170.000.000.000€


10 - Últimos 10 anos = 3º país do mundo com PIOR CRESCIMENTO ECONÓMICO (atrás do Haiti e Itália)


11 - Últimos 10 anos = 4º país do mundo com MAIOR CONTRACÇÃO de DÍVIDA.


12 - Actualmente no 4º lugar do TOP dos PAÍSES DO MUNDO EM RISCO de BANCARROTA


13 - Em 2011 só PORTUGAL, Grécia e Costa do Marfim estarão em recessão no MUNDO


14 - Em 2012 só PORTUGAL estará em recessão no MUNDO.


 




 

Ecce Homo: o legado de José Sócrates

Pensem nisto antes de votarem a 5 de Junho


 


 


1 - Pior dívida pública dos últimos 160 anos (mesmo não incluindo PPPs e empresas públicas).


2 - Pior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (duplicou em 6 anos)


3 - Maior dívida externa dos últimos 120 anos


4 - Dívida externa bruta em 1995 de 40% do PIB


5 - Dívida externa bruta em 2010 de 230% do PIB


6 - Dívida externa líquida em 1995 de 10% do PIB


7 - Dívida externa líquida em 2010 de 110% do PIB


8 - DÍVIDA PÚBLICA em 2005 = 82.000.000.000€


9 - DÍVIDA PÚBLICA em 2010 = 170.000.000.000€


10 - Últimos 10 anos = 3º país do mundo com PIOR CRESCIMENTO ECONÓMICO (atrás do Haiti e Itália)


11 - Últimos 10 anos = 4º país do mundo com MAIOR CONTRACÇÃO de DÍVIDA.


12 - Actualmente no 4º lugar do TOP dos PAÍSES DO MUNDO EM RISCO de BANCARROTA


13 - Em 2011 só PORTUGAL, Grécia e Costa do Marfim estarão em recessão no MUNDO


14 - Em 2012 só PORTUGAL estará em recessão no MUNDO.


 




 

A política como fábula

A fábula da "Mouseland" foi popularizada por Thomas C. Douglas (1904 - 1986), líder político canadiano. A fábula expressava a sua visão de que o sistema político oferecia um falso dilema: "a escolha entre dois partidos, dos quais nenhum representava os interesses do povo."


 


 





 

A política como fábula

A fábula da "Mouseland" foi popularizada por Thomas C. Douglas (1904 - 1986), líder político canadiano. A fábula expressava a sua visão de que o sistema político oferecia um falso dilema: "a escolha entre dois partidos, dos quais nenhum representava os interesses do povo."


 


 





 

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Le Roi Soleil

Le Roi Soleil

ELAS E A SUA CIRCUNSTÂNCIA

Este domingo, 1.º de Maio, dia dos trabalhadores e, por coincidência de calendário, Dia da Mãe passará a ser o DIA DA MÃE DESEMPREGADA!


 



 


 


 

ELAS E A SUA CIRCUNSTÂNCIA

Este domingo, 1.º de Maio, dia dos trabalhadores e, por coincidência de calendário, Dia da Mãe passará a ser o DIA DA MÃE DESEMPREGADA!


 



 


 


 

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ao cuidado dos gajos do FMI, porque o tuga faz gazeta

Recebi este texto por e-mail e que devido á sua pertinência eu coloco à V/ disposição.


 


Nota para os senhores do FMI que ficam a trabalhar no fim-de-semana:


 


Fiquem à vontade e vão adiantando trabalho.


Nós voltamos lá para terça-feira.


As chaves da portaria estão na 2ª gaveta do lado esquerdo da mesa do porteiro ponham-na lá quando acabarem.


A password dos PCs é "teixasgohome" tudo em letra pequena.


O número da Pizza Hut está em cima da mesa.


Tchau e bom trabalho, bacanos!


 


PS 1 – Pá, a cafetaria tá fechada mas há máquina do café no 2º andar, mas tens é de levar trocos.


Desliguem as luzes antes de saírem e fechem a janela da sala, porque senão entram para lá os pombos à noite.


Tenho tlm no silêncio, mas telefono no domingo para saber novas.


 


PS 2 – Não mexam no bonsai da secretária ca tipa passa-se…




 

Ao cuidado dos gajos do FMI, porque o tuga faz gazeta

Recebi este texto por e-mail e que devido á sua pertinência eu coloco à V/ disposição.


 


Nota para os senhores do FMI que ficam a trabalhar no fim-de-semana:


 


Fiquem à vontade e vão adiantando trabalho.


Nós voltamos lá para terça-feira.


As chaves da portaria estão na 2ª gaveta do lado esquerdo da mesa do porteiro ponham-na lá quando acabarem.


A password dos PCs é "teixasgohome" tudo em letra pequena.


O número da Pizza Hut está em cima da mesa.


Tchau e bom trabalho, bacanos!


 


PS 1 – Pá, a cafetaria tá fechada mas há máquina do café no 2º andar, mas tens é de levar trocos.


