domingo, 28 de abril de 2013

O consenso de Itália, versus os ridículos críticos de Cavaco

Enrico Letta (foto AP)



Portugal não tem o dinheiro de Itália, não tem as poupanças dos italianos, não tem a indústria de Itália, não tem o PIB italiano, tem uma situação altamente dependente dos países ricos da União Europeia, e no entanto tem cá uma soberba. Cria conflitos, recorre à intriga, pressiona o presidente, faz o que pode para destabilizar a ajuda europeia. Critica o Governo, critica a austeridade como se fosse uma escolha. O líder do PS e o PS (sobretudo aquele Pedro Silva Pereira) combatem um Governo de maioria, querem à força correr com o Governo para irem para lá (com minoria no parlamento o que tornaria tudo mais dificil). António José Seguro não apoia nenhuma medida do Governo. O PS não quer alterar a constituição para reformular o Estado Social. O Tribunal Constitucional chumba medidas de austeridade do Orçamento de Estado. Portugal que não tem nada para dar, faz o que pode para tornar a ajuda europeia impraticável, faz o que pode para deixar sem saída os pares europeus.


No 25 de Abril o Presidente da República fez um discurso sensato, e pediu aquilo que é óbvio: consenso político e social para sair da crise. E a oposição, os jornalistas, os comentadores, etc, criticaram o Presidente, acusaram-no de estar com a Direita! For god sake!


Agora vejam Itália um país que tem uma força económica que Portugal nunca terá dentro da União Europeia, um país que NÃO ESTÁ INTERVENCIONADO PELO FMI: Acaba de formar governo de UNIÃO NACIONAL; uma coligação esquerda-direita, composta por 21 ministros da maioria dos partidos italianos.


O vice-primeiro-ministro de Letta é Angelino Alfano, um próximo de Silvio Berlusconi e actual secretário-geral do partido do Povo da Liberdade.


Para as Finanças, Enrico Letta (de esquerda) foi buscar um tecnocrata apolítico: o actual director do Banco central italiano, Fabrizio Saccomanni. Uma espécie de Vítor Gaspar, aqui está tudo doido para correr com o Vítor Gaspar, para criar a instabilidade política, para destruir o país. Porque esta miséria de país só está interessada na luta de classes. 


 


Também aqui:


O consenso de Itália, versus os ridículos críticos de Cavaco



O consenso de Itália, versus os ridículos críticos de Cavaco

Enrico Letta (foto AP)



Portugal não tem o dinheiro de Itália, não tem as poupanças dos italianos, não tem a indústria de Itália, não tem o PIB italiano, tem uma situação altamente dependente dos países ricos da União Europeia, e no entanto tem cá uma soberba. Cria conflitos, recorre à intriga, pressiona o presidente, faz o que pode para destabilizar a ajuda europeia. Critica o Governo, critica a austeridade como se fosse uma escolha. O líder do PS e o PS (sobretudo aquele Pedro Silva Pereira) combatem um Governo de maioria, querem à força correr com o Governo para irem para lá (com minoria no parlamento o que tornaria tudo mais dificil). António José Seguro não apoia nenhuma medida do Governo. O PS não quer alterar a constituição para reformular o Estado Social. O Tribunal Constitucional chumba medidas de austeridade do Orçamento de Estado. Portugal que não tem nada para dar, faz o que pode para tornar a ajuda europeia impraticável, faz o que pode para deixar sem saída os pares europeus.


No 25 de Abril o Presidente da República fez um discurso sensato, e pediu aquilo que é óbvio: consenso político e social para sair da crise. E a oposição, os jornalistas, os comentadores, etc, criticaram o Presidente, acusaram-no de estar com a Direita! For god sake!


Agora vejam Itália um país que tem uma força económica que Portugal nunca terá dentro da União Europeia, um país que NÃO ESTÁ INTERVENCIONADO PELO FMI: Acaba de formar governo de UNIÃO NACIONAL; uma coligação esquerda-direita, composta por 21 ministros da maioria dos partidos italianos.


O vice-primeiro-ministro de Letta é Angelino Alfano, um próximo de Silvio Berlusconi e actual secretário-geral do partido do Povo da Liberdade.


Para as Finanças, Enrico Letta (de esquerda) foi buscar um tecnocrata apolítico: o actual director do Banco central italiano, Fabrizio Saccomanni. Uma espécie de Vítor Gaspar, aqui está tudo doido para correr com o Vítor Gaspar, para criar a instabilidade política, para destruir o país. Porque esta miséria de país só está interessada na luta de classes. 


 


Também aqui:


O consenso de Itália, versus os ridículos críticos de Cavaco



Refrões sábios

You only live twice, one for yourself and one for your dreams.

Refrões sábios

You only live twice, one for yourself and one for your dreams.

sábado, 27 de abril de 2013

Exemplos argentinos


 


Os argentinos são pessoas simples e demonstram-no. Primeiro a dar o exemplo foi Jorge Mario Bergoglio, o Papa Francisco, que tem pontuado os primeiros tempos do seu pontificado com exemplos de imensa simplicidade. Agora soube, sabe-se lá se inspirada no seu compatriota, que a futura rainha holandesa, quer ser tratada pelo seu nome de baptismo: "na rua, todos me chamam Máxima, e não é relevante que me tratem por princesa ou rainha, porque o importante é a instituição que representamos".

