quinta-feira, 30 de junho de 2011

Menos Mal

Menos mal:


 


Sobre o imposto extraordinário equivalente a 50% do subsidio de natal, já foi esclarecido que:


 


Um português com um subsídio de Natal de 1000 euros, por exemplo, pagará o imposto em valor “equivalente” a 50% da diferença entre 1000 euros e 485 euros. Ou seja: 50% x (1000 – 485 ) = 50% x 515 euros = 257,5 euros. Ou seja, o imposto extraordinário para este exemplo de subsídio de Natal de 1000 euros seria de 257,5 euros. Mas não se sabe ainda, sublinhe-se, de que forma ele será aplicado.


 


 

Menos Mal

Menos mal:


 


Sobre o imposto extraordinário equivalente a 50% do subsidio de natal, já foi esclarecido que:


 


Um português com um subsídio de Natal de 1000 euros, por exemplo, pagará o imposto em valor “equivalente” a 50% da diferença entre 1000 euros e 485 euros. Ou seja: 50% x (1000 – 485 ) = 50% x 515 euros = 257,5 euros. Ou seja, o imposto extraordinário para este exemplo de subsídio de Natal de 1000 euros seria de 257,5 euros. Mas não se sabe ainda, sublinhe-se, de que forma ele será aplicado.


 


 

Estar longe

Estar longe é muitas vezes sinónimo de ignorância e, por vezes, desinteresse. E foi com espanto, pois vivo na paisagem, que tive conhecimento do movimento criado no Canada, em Toronto, Slut WalK, que no dia 25 de Junho chegou a Lisboa.


Eu desconhecia por completo este movimento que poderemos traduzir livremente por Passeio das Putas, e que foi criado como reacção contra a violação das mulheres e, por ósseos do oficio, das prostitutas em particular.


E eu, como ser humano que tem uma ética que se preza, de achar que ser puta não é vida para ninguém, não posso deixar de estar indiferente a a esta iniciativa que aplaudo.


 




 As fotos:


 



 



 


Estar longe

Estar longe é muitas vezes sinónimo de ignorância e, por vezes, desinteresse. E foi com espanto, pois vivo na paisagem, que tive conhecimento do movimento criado no Canada, em Toronto, Slut WalK, que no dia 25 de Junho chegou a Lisboa.


Eu desconhecia por completo este movimento que poderemos traduzir livremente por Passeio das Putas, e que foi criado como reacção contra a violação das mulheres e, por ósseos do oficio, das prostitutas em particular.


E eu, como ser humano que tem uma ética que se preza, de achar que ser puta não é vida para ninguém, não posso deixar de estar indiferente a a esta iniciativa que aplaudo.


 




 As fotos:


 



 



 


Começou a austeridade

Aí está a medida para reduzir o défice:


 


O Governo vai aplicar uma taxa de imposto extraordinário este ano, que corresponde a 50% do subsídio de natal, para  ordenados acima do salário mínimo.


 


P.S. Este imposto é para todos os rendimentos declarados. Mesmo para os profissionais liberais que não ganhem subsidio. O primeiro-ministro anunciou assim a “adopção, de carácter extraordinário, de uma contribuição especial que incidirá sobre todos os rendimentos que estão englobados no IRS, abrangendo todos os tipos de rendimentos”.

Começou a austeridade

Aí está a medida para reduzir o défice:


 


O Governo vai aplicar uma taxa de imposto extraordinário este ano, que corresponde a 50% do subsídio de natal, para  ordenados acima do salário mínimo.


 


P.S. Este imposto é para todos os rendimentos declarados. Mesmo para os profissionais liberais que não ganhem subsidio. O primeiro-ministro anunciou assim a “adopção, de carácter extraordinário, de uma contribuição especial que incidirá sobre todos os rendimentos que estão englobados no IRS, abrangendo todos os tipos de rendimentos”.

Pacman


 

Pacman


 

Notícias realmente importantes

Arábia Saudita avisa que construirá bombas nucleares se o Irão as obtiver.