Desliguem as luzes antes de saírem e fechem a janela da sala, porque senão entram para lá os pombos à noite.


Tenho tlm no silêncio, mas telefono no domingo para saber novas.


 


PS 2 – Não mexam no bonsai da secretária ca tipa passa-se…




 

Joana Mello

Joana Mello, nasceu em Agosto de 1974, em Lisboa, onde vive actualmente com o seu marido e filho. Trabalha desde os 17 anos. Ficou a um ano de completar a licenciatura da Universidade Católica em Línguas Estrangeiras Aplicadas, de onde se transferiu para a Universidade Nova, em 1996, para o curso de Estudos Portugueses, que terminou em 2000 com a média final de 16 valores, enquanto trabalhava 40 horas semanais como secretária de direcção na Glaxo SmithKline. Em 2000 demitiu-se da simpática equipa da Glaxo, e, depois de falhar rotundamente uma vaga vocação para jornalista num programa de Luís Osório, começou uma apaixonante carreira como editora na Quetzal, então sob a direcção de Zita Seabra. Ao fim de quatro anos, outro amor veio impor-se na sua vida: Aristóteles. Conseguiu bolsa da FCT para prosseguir doutoramento em teoria literária e hoje aguarda data para defesa pública da sua dissertação de doutoramento sobre A Poética de Aristóteles, parâmetros da tragédia ática no cinema de Hollywood, na Universidade Nova de Lisboa, FCSH.

Joana Mello

Joana Mello, nasceu em Agosto de 1974, em Lisboa, onde vive actualmente com o seu marido e filho. Trabalha desde os 17 anos. Ficou a um ano de completar a licenciatura da Universidade Católica em Línguas Estrangeiras Aplicadas, de onde se transferiu para a Universidade Nova, em 1996, para o curso de Estudos Portugueses, que terminou em 2000 com a média final de 16 valores, enquanto trabalhava 40 horas semanais como secretária de direcção na Glaxo SmithKline. Em 2000 demitiu-se da simpática equipa da Glaxo, e, depois de falhar rotundamente uma vaga vocação para jornalista num programa de Luís Osório, começou uma apaixonante carreira como editora na Quetzal, então sob a direcção de Zita Seabra. Ao fim de quatro anos, outro amor veio impor-se na sua vida: Aristóteles. Conseguiu bolsa da FCT para prosseguir doutoramento em teoria literária e hoje aguarda data para defesa pública da sua dissertação de doutoramento sobre A Poética de Aristóteles, parâmetros da tragédia ática no cinema de Hollywood, na Universidade Nova de Lisboa, FCSH.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Quem é o campeão do endividamento?

Quem é o campeão do endividamento?

domingo, 24 de abril de 2011

Menos por Menos, Pedro Mexia

Não deves abrir as gavetas fechadas


por alguma razão as trancaram,


e teres descoberto agora a chave


é um acaso que podes ignorar.


Dentro das gavetas sabes o que encontras:


mentiras. Muitas mentiras de papel,


fotografias, objectos.


Dentro das gavetas está a imperfeição


do mundo, a inalterável imperfeição,


a mágoa com que repetidamente te desiludes.


As gavetas foram sendo preenchidas


por gente tão fraca como tu


e foram fechadas por alguém mais sábio do que tu.


Há um mês ou um século, não importa.


 


Pedro Mexia «As Gavetas», do livro Menos por Menos

Menos por Menos, Pedro Mexia

Não deves abrir as gavetas fechadas


por alguma razão as trancaram,


e teres descoberto agora a chave


é um acaso que podes ignorar.


Dentro das gavetas sabes o que encontras:


mentiras. Muitas mentiras de papel,


fotografias, objectos.


Dentro das gavetas está a imperfeição


do mundo, a inalterável imperfeição,


a mágoa com que repetidamente te desiludes.


As gavetas foram sendo preenchidas


por gente tão fraca como tu


e foram fechadas por alguém mais sábio do que tu.


Há um mês ou um século, não importa.


 


Pedro Mexia «As Gavetas», do livro Menos por Menos

Há resposta para tudo


 


Há resposta para tudo neste mundo. Mesmo para a uma das perguntas mais intrigantes da humanidade:


Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha?


Por exclusão de partes só pode ter sido o OVO, porque não é possível nascer-se adulto. É possível que existam formações genéticas espontâneas na natureza, ou provocadas por alterações químicas naturais, mas não é possível nascer-se adulto. Não é possível nascer-se velho e ir rejuvenescendo. A lei do nascimento, envelhecimento e morte é imutável.


Deus está na criação.


 

Há resposta para tudo


 


Há resposta para tudo neste mundo. Mesmo para a uma das perguntas mais intrigantes da humanidade:


Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha?


Por exclusão de partes só pode ter sido o OVO, porque não é possível nascer-se adulto. É possível que existam formações genéticas espontâneas na natureza, ou provocadas por alterações químicas naturais, mas não é possível nascer-se adulto. Não é possível nascer-se velho e ir rejuvenescendo. A lei do nascimento, envelhecimento e morte é imutável.