Exemplos argentinos


 


Os argentinos são pessoas simples e demonstram-no. Primeiro a dar o exemplo foi Jorge Mario Bergoglio, o Papa Francisco, que tem pontuado os primeiros tempos do seu pontificado com exemplos de imensa simplicidade. Agora soube, sabe-se lá se inspirada no seu compatriota, que a futura rainha holandesa, quer ser tratada pelo seu nome de baptismo: "na rua, todos me chamam Máxima, e não é relevante que me tratem por princesa ou rainha, porque o importante é a instituição que representamos".

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Mudar da ares


 


Há dias decidi mudar de ares e, em família, zarpar para a Póvoa do Conde, situada na freguesia das Abitureiras, no Concelho de Santarém.


Para comemorar esta decisão "revolucionária" nas nossas vidas, e "acordar" a minha colaboração com o centenário jornal regional, o Correio do Ribatejo, decidi criar um blog, intitulado "Aqui, ali e acolá", onde, longe do reboliço urbano, apresento as minhas visões da terra, da urbe e do mundo. Isto não quer dizer que deixarei de escrever no Farpas, onde graças ao convite da Maria me sinto, também, em casa.

Mudar da ares


 


Há dias decidi mudar de ares e, em família, zarpar para a Póvoa do Conde, situada na freguesia das Abitureiras, no Concelho de Santarém.


Para comemorar esta decisão "revolucionária" nas nossas vidas, e "acordar" a minha colaboração com o centenário jornal regional, o Correio do Ribatejo, decidi criar um blog, intitulado "Aqui, ali e acolá", onde, longe do reboliço urbano, apresento as minhas visões da terra, da urbe e do mundo. Isto não quer dizer que deixarei de escrever no Farpas, onde graças ao convite da Maria me sinto, também, em casa.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Aplausos para Cavaco Silva



 


Não é possível ser intelectualmente honesto e ao mesmo tempo criticar o discurso do Presidente da República. Cavaco Silva fez um discurso sensato, inteligente e apelou ao consenso político, e olha-se à volta e os opinion makers, os políticos, a oposição, os jornalistas, Pacheco Pereira e António Costa dizem mal do discurso porque é um apoio ao Governo e as pessoas querem é deitar o Governo abaixo, querem lá saber do país, querem é deitar o Governo abaixo, por melhor que seja o Governo querem deitá-lo abaixo, porque não faz os favores que interessam. 


Ao menos valha-nos António Lobo Xavier. O único inteligente, de facto. 


 


Deixo aqui algumas das passagens do discurso do Chefe de Estado do país: 


 


«Significa isto que, depois do Programa de Ajustamento, Portugal, à semelhança de todos os outros países da Zona Euro, continuará sujeito a um acompanhamento rigoroso por parte das autoridades europeias, de modo a garantir o cumprimento das regras de equilíbrio orçamental e de sustentabilidade da dívida pública.


Neste cenário, é uma ilusão pensar que as exigências de rigor orçamental irão desaparecer no fim do Programa de Ajustamento, em meados de 2014».


«Ao dramatismo de várias situações de carência, os Portugueses têm respondido com um exemplar trabalho de entreajuda e com uma extraordinária solidariedade.


Os consensos políticos e sociais alcançados contribuem para vencer os desafios que Portugal enfrenta e também para o modo positivo como os credores e os mercados avaliam a execução do Programa de Assistência Financeira».


«É essencial que, de uma vez por todas, se compreenda que a conflitualidade permanente e a ausência de consensos irão penalizar os próprios agentes políticos mas, acima de tudo, irão afetar gravemente o interesse nacional, agravando a situação dos que não têm emprego ou dos que foram lesados nos seus rendimentos, e comprometendo, por muitos e muitos anos, o futuro das novas gerações.»

Aplausos para Cavaco Silva



 


Não é possível ser intelectualmente honesto e ao mesmo tempo criticar o discurso do Presidente da República. Cavaco Silva fez um discurso sensato, inteligente e apelou ao consenso político, e olha-se à volta e os opinion makers, os políticos, a oposição, os jornalistas, Pacheco Pereira e António Costa dizem mal do discurso porque é um apoio ao Governo e as pessoas querem é deitar o Governo abaixo, querem lá saber do país, querem é deitar o Governo abaixo, por melhor que seja o Governo querem deitá-lo abaixo, porque não faz os favores que interessam. 


Ao menos valha-nos António Lobo Xavier. O único inteligente, de facto. 


 


Deixo aqui algumas das passagens do discurso do Chefe de Estado do país: 


 


«Significa isto que, depois do Programa de Ajustamento, Portugal, à semelhança de todos os outros países da Zona Euro, continuará sujeito a um acompanhamento rigoroso por parte das autoridades europeias, de modo a garantir o cumprimento das regras de equilíbrio orçamental e de sustentabilidade da dívida pública.


Neste cenário, é uma ilusão pensar que as exigências de rigor orçamental irão desaparecer no fim do Programa de Ajustamento, em meados de 2014».


«Ao dramatismo de várias situações de carência, os Portugueses têm respondido com um exemplar trabalho de entreajuda e com uma extraordinária solidariedade.


Os consensos políticos e sociais alcançados contribuem para vencer os desafios que Portugal enfrenta e também para o modo positivo como os credores e os mercados avaliam a execução do Programa de Assistência Financeira».