Notícias realmente importantes

Arábia Saudita avisa que construirá bombas nucleares se o Irão as obtiver.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Não é para todos


 


O programa de governo parece ser um bom programa. O capítulo dedicado às finanças parece estar bem engendrado mas não é para todos!


 Há uns que "tem sebo nas canelas"que até parecem o Speedy Gonzales.

Não é para todos


 


O programa de governo parece ser um bom programa. O capítulo dedicado às finanças parece estar bem engendrado mas não é para todos!


 Há uns que "tem sebo nas canelas"que até parecem o Speedy Gonzales.

E não obstante...

Vou hoje ver o documentário de Sérgio Tréfaut - A cidade dos mortos (Cairo). O que é bom tem que ser visto e aplaudido! O pior que pode acontecer ao cinema português é cair no esquecimento. E neste particular os meios de comunicação social, nomeadamente a RTP, se quer ser um verdadeiro serviço público, tem uma importância fulcral!


 


E não obstante...

Vou hoje ver o documentário de Sérgio Tréfaut - A cidade dos mortos (Cairo). O que é bom tem que ser visto e aplaudido! O pior que pode acontecer ao cinema português é cair no esquecimento. E neste particular os meios de comunicação social, nomeadamente a RTP, se quer ser um verdadeiro serviço público, tem uma importância fulcral!


 


Uma óptima ideia


 


A primeira ideia de que há conhecimento da Secretaria de Estado da Cultura é a racionalização dos subsídios ao cinema. Já chega de subsidiodependência, e sobretudo do apoio a exercícios de masturbação intelectual que caracterizou a política da cultura em Portugal. O cinema é feito para ser visto, para ter público e é nas bilheteiras que se afere da saúde da 7ª arte, não conheço outra forma de o fazer!

Uma óptima ideia


 


A primeira ideia de que há conhecimento da Secretaria de Estado da Cultura é a racionalização dos subsídios ao cinema. Já chega de subsidiodependência, e sobretudo do apoio a exercícios de masturbação intelectual que caracterizou a política da cultura em Portugal. O cinema é feito para ser visto, para ter público e é nas bilheteiras que se afere da saúde da 7ª arte, não conheço outra forma de o fazer!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Turntable out of order

Os direitos de autor e a mentalidade legalista norte-americana condenaram o meu post

Turntable out of order

Os direitos de autor e a mentalidade legalista norte-americana condenaram o meu post

Diga 33


 


Perante um governo minimalista a coligação apresenta 33 secretários de estado. Nada de anormal é lógica das compensações.

Diga 33


 


Perante um governo minimalista a coligação apresenta 33 secretários de estado. Nada de anormal é lógica das compensações.

Diferenças


 


Rod Blagojevich, o antigo governador do estado do Illinois, foi condenado por vários crimes de corrupção e enfrenta uma pena que poderá ir até 300 anos de prisão. E por aqui como é que seria?

Diferenças


 


Rod Blagojevich, o antigo governador do estado do Illinois, foi condenado por vários crimes de corrupção e enfrenta uma pena que poderá ir até 300 anos de prisão. E por aqui como é que seria?

Garganta Funda


 


Pode-se acreditar em tudo o que se ouve, mesmo que vindo de uma espécie de "espectador comprometido"? Marcelo Rebelo de Sousa foi ultrapassado pela realidade. Afinal Bernardo Bairrão, Administrador da Media Capital, fica fora do governo tendo sido preterido pelo centrista e cabeça de lista do CDS - PP por Santarém, Filipe Lobo d' Ávila.


 


 


Ver aqui o interessante post da MTA sobre este assunto.

Garganta Funda


 


Pode-se acreditar em tudo o que se ouve, mesmo que vindo de uma espécie de "espectador comprometido"? Marcelo Rebelo de Sousa foi ultrapassado pela realidade. Afinal Bernardo Bairrão, Administrador da Media Capital, fica fora do governo tendo sido preterido pelo centrista e cabeça de lista do CDS - PP por Santarém, Filipe Lobo d' Ávila.