Deus está na criação.


 

sábado, 23 de abril de 2011

Questão de números

Perante a realidade sangrenta que é a estrada portuguesa, onde nesta Páscoa já registaram inúmeros acidentes com feridos (muitos em estado grave) e mortes a lamentar, chego à conclusão que entre estes números e os números da última sondagem não há grandes diferenças. Reflectem a estupidez, o masoquismo e a irresponsabilidade que nos caracteriza.  


 


 



 


 

Questão de números

Perante a realidade sangrenta que é a estrada portuguesa, onde nesta Páscoa já registaram inúmeros acidentes com feridos (muitos em estado grave) e mortes a lamentar, chego à conclusão que entre estes números e os números da última sondagem não há grandes diferenças. Reflectem a estupidez, o masoquismo e a irresponsabilidade que nos caracteriza.  


 


 



 


 

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Coelho da Páscoa

Coelho da Páscoa

Farta de hipocrisia

1 - Acabei de perder um "amigo" do Facebook. Isto porque ele pôs um post a "gozar" com a mulher de Pedro Passos Coelho. Ao que eu perguntei se ele preferia que no lugar dela lá estivesse um homem. Obviamente deu-me a resposta previsível, mais ou menos isto: "Cada um dorme com quem quiser". Apercebendo-me que se orgulhava desta sua suposta superioridade moral. Indignei-me e perguntei-lhe " A sério?! É que acabas de embirrar com a mulher de Passos Coelho, se lá estivesse um homem ou uma ovelha já não gozarias, porque aí entra a tolerância pela 'vida privada de cada um'. Fazes-me lembrar uma amiga minha, que é a favor do casamento gay, e uma vez numa conversa sobre um casal de namorados que ia casar, ela disse-me EU SOU CONTRA O CASAMENTO. Ao que eu respondi, ÉS CONTRA, EXCEPTO SE FOR GAY, QUE ÉS A FAVOR. Acordem arautos da tolerância incoerente! " E zás ele apagou-me do Facebook. Aí está um exemplo de tolerância.


 


2- O país de Sócrates é um país provinciano, que tem da modernidade uma ideia absolutamente fútil.Sócrates é, como a maioria das elites deste país, FÚTIL. Sócrates imaginou um país high-tech, imaginou um país cheio de auto-estradas e comboios modernos, uma cidade do futuro ao nível do melhor filme de ficção cientifica; sem casamentos; sem amor; sem fé; sem vida. Cheio de jogging, sushi, vida cosmopolita, individualismo, uniões gays. Isto é o país de Sócrates.


Mas depois esqueceu-se de dar o básico: os portugueses estavam em vias de ter um TGV, mas continuam sem ter acesso a DENTISTAS. Sabem que o serviço nacional de saúde não tem dentistas? Os portugueses podem ter o TGV, mas estamos ao nível da idade média na medicina dentária que devia ser tão gratuita como o resto. Os portugueses fazem jogging com Ipod´s nos ouvidos, mas estão sem dentes, ou com os dentes estragados porque é caríssimo ir ao dentista. Os portugueses têm muitas auto-estradas e quase tiveram o TGV mas ninguém tem dinheiro para sair de casa dos pais. Não se consegue viver neste país com 500 e 600 euros por mês. Muita gente, licenciados, chegam aos 40 e não ganham mais de 1000 euros.


Percebem porque é que eu acho isto um absurdo?


 


Também publicado no Corta-Fitas

Farta de hipocrisia

1 - Acabei de perder um "amigo" do Facebook. Isto porque ele pôs um post a "gozar" com a mulher de Pedro Passos Coelho. Ao que eu perguntei se ele preferia que no lugar dela lá estivesse um homem. Obviamente deu-me a resposta previsível, mais ou menos isto: "Cada um dorme com quem quiser". Apercebendo-me que se orgulhava desta sua suposta superioridade moral. Indignei-me e perguntei-lhe " A sério?! É que acabas de embirrar com a mulher de Passos Coelho, se lá estivesse um homem ou uma ovelha já não gozarias, porque aí entra a tolerância pela 'vida privada de cada um'. Fazes-me lembrar uma amiga minha, que é a favor do casamento gay, e uma vez numa conversa sobre um casal de namorados que ia casar, ela disse-me EU SOU CONTRA O CASAMENTO. Ao que eu respondi, ÉS CONTRA, EXCEPTO SE FOR GAY, QUE ÉS A FAVOR. Acordem arautos da tolerância incoerente! " E zás ele apagou-me do Facebook. Aí está um exemplo de tolerância.


 


2- O país de Sócrates é um país provinciano, que tem da modernidade uma ideia absolutamente fútil.Sócrates é, como a maioria das elites deste país, FÚTIL. Sócrates imaginou um país high-tech, imaginou um país cheio de auto-estradas e comboios modernos, uma cidade do futuro ao nível do melhor filme de ficção cientifica; sem casamentos; sem amor; sem fé; sem vida. Cheio de jogging, sushi, vida cosmopolita, individualismo, uniões gays. Isto é o país de Sócrates.