«É essencial que, de uma vez por todas, se compreenda que a conflitualidade permanente e a ausência de consensos irão penalizar os próprios agentes políticos mas, acima de tudo, irão afetar gravemente o interesse nacional, agravando a situação dos que não têm emprego ou dos que foram lesados nos seus rendimentos, e comprometendo, por muitos e muitos anos, o futuro das novas gerações.»

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Aqueduto das Águas Livres, Lisboa, Portugal

Aqueduto das Águas Livres, Lisboa, Portugal

s/Título

s/Título

Santorini

Santorini

Há gente para tudo...

Até para contabilizarem o tempo em que Isaltino está preso.

Há gente para tudo...

Até para contabilizarem o tempo em que Isaltino está preso.

terça-feira, 23 de abril de 2013

França ao rubro por causa da tirania irresponsável de Hollande

Vários rojões, garrafas e outros projéteis foram lançados nas forças do Batalhão de Choque, que responderam com gás lacrimogêneo (PHILIPPE WOJAZER)




Acabo de ver o idiota do pivot da SIC a relatar as manifestações contra as leis anti-natureza que o idiota do Hollande aprovou em França (que saudades do Sarcozy). São manifestações violentas que revelam a tirania de Hollande (de certeza que quando a direita voltar o poder em França vai revogar esta lei), mas o jornalista da SIC, conivente com a esquerda, chama a uma manifestação de 50 mil pessoas de manifestação da extrema direita. Que lata!


 


P.S: Este blog é absolutamente contra o casamento gay e a adopção de crianças por homossexuais. 

França ao rubro por causa da tirania irresponsável de Hollande

Vários rojões, garrafas e outros projéteis foram lançados nas forças do Batalhão de Choque, que responderam com gás lacrimogêneo (PHILIPPE WOJAZER)




Acabo de ver o idiota do pivot da SIC a relatar as manifestações contra as leis anti-natureza que o idiota do Hollande aprovou em França (que saudades do Sarcozy). São manifestações violentas que revelam a tirania de Hollande (de certeza que quando a direita voltar o poder em França vai revogar esta lei), mas o jornalista da SIC, conivente com a esquerda, chama a uma manifestação de 50 mil pessoas de manifestação da extrema direita. Que lata!


 


P.S: Este blog é absolutamente contra o casamento gay e a adopção de crianças por homossexuais. 

Álvaro, um criacionista em potência!


 


Olha, olha, o Álvaro também é um criacionista em potência, porque com a aprovação pelo Governo de estratégia de crescimento e fomento industrial, finalmente o Ministro da Economia irá fazer algo que se veja. 


 


P.S. - Evidentemente que li a obra em questão e, para não ser deselegante, mais não digo!

Álvaro, um criacionista em potência!


 


Olha, olha, o Álvaro também é um criacionista em potência, porque com a aprovação pelo Governo de estratégia de crescimento e fomento industrial, finalmente o Ministro da Economia irá fazer algo que se veja. 


 


P.S. - Evidentemente que li a obra em questão e, para não ser deselegante, mais não digo!

Me manque Sarkozy


Paris voltou a sair às ruas contra o casamento entre homossexuais, em vésperas da aprovação da nova lei por parte de François Hollande.


A lei do Hollande (que é uma espécie de Sócrates do franceses) vai ser hoje aprovada hoje sob fortes protestos de pessoas que querem que a vida seja a pedra de toque de qualquer casamento.


Deus perdoa-lhes que eles não sabem o que fazem.


Viva Sarcozy, viva Sarcozy, que saudades do Sarcozy. Abaixo este socialismo francês e europeu que faz do individualismo o princípio da organização das sociedades, onde o bem e o mal é relativo e em função do individuo. O bem é o que é bom para mim e o mau o que é mau para mim. Abaixo esta filosofia, abaixo estes valores que arruinaram a Europa. Obrigada Hollande por estares a contribuir para criar a gênese do fim da humanidade. 


 

Me manque Sarkozy


Paris voltou a sair às ruas contra o casamento entre homossexuais, em vésperas da aprovação da nova lei por parte de François Hollande.


A lei do Hollande (que é uma espécie de Sócrates do franceses) vai ser hoje aprovada hoje sob fortes protestos de pessoas que querem que a vida seja a pedra de toque de qualquer casamento.


Deus perdoa-lhes que eles não sabem o que fazem.


Viva Sarcozy, viva Sarcozy, que saudades do Sarcozy. Abaixo este socialismo francês e europeu que faz do individualismo o princípio da organização das sociedades, onde o bem e o mal é relativo e em função do individuo. O bem é o que é bom para mim e o mau o que é mau para mim. Abaixo esta filosofia, abaixo estes valores que arruinaram a Europa. Obrigada Hollande por estares a contribuir para criar a gênese do fim da humanidade. 


 

Democracia à francesa





Mariage homosexuel: au moins 13 opposants, dont un prêtre, seront jugés à Paris


 


 

Democracia à francesa





Mariage homosexuel: au moins 13 opposants, dont un prêtre, seront jugés à Paris


 


 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Gosto disto

"Gosto disto" é uma ideia genial do autor do Facebook. Porque de facto nós somos o que gostamos. Então pus-me a pensar nas coisas, pessoas, sentimentos, acções de que gosto, para me definir nessa coisa espontânea, instintiva, mental e cultural que é o gosto.