 


 


Ver aqui o interessante post da MTA sobre este assunto.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Adeus a um grande português


 


Morreu Salvador Caetano, um grande português. São pessoas como ele que este país precisa!

Adeus a um grande português


 


Morreu Salvador Caetano, um grande português. São pessoas como ele que este país precisa!

A ambiguidade das palavras

O Expresso publicou no último sábado um novo estatuto editorial. A primeira pergunta que nos vem à mente é porque um novo estatuto? Havia alguma coisa de mal com o anterior? A segunda coisa que nos vem à mente é porquê agora? Porque o Governo mudou? Ou porque o Director do Expresso mudou?


Lendo o que está escrito no novo estatuto editorial, chama a atenção os pontos 7 e 8:


 


7. O Expresso sabe, também, que em casos muito excepcionais, há notícias que mereciam ser publicadas em lugar de destaque, mas que não devem ser referidas, não por auto-censura ou censura interna, mas porque a sua divulgação seria eventualmente nociva ao interesse nacional. O jornal reserva-se, como é óbvio, o direito de definir, caso a caso, a aplicação deste critério.

8. O Expresso sabe, igualmente, que a publicação insistente de determinados assuntos - do crime e do sexo às baixezas da vida política e económica - poderia aumentar a venda de exemplares, mas recusa-se a alimentar qualquer tipo de sensacionalismo que ponha em perigo o jornalismo de qualidade que sempre pretendeu fazer (...).


 


Há coisas que são óbvias e implícitas e como tal não precisam de estar escritas, porque ao estarem escritas tomam forma de lei, e nessa medida tornam-se perigosas. Evidentemente que, se calhar venderia muito saber quantos políticos ou gestores são discípulos das taras strauss-khanianas, mas eu percebo que um jornal como o Expresso não as publique.  Mas é preciso isto vir escrito numa tábua de mandamentos? Não. É demasiado vago, e por isso exige logo que se elenque exaustivamente os casos que cabem neste ponto 8, sob suspeita de caber lá tudo.


O ponto 7 é mais dúbio e por isso mais criticável. O que são casos muito excepcionais? Até onde vai esse conceito? "O jornal reserva-se o direito de definir caso a caso a aplicação deste critério", apetece-me perguntar logo: Querem um lápis azul?


 


Depois de defender a independência do jornal e dos jornalistas, o jornal parece desorientado numa sucessão de normas que contradizem as anteriores. Reparem :


"1. O Expresso defende, desde sempre, a liberdade de expressão e a liberdade de informar, bem como repudia qualquer forma de censura ou pressão (...)" para depois dizer no ponto 7. "há notícias que mereciam ser publicadas em lugar de destaque, mas que não devem ser referidas"


 


"5. O Expresso sabe, que é indispensável, em cada momento, distinguir entre as notícias - que deverão ser, tanto quanto possível, objectivas, circunscrevendo-se à narração, à relacionação e à análise dos factos para cujo apuramento devem ser ouvidas as diversas partes - e as opiniões que deverão ser assinadas por quem as defende, claramente identificáveis e publicadas em termos de pluralismo". Para logo dizer: "


O Expresso toma posição através de editoriais não assinados que vinculam a posição do jornal".


 


Já que insistem em regras, então falta aqui uma regra fundamental:


Os jornalistas podem não se rever na opinião editorial do jornal não assinado... e isso devia estar salvaguardado. Porque ao não estar assinado o jornal impõe uma ideologia a todos os jornalistas. Pode-se sempre cair na ditadura do politicamente correcto, que é em si, um obstáculo à liberdade de pensamento e de expressão.


Depois é preciso ver que a imparcialidade pura não existe. Basta escolher uns factos em detrimento de outros e já se está a cair na falta de parcialidade.


 


Pelo que o melhor é deixarmo-nos guiar pelo velhinho BOM SENSO.