Mas depois esqueceu-se de dar o básico: os portugueses estavam em vias de ter um TGV, mas continuam sem ter acesso a DENTISTAS. Sabem que o serviço nacional de saúde não tem dentistas? Os portugueses podem ter o TGV, mas estamos ao nível da idade média na medicina dentária que devia ser tão gratuita como o resto. Os portugueses fazem jogging com Ipod´s nos ouvidos, mas estão sem dentes, ou com os dentes estragados porque é caríssimo ir ao dentista. Os portugueses têm muitas auto-estradas e quase tiveram o TGV mas ninguém tem dinheiro para sair de casa dos pais. Não se consegue viver neste país com 500 e 600 euros por mês. Muita gente, licenciados, chegam aos 40 e não ganham mais de 1000 euros.


Percebem porque é que eu acho isto um absurdo?


 


Também publicado no Corta-Fitas

quinta-feira, 21 de abril de 2011

INCONGRUENTES

Não consigo perceber como é que as pessoas há umas semanas festejavam a demissão do Sócrates e agora já dizem que vão votar nele...

INCONGRUENTES

Não consigo perceber como é que as pessoas há umas semanas festejavam a demissão do Sócrates e agora já dizem que vão votar nele...

A PARTILHA

O que eu gosto mais na Quinta-feira Santa é a ideia de partilha à qual a Última Ceia incita. No entanto, o Homem não consegue / não quer corresponder, transportando-a para a "sua mesa do dia-a-dia". É uma prova de amor, sem igual!


 



 

A PARTILHA

O que eu gosto mais na Quinta-feira Santa é a ideia de partilha à qual a Última Ceia incita. No entanto, o Homem não consegue / não quer corresponder, transportando-a para a "sua mesa do dia-a-dia". É uma prova de amor, sem igual!


 



 

Será que ainda estou a dormir?

Isto parece mentira! Se calhar ainda estou a dormir e ninguém me acordou. Se não é assim, pelo menos é o que parece depois de ter lido que Otelo Saraiva de Carvalho afirmou,  em entrevista ao Jornal de Negócios, que "o país precisava hoje de um homem com a inteligência e a honestidade de Salazar."


 



 


Ouviu bem? Salazar, onde estás tu?

Será que ainda estou a dormir?

Isto parece mentira! Se calhar ainda estou a dormir e ninguém me acordou. Se não é assim, pelo menos é o que parece depois de ter lido que Otelo Saraiva de Carvalho afirmou,  em entrevista ao Jornal de Negócios, que "o país precisava hoje de um homem com a inteligência e a honestidade de Salazar."


 



 


Ouviu bem? Salazar, onde estás tu?

com boa mioleira

Em Portugal ainda há gente com miolos, como veemos neste comentário á sondagem da marktest: "Vão votar no Pinóquio nacional, NOVAMENTE!!! Aiiiiiii este país está perdido.  Têm a cabeça só para enfeitar..."

com boa mioleira

Em Portugal ainda há gente com miolos, como veemos neste comentário á sondagem da marktest: "Vão votar no Pinóquio nacional, NOVAMENTE!!! Aiiiiiii este país está perdido.  Têm a cabeça só para enfeitar..."

A taxa de estupidez

Segundo a sondagem da marktst para a TSF e para o Económico, em Portugal, a taxa de estupidez ronda os 38%!




 


 



 


 

A taxa de estupidez

Segundo a sondagem da marktst para a TSF e para o Económico, em Portugal, a taxa de estupidez ronda os 38%!




 


 



 


 

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O elogio da estupidez

 


A propósito das eleições que aí vêm, e da evolução que o PS de Sócrates (que nos levou à bancarrota) tem tido nas sondagens:


 


 


O elogio da estupidez

 


A propósito das eleições que aí vêm, e da evolução que o PS de Sócrates (que nos levou à bancarrota) tem tido nas sondagens:


 


 


domingo, 17 de abril de 2011

A culpa

Neste Domingo de Ramos, ocorreu-me que a culpa move o mundo. A culpa, não o remorso. A culpa é mais que remorsos, é um sentido de fraqueza, de incerteza. A culpa é a nossa incapacidade de amar incondicionalmente em conflito com a nossa ânsia de amor.

A culpa

Neste Domingo de Ramos, ocorreu-me que a culpa move o mundo. A culpa, não o remorso. A culpa é mais que remorsos, é um sentido de fraqueza, de incerteza. A culpa é a nossa incapacidade de amar incondicionalmente em conflito com a nossa ânsia de amor.

sábado, 16 de abril de 2011

Solidão

"A minha solidão não tem nada a ver com a presença ou ausência de pessoas… Detesto quem me rouba a solidão, sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia.”



Friedrich Nietzsche

Solidão

"A minha solidão não tem nada a ver com a presença ou ausência de pessoas… Detesto quem me rouba a solidão, sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia.”