Assim de repente, e como não paro de ouvir o Grândola Vila Morena em todo o lado, lembrei-me que gosto do Grândola Vila Morena porque me transporta para um Portugal que desapareceu, uma Lisboa dos bigodes operários e calças à boca de sino, de um Portugal de que só tenho uma ténue ideia, porque era muito pequena. Gosto do rústico, dos bairros populares, de ver saltar à fogueira na noite de Santo António. É o mais autêntico de Portugal. Gosto de aldeias e cafés de bairro. Gosto do romântico pimba da música que chora amores perdidos e que enche as feiras e os carrinhos de choque (vou gostar de ver o filme novo do João Canijo É o amor). Mas também gosto do ribatejano, do rústico chique, da música pimba por caturrice, do cheiro a campo. Gosto dos anos 50 relatado nos filmes portugueses, da elite e do povo da época, do belo Portugal de Salazar, da opulência das colónias. Do casamento como o centro da vida. Obviamente era uma época condenada a ser provisório, como qualquer festa. 


Mas também gosto do sushi mais cosmopolita porque me lembra dias felizes. Gosto dos restaurantes trendy, da beautiful people, talvez porque há um fascínio no provisório. Gosto de Bach, de Beethoven de Dusty Springfield, gosto de Rolling Stones, gosto dos Beatles, gosto dos The Doors, gosto dos Dire Straits, também dos Nightmare on wax - you wish, e o 3-11 Porter - Surround me, mas também gosto do Moon River. Mas para que não pensem que não gosto do meu tempo, entendendo por meu tempo aquele que apanhou a adolescência e a primeira década da idade adulta, no meu caso os anos 90, gosto do U2, e dos Men at Work, do Rod Stewart, do Peter Gabriel e tantas, tantas outras. Tenho o melhor Ipod do mundo, porque tem as minhas músicas preferidas, escolhidas a dedo.


Gosto de filmes inteligentes, simples, intensos, como alguns de Woody Allen, ou como de François Truffaut, filmes de humor e de ironia. Gosto do fantástico, dos filmes sobre lendas, unicórnios, espadas enterradas em pedras, de cervos mágicos, da mitologia, da busca do graal, porque põe o bem e o mal em pólos opostos e retira-nos do relativismo. Gosto de filmes românticos do tempo em que se lutava pelo amor,  do Africa Minha, do The way we were (o nosso amor de ontem), a Idade da Inocência, Chá com Mussolini e muitos outros que não vêem agora à memória. Gosto do romântico indie, como o filme Submarine. Mas também gosto de super-heróis, e super-detectives que descobrem o impossível só por conhecerem a natureza humana, e chego mesmo a gostar de ficção cientifica. Gosto do 007 dos anos 60 e 70 e do Pierce Brosnan porque sim. Gosto do Jeremy Irons no Lolita. Gosto do cinema de animação. E até de coboiadas. Gosto do Seinfeld, do Poirot, da Miss Marple, do Sherlock Holmes. Gosto de filmes às vezes pela estética (brilhante) como o In the Mood for Love, ou alguns filmes do Tarantino.


Gosto de cumplicidades e intimidades, de amores calmos e fiáveis, à prova de bala, de amigos leais, gosto de pessoas inteligentes porque gosto da sintonia e não da divergência. Porque me sinto confortável nesse nível de entendimento que reduz as probabilidades de mal entendidos. Gosto de pessoas que lêem pensamentos nos olhares e nos gestos espontâneos. 


De pessoas desempoeiradas. De pessoas que transbordam de tentação do bem. Do bem como inclinação natural. Da educação como essa natural e delicada inclinação para o bem. Gosto de me sentir desejada e depois amada. Gosto de descobrir pessoas interessantes ou do interessante nas pessoas (devo isso ao jornalismo).


Gosto de amêijoas e cerveja ao fim da tarde virada para o mar, de noites quentes e céus cor de laranja, gosto de partir para outro país e de me sentir estrangeira e livre. De beber um vinho aveludado num copo de balão, de presunto pata negra e pistaccios. De bifes altos grelhados. De sumos de laranja de manhã e brunchs no Chiado. Do gelado de morango do Santini. De livros que são desfiles da alma humana, como o Great Gatsby do Fitzgerald. De casas com bonitas fachadas, de cores e janelas pombalinas, mas ao mesmo tempo novas como o mais moderno dos edifícios Nova Iorquinos.


Gosto de ir às compras, gosto de sapatos, de botas com raça, de acessórios, de brincos em forma de argola, de ouro ou prata, de calças apertadas e pelo tornozelo. Gosto de verde-seco-tropa, gosto de verde esmeralda, gosto de azul escuro. Gosto de amarelo. Gosto da pele preta e castanha. Gosto de tecidos leopardo. Gosto de Borboletas em tudo. Gosto de cores primavera. Gosto de camisas brancas. Gosto de jeans colados. Gosto de sombras azuis, cor do mar nas caraíbas, nos meus olhos.  


Gosto de receber amigos para um jantar que eu cozinhei. Gosto da minha casa. Gosto de fotografar com o Iphone. Gosto de smarts. 


Depois deste zigue zague de gostos, aonde é que eu me situo? Como me definir neste patchwork de gostos? O meu gosto é muito simples.


Gosto do melhor de tudo. Já dizia Oscar Wilde.


Gosto disto

"Gosto disto" é uma ideia genial do autor do Facebook. Porque de facto nós somos o que gostamos. Então pus-me a pensar nas coisas, pessoas, sentimentos, acções de que gosto, para me definir nessa coisa espontânea, instintiva, mental e cultural que é o gosto.