A ambiguidade das palavras

O Expresso publicou no último sábado um novo estatuto editorial. A primeira pergunta que nos vem à mente é porque um novo estatuto? Havia alguma coisa de mal com o anterior? A segunda coisa que nos vem à mente é porquê agora? Porque o Governo mudou? Ou porque o Director do Expresso mudou?


Lendo o que está escrito no novo estatuto editorial, chama a atenção os pontos 7 e 8:


 


7. O Expresso sabe, também, que em casos muito excepcionais, há notícias que mereciam ser publicadas em lugar de destaque, mas que não devem ser referidas, não por auto-censura ou censura interna, mas porque a sua divulgação seria eventualmente nociva ao interesse nacional. O jornal reserva-se, como é óbvio, o direito de definir, caso a caso, a aplicação deste critério.

8. O Expresso sabe, igualmente, que a publicação insistente de determinados assuntos - do crime e do sexo às baixezas da vida política e económica - poderia aumentar a venda de exemplares, mas recusa-se a alimentar qualquer tipo de sensacionalismo que ponha em perigo o jornalismo de qualidade que sempre pretendeu fazer (...).


 


Há coisas que são óbvias e implícitas e como tal não precisam de estar escritas, porque ao estarem escritas tomam forma de lei, e nessa medida tornam-se perigosas. Evidentemente que, se calhar venderia muito saber quantos políticos ou gestores são discípulos das taras strauss-khanianas, mas eu percebo que um jornal como o Expresso não as publique.  Mas é preciso isto vir escrito numa tábua de mandamentos? Não. É demasiado vago, e por isso exige logo que se elenque exaustivamente os casos que cabem neste ponto 8, sob suspeita de caber lá tudo.


O ponto 7 é mais dúbio e por isso mais criticável. O que são casos muito excepcionais? Até onde vai esse conceito? "O jornal reserva-se o direito de definir caso a caso a aplicação deste critério", apetece-me perguntar logo: Querem um lápis azul?


 


Depois de defender a independência do jornal e dos jornalistas, o jornal parece desorientado numa sucessão de normas que contradizem as anteriores. Reparem :


"1. O Expresso defende, desde sempre, a liberdade de expressão e a liberdade de informar, bem como repudia qualquer forma de censura ou pressão (...)" para depois dizer no ponto 7. "há notícias que mereciam ser publicadas em lugar de destaque, mas que não devem ser referidas"


 


"5. O Expresso sabe, que é indispensável, em cada momento, distinguir entre as notícias - que deverão ser, tanto quanto possível, objectivas, circunscrevendo-se à narração, à relacionação e à análise dos factos para cujo apuramento devem ser ouvidas as diversas partes - e as opiniões que deverão ser assinadas por quem as defende, claramente identificáveis e publicadas em termos de pluralismo". Para logo dizer: "


O Expresso toma posição através de editoriais não assinados que vinculam a posição do jornal".


 


Já que insistem em regras, então falta aqui uma regra fundamental:


Os jornalistas podem não se rever na opinião editorial do jornal não assinado... e isso devia estar salvaguardado. Porque ao não estar assinado o jornal impõe uma ideologia a todos os jornalistas. Pode-se sempre cair na ditadura do politicamente correcto, que é em si, um obstáculo à liberdade de pensamento e de expressão.


Depois é preciso ver que a imparcialidade pura não existe. Basta escolher uns factos em detrimento de outros e já se está a cair na falta de parcialidade.


 


Pelo que o melhor é deixarmo-nos guiar pelo velhinho BOM SENSO.

Queijo?

Quando li que Daniel Campelo vai ser o próximo Secretário de Estado da Agricultura só uma palavra veio à mente: Queijo!


Porque será? 


 




Queijo?

Quando li que Daniel Campelo vai ser o próximo Secretário de Estado da Agricultura só uma palavra veio à mente: Queijo!


Porque será? 


 




domingo, 26 de junho de 2011

Paspalho completo

Neste país. desde que ele se foi nada acontece...até chateia. Mas não é disso que os blogues vivem, o seu O2?