Friedrich Nietzsche

Lei de Lavoisier


 


Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma

Lei de Lavoisier


 


Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Boa opção para jantar

Acabo de vir do jantar do blog Corta-Fitas que foi no Terreiro do Paço, na feira gourmet Peixe em Lisboa. Muito boa onda. Tenho de agradecer ao Duarte Calvão, o anfitrião do jantar. Boa alternativa. Paga-se 15 euros, mas é convertível em pratos e bebidas. Vá preparado para alguma agitação.


 



 

Boa opção para jantar

Acabo de vir do jantar do blog Corta-Fitas que foi no Terreiro do Paço, na feira gourmet Peixe em Lisboa. Muito boa onda. Tenho de agradecer ao Duarte Calvão, o anfitrião do jantar. Boa alternativa. Paga-se 15 euros, mas é convertível em pratos e bebidas. Vá preparado para alguma agitação.


 



 

O Zé em 2D

A realidade é mesmo assim, em duas dimensões: o fardo pesado da dívida financeira e o orgulho luso por termos "metido" 3 equipes na meia-final da segunda competição da UEFA, a Liga Europa!


 


O Zé em 2D

A realidade é mesmo assim, em duas dimensões: o fardo pesado da dívida financeira e o orgulho luso por termos "metido" 3 equipes na meia-final da segunda competição da UEFA, a Liga Europa!


 


quinta-feira, 14 de abril de 2011

Não consigo perceber

A pensar que, por mais incrível que pareça, há ódios completamente irracionais, sem qualquer razão ou lógica. Há pessoas com ódios de morte sem razão nenhuma. Nalguns casos são ódios hereditários, como é o caso da Irlanda do IRA, ou dos espanhóis da ETA, ou dos fundamentalistas islâmicos, nascem a odiar pessoas só pelo simples facto de serem ingleses, ou pelo facto de serem castelhanos, ou pelo facto de serem ocidentais. Há ódios só porque as raças são diferentes, há ódios por questões sociais. É incrível até onde vai a estupidez humana.


Há ódios que destroem as pessoas que odeiam, porque não são capazes de se libertar deles. Há ódios sinistros, em que a pessoa odiada é completamente alheia e inocente. São ódios baseados na incapacidade da pessoa em aceitar a realidade.


É um mistério para mim. Pode haver pessoas que eu não gosto, porque me fizeram alguma coisa, pode haver conhecidos ou desconhecidos com quem posso não simpatizar, ou não me atraírem, mas jamais os odiaria.


Acho que é capaz de ser mesmo um problema de inteligência, ou da falta dela.

Não consigo perceber

A pensar que, por mais incrível que pareça, há ódios completamente irracionais, sem qualquer razão ou lógica. Há pessoas com ódios de morte sem razão nenhuma. Nalguns casos são ódios hereditários, como é o caso da Irlanda do IRA, ou dos espanhóis da ETA, ou dos fundamentalistas islâmicos, nascem a odiar pessoas só pelo simples facto de serem ingleses, ou pelo facto de serem castelhanos, ou pelo facto de serem ocidentais. Há ódios só porque as raças são diferentes, há ódios por questões sociais. É incrível até onde vai a estupidez humana.


Há ódios que destroem as pessoas que odeiam, porque não são capazes de se libertar deles. Há ódios sinistros, em que a pessoa odiada é completamente alheia e inocente. São ódios baseados na incapacidade da pessoa em aceitar a realidade.


É um mistério para mim. Pode haver pessoas que eu não gosto, porque me fizeram alguma coisa, pode haver conhecidos ou desconhecidos com quem posso não simpatizar, ou não me atraírem, mas jamais os odiaria.


Acho que é capaz de ser mesmo um problema de inteligência, ou da falta dela.

A cassete

Carvalho da Silva carregou "play" e ouviu-se a cassete do costume. O contrário é que seria de estranhar!


 


 



"O tempo não é de medos, é de protesto!"


 

A cassete

Carvalho da Silva carregou "play" e ouviu-se a cassete do costume. O contrário é que seria de estranhar!


 


 



"O tempo não é de medos, é de protesto!"


 

Portugal vai ter de acabar por reestruturar a dívida

Esse é o caminho inevitável. Portugal tem de vender tudo o que pode (privatizar), amortizar a dívida que puder e depois vai acabar por ter de de renegociar parte da dívida pública, dilatando os prazos de pagamento. Depois tem de investir no crescimentozinho da economia, para que o rácio de dívida pública sobre o PIB baixe e se mantenha num nível razoável. Só assim Portugal volta a poder respirar. Se não fizer isso, vai acabar por sair do euro.


Reparem que o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, já veio dizer ao jornal Die Welt que a Grécia terá de reestruturar a dívida porque os credores do país não podem ser forçados a assumir as perdas até que o fundo europeu de ajuda permanente seja activado em meados de 2013.

Portugal vai ter de acabar por reestruturar a dívida

Esse é o caminho inevitável. Portugal tem de vender tudo o que pode (privatizar), amortizar a dívida que puder e depois vai acabar por ter de de renegociar parte da dívida pública, dilatando os prazos de pagamento. Depois tem de investir no crescimentozinho da economia, para que o rácio de dívida pública sobre o PIB baixe e se mantenha num nível razoável. Só assim Portugal volta a poder respirar. Se não fizer isso, vai acabar por sair do euro.