Assim de repente, e como não paro de ouvir o Grândola Vila Morena em todo o lado, lembrei-me que gosto do Grândola Vila Morena porque me transporta para um Portugal que desapareceu, uma Lisboa dos bigodes operários e calças à boca de sino, de um Portugal de que só tenho uma ténue ideia, porque era muito pequena. Gosto do rústico, dos bairros populares, de ver saltar à fogueira na noite de Santo António. É o mais autêntico de Portugal. Gosto de aldeias e cafés de bairro. Gosto do romântico pimba da música que chora amores perdidos e que enche as feiras e os carrinhos de choque (vou gostar de ver o filme novo do João Canijo É o amor). Mas também gosto do ribatejano, do rústico chique, da música pimba por caturrice, do cheiro a campo. Gosto dos anos 50 relatado nos filmes portugueses, da elite e do povo da época, do belo Portugal de Salazar, da opulência das colónias. Do casamento como o centro da vida. Obviamente era uma época condenada a ser provisório, como qualquer festa. 


Mas também gosto do sushi mais cosmopolita porque me lembra dias felizes. Gosto dos restaurantes trendy, da beautiful people, talvez porque há um fascínio no provisório. Gosto de Bach, de Beethoven de Dusty Springfield, gosto de Rolling Stones, gosto dos Beatles, gosto dos The Doors, gosto dos Dire Straits, também dos Nightmare on wax - you wish, e o 3-11 Porter - Surround me, mas também gosto do Moon River. Mas para que não pensem que não gosto do meu tempo, entendendo por meu tempo aquele que apanhou a adolescência e a primeira década da idade adulta, no meu caso os anos 90, gosto do U2, e dos Men at Work, do Rod Stewart, do Peter Gabriel e tantas, tantas outras. Tenho o melhor Ipod do mundo, porque tem as minhas músicas preferidas, escolhidas a dedo.


Gosto de filmes inteligentes, simples, intensos, como alguns de Woody Allen, ou como de François Truffaut, filmes de humor e de ironia. Gosto do fantástico, dos filmes sobre lendas, unicórnios, espadas enterradas em pedras, de cervos mágicos, da mitologia, da busca do graal, porque põe o bem e o mal em pólos opostos e retira-nos do relativismo. Gosto de filmes românticos do tempo em que se lutava pelo amor,  do Africa Minha, do The way we were (o nosso amor de ontem), a Idade da Inocência, Chá com Mussolini e muitos outros que não vêem agora à memória. Gosto do romântico indie, como o filme Submarine. Mas também gosto de super-heróis, e super-detectives que descobrem o impossível só por conhecerem a natureza humana, e chego mesmo a gostar de ficção cientifica. Gosto do 007 dos anos 60 e 70 e do Pierce Brosnan porque sim. Gosto do Jeremy Irons no Lolita. Gosto do cinema de animação. E até de coboiadas. Gosto do Seinfeld, do Poirot, da Miss Marple, do Sherlock Holmes. Gosto de filmes às vezes pela estética (brilhante) como o In the Mood for Love, ou alguns filmes do Tarantino.


Gosto de cumplicidades e intimidades, de amores calmos e fiáveis, à prova de bala, de amigos leais, gosto de pessoas inteligentes porque gosto da sintonia e não da divergência. Porque me sinto confortável nesse nível de entendimento que reduz as probabilidades de mal entendidos. Gosto de pessoas que lêem pensamentos nos olhares e nos gestos espontâneos. 


De pessoas desempoeiradas. De pessoas que transbordam de tentação do bem. Do bem como inclinação natural. Da educação como essa natural e delicada inclinação para o bem. Gosto de me sentir desejada e depois amada. Gosto de descobrir pessoas interessantes ou do interessante nas pessoas (devo isso ao jornalismo).


Gosto de amêijoas e cerveja ao fim da tarde virada para o mar, de noites quentes e céus cor de laranja, gosto de partir para outro país e de me sentir estrangeira e livre. De beber um vinho aveludado num copo de balão, de presunto pata negra e pistaccios. De bifes altos grelhados. De sumos de laranja de manhã e brunchs no Chiado. Do gelado de morango do Santini. De livros que são desfiles da alma humana, como o Great Gatsby do Fitzgerald. De casas com bonitas fachadas, de cores e janelas pombalinas, mas ao mesmo tempo novas como o mais moderno dos edifícios Nova Iorquinos.


Gosto de ir às compras, gosto de sapatos, de botas com raça, de acessórios, de brincos em forma de argola, de ouro ou prata, de calças apertadas e pelo tornozelo. Gosto de verde-seco-tropa, gosto de verde esmeralda, gosto de azul escuro. Gosto de amarelo. Gosto da pele preta e castanha. Gosto de tecidos leopardo. Gosto de Borboletas em tudo. Gosto de cores primavera. Gosto de camisas brancas. Gosto de jeans colados. Gosto de sombras azuis, cor do mar nas caraíbas, nos meus olhos.  


Gosto de receber amigos para um jantar que eu cozinhei. Gosto da minha casa. Gosto de fotografar com o Iphone. Gosto de smarts. 


Depois deste zigue zague de gostos, aonde é que eu me situo? Como me definir neste patchwork de gostos? O meu gosto é muito simples.