Paspalho completo

Neste país. desde que ele se foi nada acontece...até chateia. Mas não é disso que os blogues vivem, o seu O2?

sábado, 25 de junho de 2011

Feitiço

Um grande tema dos Demon Fuzz.


Simplesmente genial esta música de 1970. Um clássico.


 


 


Feitiço

Um grande tema dos Demon Fuzz.


Simplesmente genial esta música de 1970. Um clássico.


 


 


sexta-feira, 24 de junho de 2011

Morreu o fantástico detective Colombo

Peter Falk, sofria de Alzheimer. Acabei de ler no Facebook que morreu, aos 83 anos. Era um actor fantástico, e a série, para quem como eu gosta de policiais, era um must!


 


Morreu o fantástico detective Colombo

Peter Falk, sofria de Alzheimer. Acabei de ler no Facebook que morreu, aos 83 anos. Era um actor fantástico, e a série, para quem como eu gosta de policiais, era um must!


 


Bate fundo...bem fundo e era uma vez uma estrela

Quase que daria para fazer um triste poema, mas a realidade é esta mesmo.  Amy Winehouse já deu o que tinha a dar! Depois da triste figura no Rock in Rio ela brindou os sérvio, recentemente em Belgrado, com um espectáculo deplorante. Resultado imediato: ela cancelou todos os espectáculos marcados para este verão, incluindo o Festival do Sudoeste. A estrela ficou (de)cadente!


 




Bate fundo...bem fundo e era uma vez uma estrela

Quase que daria para fazer um triste poema, mas a realidade é esta mesmo.  Amy Winehouse já deu o que tinha a dar! Depois da triste figura no Rock in Rio ela brindou os sérvio, recentemente em Belgrado, com um espectáculo deplorante. Resultado imediato: ela cancelou todos os espectáculos marcados para este verão, incluindo o Festival do Sudoeste. A estrela ficou (de)cadente!


 




E você já pensou ser um "worldwide" DJ?


 


Não? Se sim o Turntable.fm é o site do momento feito à sua medida e  basta estar "logado" no seu Facebook ou no Twiter.

E você já pensou ser um "worldwide" DJ?


 


Não? Se sim o Turntable.fm é o site do momento feito à sua medida e  basta estar "logado" no seu Facebook ou no Twiter.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Bandas Intemporais XVII

Marillion No One Can

Bandas Intemporais XVII

Marillion No One Can

Pesadelos com cera.


 


O Projecto Nightmares on Wax - o alter ego de George Evelyn, aka DJ EASE (Experimental Sample Expert) é uma referência obrigatória da música electrónica de que este "You Wish" do álbum "In a Space Outta Sound é um bom exemplo. Serve também para  provar de que há pesadelos e pesadelos, sobretudo se estes vierem bem encerados!


  


Pesadelos com cera.


 


O Projecto Nightmares on Wax - o alter ego de George Evelyn, aka DJ EASE (Experimental Sample Expert) é uma referência obrigatória da música electrónica de que este "You Wish" do álbum "In a Space Outta Sound é um bom exemplo. Serve também para  provar de que há pesadelos e pesadelos, sobretudo se estes vierem bem encerados!


  


Elogio dos grandes músicos

 



Goran Bregovic é muito provavelmente o melhor músicos dos Balcãs, responsável sobre tudo pelas bandas sonoras dos filmes de Emir Kusturica. Entres este podemos destacar "O tempo dos ciganos", "Arizona Dream" e "Underground". Ele também foi o responsável pela música do fantástico "Quatro casamentos e um funeral" de Mike Newell.

Elogio dos grandes músicos

 



Goran Bregovic é muito provavelmente o melhor músicos dos Balcãs, responsável sobre tudo pelas bandas sonoras dos filmes de Emir Kusturica. Entres este podemos destacar "O tempo dos ciganos", "Arizona Dream" e "Underground". Ele também foi o responsável pela música do fantástico "Quatro casamentos e um funeral" de Mike Newell.

Nunca mais

Uma grande canção para iniciar bem este dia de 23 de Junho de 2011, dia do Corpo de Deus.