Reparem que o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, já veio dizer ao jornal Die Welt que a Grécia terá de reestruturar a dívida porque os credores do país não podem ser forçados a assumir as perdas até que o fundo europeu de ajuda permanente seja activado em meados de 2013.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

How predictable

Banca portuguesa frágil por deter obrigações da dívida soberana. How predictable!

How predictable

Banca portuguesa frágil por deter obrigações da dívida soberana. How predictable!

Um desabafo

Nesta geração Portugal não tem remédio. Lamento, mas não tem. Este é o tempo mais ingrato, porque as pessoas herdaram os valores do Estado novo (os preconceitos, os chavões) sem as competências do século XXI. A começar pelas elites. As elites portuguesas são cheias de si, cheias de certezas, chavões e convicções assentes em cima de ignorância e preguiça em conhecer mais. A única coisa que podem fazer é através do voto, e do exemplo nas atitudes. Pois o resultado não pode ser pior. Os portugueses são os campeões da futilidade. Não têm grande brio moral e ético, não se importam de passar a perna sempre que podem. Mas vibram com nomes, festas, relações sociais (a rede de conhecimentos), deliram com a neve, com a Comporta, com os sítios in para passar férias. São profundamente preconceituosos com umas coisas, e pateticamente modernos noutros assuntos (sobretudo naqueles que não lhe ameaçam o status quo e que são importados da Europa). Somos uns provincianos. Mas não é só o povo que é provinciano, as elites também são provincianas e muito pouca gente fica imune a isto. Veja-se o tema das eleições, a direita vota em nichos "para proporcionar a coligação" e foi assim que o PSD da Manuel Ferreira Leite perdeu as eleições para o Sócrates, que nos arrastou até onde estamos. Na altura os meus amigos diziam assim: "nós não gostamos do Sócrates, mas a Ferreira Leite não serve porque veio dizer que defende a família, em que tempo é que ela vive, vou votar PP". Pronto uma bancarrota depois e o erro ameaça voltar a repetir-se. Já está a direita a apelar ao voto no PP para forçar a coligação, porque o Passos Coelho "não fala tão bem como o Sócrates" e depois "falou em subir os impostos". Nós queremos a verdade, mas nem tanto. Agora voltamos a ouvir a direita dizer que vai votar PP para forçar a coligação, e vai ser assim que vamos ter um Sócrates vencedor e um PP com 10%, ena!

Um desabafo

Nesta geração Portugal não tem remédio. Lamento, mas não tem. Este é o tempo mais ingrato, porque as pessoas herdaram os valores do Estado novo (os preconceitos, os chavões) sem as competências do século XXI. A começar pelas elites. As elites portuguesas são cheias de si, cheias de certezas, chavões e convicções assentes em cima de ignorância e preguiça em conhecer mais. A única coisa que podem fazer é através do voto, e do exemplo nas atitudes. Pois o resultado não pode ser pior. Os portugueses são os campeões da futilidade. Não têm grande brio moral e ético, não se importam de passar a perna sempre que podem. Mas vibram com nomes, festas, relações sociais (a rede de conhecimentos), deliram com a neve, com a Comporta, com os sítios in para passar férias. São profundamente preconceituosos com umas coisas, e pateticamente modernos noutros assuntos (sobretudo naqueles que não lhe ameaçam o status quo e que são importados da Europa). Somos uns provincianos. Mas não é só o povo que é provinciano, as elites também são provincianas e muito pouca gente fica imune a isto. Veja-se o tema das eleições, a direita vota em nichos "para proporcionar a coligação" e foi assim que o PSD da Manuel Ferreira Leite perdeu as eleições para o Sócrates, que nos arrastou até onde estamos. Na altura os meus amigos diziam assim: "nós não gostamos do Sócrates, mas a Ferreira Leite não serve porque veio dizer que defende a família, em que tempo é que ela vive, vou votar PP". Pronto uma bancarrota depois e o erro ameaça voltar a repetir-se. Já está a direita a apelar ao voto no PP para forçar a coligação, porque o Passos Coelho "não fala tão bem como o Sócrates" e depois "falou em subir os impostos". Nós queremos a verdade, mas nem tanto. Agora voltamos a ouvir a direita dizer que vai votar PP para forçar a coligação, e vai ser assim que vamos ter um Sócrates vencedor e um PP com 10%, ena!

Um ataque de narcisismo

Tive um ataque de narcisismo, desculpem.


 


No dia 11 de Março publiquei aqui um post com o título "A primeira medida a aplicar para travar a crise de dívida soberana" e a 17 de Março, outro sobre o mesmo tema, ou seja, a necessidade de Portugal vender tudo o que tem para amortizar a dívida, ainda que não chegue para tudo. Hoje Ricardo Salgado, presidente do BES, vem defender plano de privatizações para reembolsar o endividamento.