Gosto do melhor de tudo. Já dizia Oscar Wilde.


sexta-feira, 19 de abril de 2013

A chave do bom jornalismo


As coisas que se aprendem quando se vê um filme do 007, neste caso o Amanhã nunca morre sobre um magnata dos media: 


«Um editor ensinou-me uma lição importante, a chave para uma grande notícia não é o "quem", ou "o quê", ou o "quando", a chave para uma grande notícia é o "porquê"». 


Um bom jornalista é aquele que explica os factos, não o que os relata simplesmente,  e às vezes é difícil explicar isto a quem se detém no óbvio. A associação de ideias que abre caminho a uma explicação dos factos (o tal porquê) é que distingue o jornalismo genial do jornalismo administrativo.

A chave do bom jornalismo


As coisas que se aprendem quando se vê um filme do 007, neste caso o Amanhã nunca morre sobre um magnata dos media: 


«Um editor ensinou-me uma lição importante, a chave para uma grande notícia não é o "quem", ou "o quê", ou o "quando", a chave para uma grande notícia é o "porquê"». 


Um bom jornalista é aquele que explica os factos, não o que os relata simplesmente,  e às vezes é difícil explicar isto a quem se detém no óbvio. A associação de ideias que abre caminho a uma explicação dos factos (o tal porquê) é que distingue o jornalismo genial do jornalismo administrativo.

Há uma nova revista só online

As novas iniciativas são de louvar e apoiar, aqui deixo o link para um novo projecto inovador na área da comunicação social: A Papel Online


 


 A Papel é uma nova experiência, uma revista diária online, feito por escritores, jornalistas, artistas, ilustradores e fotógrafos, diz uma das colaboradoras.


 

Há uma nova revista só online

As novas iniciativas são de louvar e apoiar, aqui deixo o link para um novo projecto inovador na área da comunicação social: A Papel Online


 


 A Papel é uma nova experiência, uma revista diária online, feito por escritores, jornalistas, artistas, ilustradores e fotógrafos, diz uma das colaboradoras.


 

Correr por gosto


 


De há anos a esta parte um grupo de corredores noctívagos escalabitanos criou a Scalabis Night Runners.  Todas as quartas feiras, religiosamente, juntam-se no Largo das Portas do Sol, em Santarém, para correrem ou caminharem pelo centro histórico da cidade. Este ano decidiram fazer algo em grande, e amanhã há provas para todos os gostos, feitios e idades. Trata-se de uma iniciativa louvável, por um lado, é a excelência da actividade desportiva, e, por outro, colocam no mapa o centro histórico de Santarém, que, de há muito tempo a esta parte, teima em ser esquecido!


 


 

Correr por gosto


 


De há anos a esta parte um grupo de corredores noctívagos escalabitanos criou a Scalabis Night Runners.  Todas as quartas feiras, religiosamente, juntam-se no Largo das Portas do Sol, em Santarém, para correrem ou caminharem pelo centro histórico da cidade. Este ano decidiram fazer algo em grande, e amanhã há provas para todos os gostos, feitios e idades. Trata-se de uma iniciativa louvável, por um lado, é a excelência da actividade desportiva, e, por outro, colocam no mapa o centro histórico de Santarém, que, de há muito tempo a esta parte, teima em ser esquecido!


 


 

A propósito de maratonas

A propósito dos atentados ocorridos no final da Maratona de Boston e do desenrolar dos acontecimentos, recordo um extraordinário filme de John Schlesinger que incluía um elenco de luxo com Dustin HoffmanLaurence OlivierAllen Joseph, entre outros, e chamava-se o "Homem da Maratona".


 


 



P.S. - Entre as descobertas jornalísticas fiquei abismado (mas será isto uma notícia que verdadeiramente interesse?) com o "furo" do Correio da Manhã: "Suspeito morto tinha namorada de origem portuguesa"!

A propósito de maratonas

A propósito dos atentados ocorridos no final da Maratona de Boston e do desenrolar dos acontecimentos, recordo um extraordinário filme de John Schlesinger que incluía um elenco de luxo com Dustin HoffmanLaurence OlivierAllen Joseph, entre outros, e chamava-se o "Homem da Maratona".


 


 



P.S. - Entre as descobertas jornalísticas fiquei abismado (mas será isto uma notícia que verdadeiramente interesse?) com o "furo" do Correio da Manhã: "Suspeito morto tinha namorada de origem portuguesa"!

Cesário e eu


 


Agora que vivo no campo, a cerca de 15-20 minutos da cidade, ainda aprecio mais a curta obra poética de Cesário Verde [1855-1886], pois compreendo-o na perfeição!

Cesário e eu


 


Agora que vivo no campo, a cerca de 15-20 minutos da cidade, ainda aprecio mais a curta obra poética de Cesário Verde [1855-1886], pois compreendo-o na perfeição!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Diferença


 


O que se passou entre Outubro de 2012 e hoje para haver, entre dois responsáveis da banca, pensamentos discrepantes? Será que seis meses fazem toda a diferença?


 


Fernando Ulrich (Outubro de 2012): “O país aguenta mais austeridade?... Ai aguenta, aguenta!"


 


Ricardo Salgado (17 de Abril de 2013): “A austeridade é violenta e está a chegar ao limite! "

Diferença


 


O que se passou entre Outubro de 2012 e hoje para haver, entre dois responsáveis da banca, pensamentos discrepantes? Será que seis meses fazem toda a diferença?


 


Fernando Ulrich (Outubro de 2012): “O país aguenta mais austeridade?... Ai aguenta, aguenta!"


 


Ricardo Salgado (17 de Abril de 2013): “A austeridade é violenta e está a chegar ao limite! "

A normalidade não é isto!

Diz a notícia que Tribunal Europeu recusa extraditar para os Estados Unidos esquizofrénico acusado de terrorismo, argumentando que “se for para uma prisão americana de alta segurança, existe o risco de se agravar a doença.” Não faço qualquer comentário quanto a este acórdão. Porém lanço uma questão: Não são são os terroristas, tal como este Haroon Aswat, uma cambada de anormais? Porque há que saber distinguir as causas dos efeitos, e muito sinceramente por mais justa que seja a causa a prática do terror é sempre condenável, caso contrário corremos o risco de sermos como ele!


 

A normalidade não é isto!

Diz a notícia que Tribunal Europeu recusa extraditar para os Estados Unidos esquizofrénico acusado de terrorismo, argumentando que “se for para uma prisão americana de alta segurança, existe o risco de se agravar a doença.” Não faço qualquer comentário quanto a este acórdão. Porém lanço uma questão: Não são são os terroristas, tal como este Haroon Aswat, uma cambada de anormais? Porque há que saber distinguir as causas dos efeitos, e muito sinceramente por mais justa que seja a causa a prática do terror é sempre condenável, caso contrário corremos o risco de sermos como ele!


 

Sem comentários

Sem comentários

Escrito na pedra

 "Todas as artes contribuem para a maior de todas as artes, a arte de viver."


Bertold Brecht

Escrito na pedra

 "Todas as artes contribuem para a maior de todas as artes, a arte de viver."


Bertold Brecht

Da pompa e da circunstância


 


É disto que os ingleses gostam: da pompa e da circunstância!

Da pompa e da circunstância


 


É disto que os ingleses gostam: da pompa e da circunstância!

O grilo


 


No imaginário de Walt Disney, o Grilo representa a consciência, a importância da ética. Em Portugal, o antigo ministro da Educação socialista, Eduardo Marçal Grilo, cumpriu com rigor a função quando, no programa da Rádio Renascença, "Terça à Noite", lançou um conjunto de ideias que me parecem importantes e apropriadas para os tempos difíceis que vivemos.


Marçal Grilo considera que os líderes dos dois maiores partidos portugueses "deveriam colocar em cima da mesa senso, nem é bom senso, é senso”, já que “era a tentativa de mostrarem ao país que estão mais preocupados com o essencial do que com o acessório”.

O grilo


 


No imaginário de Walt Disney, o Grilo representa a consciência, a importância da ética. Em Portugal, o antigo ministro da Educação socialista, Eduardo Marçal Grilo, cumpriu com rigor a função quando, no programa da Rádio Renascença, "Terça à Noite", lançou um conjunto de ideias que me parecem importantes e apropriadas para os tempos difíceis que vivemos.


Marçal Grilo considera que os líderes dos dois maiores partidos portugueses "deveriam colocar em cima da mesa senso, nem é bom senso, é senso”, já que “era a tentativa de mostrarem ao país que estão mais preocupados com o essencial do que com o acessório”.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Um filme de 2005, Ladies in Lavender

Ladies in Lavender traduzido para O Amor não escolhe idades é um bom filme romântico rodeado de muito boa música clássica tocada por Joshua Bell. É um filme sobre a violência de um amor retardado, fora do tempo, platónico, de uma velha senhora solteira por um belíssimo jovem-homem (Daniel Bruhl).


Um filme de 2005, Ladies in Lavender

Ladies in Lavender traduzido para O Amor não escolhe idades é um bom filme romântico rodeado de muito boa música clássica tocada por Joshua Bell. É um filme sobre a violência de um amor retardado, fora do tempo, platónico, de uma velha senhora solteira por um belíssimo jovem-homem (Daniel Bruhl).


domingo, 14 de abril de 2013

Filmes memoráveis

The way we were, de Sydney Pollack



 

Filmes memoráveis

The way we were, de Sydney Pollack



 

Novo filme de Giuseppe Tornatore

A Melhor Oferta (La Migliore Offerta) é o novo filme do realizador do Cinema Paraíso (a obra prima do realizador). A mesma sensibilidade à natureza humana, a mesma tristeza romântica, a mesma estética nos decórs, a mesma perfeição na direccão dos actores podemos encontrar neste filme de Giuseppe Tornatore. Um filme hitchcokiano com musica de Enrio Morricone. O único defeito do filme são algumas situações implausíveis e incoerentes que esporadicamente atiram com o espectador para fora da narrativa. Mesmo assi
a não perder.



 

Novo filme de Giuseppe Tornatore

A Melhor Oferta (La Migliore Offerta) é o novo filme do realizador do Cinema Paraíso (a obra prima do realizador). A mesma sensibilidade à natureza humana, a mesma tristeza romântica, a mesma estética nos decórs, a mesma perfeição na direccão dos actores podemos encontrar neste filme de Giuseppe Tornatore. Um filme hitchcokiano com musica de Enrio Morricone. O único defeito do filme são algumas situações implausíveis e incoerentes que esporadicamente atiram com o espectador para fora da narrativa. Mesmo assi
a não perder.



 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Felicidade

"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade."


Carlos Drummond de Andrade [1902 - 1987]






Felicidade

"Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade."


Carlos Drummond de Andrade [1902 - 1987]






Ao cuidado dos asteróide

Os americanos crêem-se nos donos do mundo, pelo que, como conseguiram apanhar e matar Ossama Bin Laden, acham-se que conseguirão capturar um asteróide e pô-lo para os lados da. Lua.