 


No dia 9 de Setembro de 2010, antes de qualquer PEC, escrevi no Farpas isto: Portugal está falido? E o resto foi o que se viu e ainda vai ver.


 


Na senda do visionarismo, vou aproveitar para dizer que até Junho os bancos portugueses vão ter de pedir ajuda ao Estado, porque não vão aguentar a desvalorização dos colaterais dos empréstimos ao BCE e outros empréstimos, tipo Repo´s, que tenham títulos de dívida pública portuguesa, como garantias.


 


Este post foi publicado no blog Corta-Fitas

Um ataque de narcisismo

Tive um ataque de narcisismo, desculpem.


 


No dia 11 de Março publiquei aqui um post com o título "A primeira medida a aplicar para travar a crise de dívida soberana" e a 17 de Março, outro sobre o mesmo tema, ou seja, a necessidade de Portugal vender tudo o que tem para amortizar a dívida, ainda que não chegue para tudo. Hoje Ricardo Salgado, presidente do BES, vem defender plano de privatizações para reembolsar o endividamento.


 


No dia 9 de Setembro de 2010, antes de qualquer PEC, escrevi no Farpas isto: Portugal está falido? E o resto foi o que se viu e ainda vai ver.


 


Na senda do visionarismo, vou aproveitar para dizer que até Junho os bancos portugueses vão ter de pedir ajuda ao Estado, porque não vão aguentar a desvalorização dos colaterais dos empréstimos ao BCE e outros empréstimos, tipo Repo´s, que tenham títulos de dívida pública portuguesa, como garantias.


 


Este post foi publicado no blog Corta-Fitas

terça-feira, 12 de abril de 2011

Clair de Lune, Debussy

Clair de Lune, Debussy

Todos (sem excepção) dão nos música


 


Só nos resta decidir se queremos dançar!

Todos (sem excepção) dão nos música


 


Só nos resta decidir se queremos dançar!

Santarém com as vítimas do sismo / tsunami

Dia 14, no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, terá lugar um concerto de piano pelos pianistas Ricardo Vieira e Tomohiro Hatta cujos os fundos angariados revertem para a Cruz Vermelha Japonesa e são destinados às vítimas do sismo que ocorreu, no Japão, no passado dia 11 de Março.


Trata-se de uma iniciativa conjunta da Cul.Tur - Empresa Municipal de Cultura e Turismo de Santarém, EEM, e da Fundação Passos Canavarro - arte, Ciência e Democracia.


 


Santarém com as vítimas do sismo / tsunami

Dia 14, no Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, terá lugar um concerto de piano pelos pianistas Ricardo Vieira e Tomohiro Hatta cujos os fundos angariados revertem para a Cruz Vermelha Japonesa e são destinados às vítimas do sismo que ocorreu, no Japão, no passado dia 11 de Março.


Trata-se de uma iniciativa conjunta da Cul.Tur - Empresa Municipal de Cultura e Turismo de Santarém, EEM, e da Fundação Passos Canavarro - arte, Ciência e Democracia.


 


Aviso à Nação....

É preciso que as pessoas desta vez não se percam em fait-divers. Se há altura em que um desígnio nacional chama ao voto útil é esta.

Aviso à Nação....

É preciso que as pessoas desta vez não se percam em fait-divers. Se há altura em que um desígnio nacional chama ao voto útil é esta.

Finalmente no TOP Mundial

Portugal será o único país do Mundo em RECESSÃO em 2012!

Finalmente no TOP Mundial

Portugal será o único país do Mundo em RECESSÃO em 2012!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

In the mood for sadness

Sabem que mais?


O amor sucumbiu à necessidade de certificação. Vi casais viverem uma vida inteira, criarem uma família, e no fim das contas separam-se e o que foi desvanece-se no nada. Tudo porque entre marido e mulher não há laços de sangue. Hoje essa certificação é a única legitima. Toda uma vida em família pode transformar-se numa mentira. Afinal entre homem e mulher não há laços de  sangue, logo não há família. O amor não vale nada. Todas as relações humanas que não estão unidas por laços de sangue são um teatro afinal. Daí a obsessão que hoje existe com os filhos. A única família para uma sociedade com estes valores.


Eu quero aqui fazer a apologia da família por amor. Da familia não certificada por contratos ou por ADN. Quero fazer a apologia do amor porque sim, sem argumentos, nem causas.

In the mood for sadness

Sabem que mais?


O amor sucumbiu à necessidade de certificação. Vi casais viverem uma vida inteira, criarem uma família, e no fim das contas separam-se e o que foi desvanece-se no nada. Tudo porque entre marido e mulher não há laços de sangue. Hoje essa certificação é a única legitima. Toda uma vida em família pode transformar-se numa mentira. Afinal entre homem e mulher não há laços de  sangue, logo não há família. O amor não vale nada. Todas as relações humanas que não estão unidas por laços de sangue são um teatro afinal. Daí a obsessão que hoje existe com os filhos. A única família para uma sociedade com estes valores.


Eu quero aqui fazer a apologia da família por amor. Da familia não certificada por contratos ou por ADN. Quero fazer a apologia do amor porque sim, sem argumentos, nem causas.

Quando a liberdade é imposta à força

Que raio de liberdade é esta? Que prepotência é esta a dos franceses que obrigam mulheres que querem andar de burka, a andar sem ela? No dia em que entra em vigor em França a polémica “lei da burqa”, que proíbe o uso do véu integral em espaços públicos, quatro mulheres de véu foram detidas.


 


Quando a liberdade é imposta à força

Que raio de liberdade é esta? Que prepotência é esta a dos franceses que obrigam mulheres que querem andar de burka, a andar sem ela? No dia em que entra em vigor em França a polémica “lei da burqa”, que proíbe o uso do véu integral em espaços públicos, quatro mulheres de véu foram detidas.


 


Eles chegam amanhã

Duas visões sobre a ajuda em Portugal como toque sarcástico do Henricartoon....


 



 


Eles chegam amanhã

Duas visões sobre a ajuda em Portugal como toque sarcástico do Henricartoon....


 



 


F E C H A D O

Se bem me lembro, Fernando Nobre pugnava pela frontalidade. Esta foi a pedra de toque da sua campanha presidencial. Foi um tempo pretérito e pelo visto a sua frontalidade, também, passou à história!


Na política dá-se e leva-se. E Fernando Nobre que não gosta de levar! Perante o rol de criticas de que foi alvo, por ter aceite o convite de Pedro Passos Coelho, fechou a sua página no Facebook.


 



 


 


 


 


 


 


 

F E C H A D O

Se bem me lembro, Fernando Nobre pugnava pela frontalidade. Esta foi a pedra de toque da sua campanha presidencial. Foi um tempo pretérito e pelo visto a sua frontalidade, também, passou à história!


Na política dá-se e leva-se. E Fernando Nobre que não gosta de levar! Perante o rol de criticas de que foi alvo, por ter aceite o convite de Pedro Passos Coelho, fechou a sua página no Facebook.


 



 


 


 


 


 


 


 

Comparações Cardíacas

Li no DN que O coração de Fernando Nobre, o político, bate à esquerda e cheguei à conclusão que o coração de Fernando Nobre, o médico, também bate à esquerda. E o meu onde baterá? 


 


 



 


 A propósito deste convite leiam aqui a esclarecida opinião de Luís Menezes Leitão no Albergue Espanhol.

Comparações Cardíacas

Li no DN que O coração de Fernando Nobre, o político, bate à esquerda e cheguei à conclusão que o coração de Fernando Nobre, o médico, também bate à esquerda. E o meu onde baterá? 


 


 



 


 A propósito deste convite leiam aqui a esclarecida opinião de Luís Menezes Leitão no Albergue Espanhol.

Fui tomado por marcianos

 



 


Depois ter visto e ouvido esta noticia acho que fui tomado por marcianos e não me tinha apercebido. Esta não lembra ao careca!


 


mais aqui


 

Fui tomado por marcianos

 



 


Depois ter visto e ouvido esta noticia acho que fui tomado por marcianos e não me tinha apercebido. Esta não lembra ao careca!


 


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domingo, 10 de abril de 2011

Não há argumentos que vençam preconceitos

Hoje na missa ouvi o Padre João Seabra dizer que as opções precedem a razão. Faz-se uma opção e depois vêm os argumentos ao serviço do que se quer ver e de como se quer ver. Não há nem nunca haverá argumentos que vençam a decisão de não querer ver. A realidade e a lógica não são a mesma coisa.

Não há argumentos que vençam preconceitos

Hoje na missa ouvi o Padre João Seabra dizer que as opções precedem a razão. Faz-se uma opção e depois vêm os argumentos ao serviço do que se quer ver e de como se quer ver. Não há nem nunca haverá argumentos que vençam a decisão de não querer ver. A realidade e a lógica não são a mesma coisa.

O melhor artigo sobre o Congresso do PS

Obrigada Henrique Raposo.

O melhor artigo sobre o Congresso do PS

Obrigada Henrique Raposo.

sábado, 9 de abril de 2011

Home sweet home






 


Estas e outras imagens encontradas aqui transmitem a forma como jornais europeus de referência nos vêem.


Como é boa a nossa doce casinha!

Home sweet home






 


Estas e outras imagens encontradas aqui transmitem a forma como jornais europeus de referência nos vêem.


Como é boa a nossa doce casinha!

Porque eu gosto de dar música.

De vez enquando gosto de dar música. Por isso isto serve para fazer efeito. Enjoy!

Porque eu gosto de dar música.

De vez enquando gosto de dar música. Por isso isto serve para fazer efeito. Enjoy!

Na "mouche"


 


 


Encontrei isto aqui. Este cartoon de João Baptista é verdadeiramente incisivo.


 

Na "mouche"


 


 


Encontrei isto aqui. Este cartoon de João Baptista é verdadeiramente incisivo.