 


 


Ao cuidado dos asteróide

Os americanos crêem-se nos donos do mundo, pelo que, como conseguiram apanhar e matar Ossama Bin Laden, acham-se que conseguirão capturar um asteróide e pô-lo para os lados da. Lua.



 


 


Maduros e maduros



 


Há pessoas maduras e maduras, pelo que, enquanto o primeiro não interessa a ninguém, deposito muitas esperanças em Miguel Poiares Maduro.

Maduros e maduros



 


Há pessoas maduras e maduras, pelo que, enquanto o primeiro não interessa a ninguém, deposito muitas esperanças em Miguel Poiares Maduro.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

O Ministro que deixou a esquerda muda

Miguel Poiares Maduro, 46 anos, foi advogado-geral do Tribunal Europeu de Justiça, deu aulas em várias universidades europeias e não só. Passou pelo Colégio da Europa (Bruges); pela Universidade Católica e também pela Nova, em Lisboa;  pela London School of Economics; pela Chicago Law School; pelo Instituto Ortega y Gasset (Madrid) e  Instituto de Estudos Europeus de Macau. Era até agora Director do Global Governance Programme e Professor de Direito no Instituto Universitário Europeu, em Florença, e Professor Convidado da Yale Law School, nos EUA.


 É este o currículo académico do novo Ministro adjunto do primeiro-ministro, responsável pela comunicação social e autarquias, antes a cargo de Miguel Relvas. Miguel Maduro Fica também com o QREN. 


Integrou recentemente um grupo de alto nível europeu para a liberdade e pluralismo na comunicação social.


Com este currículo (que cala qualquer cinismo da esquerda) vir para o Governo é a prova de que o país está entregue a pessoas que se dedicam à causa pública, abnegada. 


É por isso que eu gosto da Direita, porque é onde se encontra a excelência, onde se valoriza a excelência e o mérito em detrimento da solidariedadezinha (mãe da cunha).

O Ministro que deixou a esquerda muda

Miguel Poiares Maduro, 46 anos, foi advogado-geral do Tribunal Europeu de Justiça, deu aulas em várias universidades europeias e não só. Passou pelo Colégio da Europa (Bruges); pela Universidade Católica e também pela Nova, em Lisboa;  pela London School of Economics; pela Chicago Law School; pelo Instituto Ortega y Gasset (Madrid) e  Instituto de Estudos Europeus de Macau. Era até agora Director do Global Governance Programme e Professor de Direito no Instituto Universitário Europeu, em Florença, e Professor Convidado da Yale Law School, nos EUA.


 É este o currículo académico do novo Ministro adjunto do primeiro-ministro, responsável pela comunicação social e autarquias, antes a cargo de Miguel Relvas. Miguel Maduro Fica também com o QREN. 


Integrou recentemente um grupo de alto nível europeu para a liberdade e pluralismo na comunicação social.


Com este currículo (que cala qualquer cinismo da esquerda) vir para o Governo é a prova de que o país está entregue a pessoas que se dedicam à causa pública, abnegada. 


É por isso que eu gosto da Direita, porque é onde se encontra a excelência, onde se valoriza a excelência e o mérito em detrimento da solidariedadezinha (mãe da cunha).

Sinto-me assim



"O tédio é a verdade em estado puro."

Jacques Rigaut

Sinto-me assim



"O tédio é a verdade em estado puro."

Jacques Rigaut

Pré-história


 


Imagem "naturalmente" encontrada no Facebook...

Pré-história


 


Imagem "naturalmente" encontrada no Facebook...

Escrito na pedra

"Quando se ama não é preciso entender o que se passa lá fora, pois tudo passa a acontecer dentro de nós."


Clarice Lispector

Escrito na pedra

"Quando se ama não é preciso entender o que se passa lá fora, pois tudo passa a acontecer dentro de nós."


Clarice Lispector

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Clarice Lispector na Gulbenkian


 


"Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro".


Clarice Lispector




"Quando se ama não é preciso entender o que se passa lá fora, pois tudo passa a acontecer dentro de nós".


Clarice Lispector




Está na Fundação Calouste Gulbenkian uma exposição dedicada à escritora brasileira. Esta exposição está integrada nas comemorações do Ano do Brasil em Portugal.


"No ano em que passam 35 anos sobre a morte de Clarice Lispector, a Fundação Gulbenkian apresenta a exposição A hora da Estrela com textos, fac-símiles, fotografias e documentos pessoais de uma das mais destacadas vozes da literatura brasileira".


Gostava de ir ver. 


De 5 abr 2013 a 23 jun 2013.

Clarice Lispector na Gulbenkian


 


"Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro".


Clarice Lispector




"Quando se ama não é preciso entender o que se passa lá fora, pois tudo passa a acontecer dentro de nós".


Clarice Lispector




Está na Fundação Calouste Gulbenkian uma exposição dedicada à escritora brasileira. Esta exposição está integrada nas comemorações do Ano do Brasil em Portugal.


"No ano em que passam 35 anos sobre a morte de Clarice Lispector, a Fundação Gulbenkian apresenta a exposição A hora da Estrela com textos, fac-símiles, fotografias e documentos pessoais de uma das mais destacadas vozes da literatura brasileira".


Gostava de ir ver. 


De 5 abr 2013 a 23 jun 2013.