 



Nunca Mais, nunca mais, nunca mais


Mergulho em rio que eu não sei a fonte
Escuto um samba sem lembrar de ontem
Quero fazer de tudo a qualquer preço
Entrego o jogo pra quem não conheço


Quero um tempo de paz
Não preciso mais ao final do dia
É menos vale mais
Quando se quer paz ao final do dia


Nunca Mais, nunca mais, nunca mais


Confunda minha doçura com burrice
Eu levo a sério o que qualquer um disse
Pense que amigo aceita e engole tudo
Faço de conta que sou surdo e mudo


Quero um tempo de paz
Não preciso mais ao final do dia
É menos vale mais
Quando se quer paz ao final do dia

Nunca mais

Uma grande canção para iniciar bem este dia de 23 de Junho de 2011, dia do Corpo de Deus.


 



Nunca Mais, nunca mais, nunca mais


Mergulho em rio que eu não sei a fonte
Escuto um samba sem lembrar de ontem
Quero fazer de tudo a qualquer preço
Entrego o jogo pra quem não conheço


Quero um tempo de paz
Não preciso mais ao final do dia
É menos vale mais
Quando se quer paz ao final do dia


Nunca Mais, nunca mais, nunca mais


Confunda minha doçura com burrice
Eu levo a sério o que qualquer um disse
Pense que amigo aceita e engole tudo
Faço de conta que sou surdo e mudo


Quero um tempo de paz
Não preciso mais ao final do dia
É menos vale mais
Quando se quer paz ao final do dia

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Depressão pós-socrática


 


Ao ler este bom post, absolutamente pertinaz, do Duarte Calvão, no Corta-fitas, chego à conclusão que esta letargia não se aplica só aos meios de comunicação social, de que o referido blog também parece ser vítima. Será uma depressão pós-socrática?

Depressão pós-socrática


 


Ao ler este bom post, absolutamente pertinaz, do Duarte Calvão, no Corta-fitas, chego à conclusão que esta letargia não se aplica só aos meios de comunicação social, de que o referido blog também parece ser vítima. Será uma depressão pós-socrática?

Tempos modernos II

Notícias do dia:


 


Passos Coelho ordenou a mudança da classe executiva para económica do seu bilhete para o voo de amanhã, para Bruxelas, onde vai participar na reunião com os restantes chefes de governo da União Europeia . A mudança aplica-se aos seus quatro acompanhantes. A TOP Atlântico, que trabalha com o Governo, apelidou a medida de inédita.


 


Primeiro Ministro só dá uma semana de férias em Agosto aos Ministros e 15 dias aos Deputados do PSD.


 


Tirem as vossas conclusões!

Tempos modernos II

Notícias do dia:


 


Passos Coelho ordenou a mudança da classe executiva para económica do seu bilhete para o voo de amanhã, para Bruxelas, onde vai participar na reunião com os restantes chefes de governo da União Europeia . A mudança aplica-se aos seus quatro acompanhantes. A TOP Atlântico, que trabalha com o Governo, apelidou a medida de inédita.


 


Primeiro Ministro só dá uma semana de férias em Agosto aos Ministros e 15 dias aos Deputados do PSD.


 


Tirem as vossas conclusões!

Tempos modernos

Tempos modernos

Lixo?


 


Assim vai segundo o pessoal simpático da Moody's a saúde financeira do Banif!

Lixo?


 


Assim vai segundo o pessoal simpático da Moody's a saúde financeira do Banif!

Facta est lux


Alguém mais inteligente do que eu - o que não deve ser difícil de se encontrar por ai - explica a noticia do Económico, segundo a qual a "Factura da luz com custos políticos discriminados chega em Agosto"? O que raio é isto de custos políticos discriminados? Como não sou político deixarei de pagar a luz? Alguém ensina esta malta a fazer títulos jornalísticos?


 

Facta est lux


Alguém mais inteligente do que eu - o que não deve ser difícil de se encontrar por ai - explica a noticia do Económico, segundo a qual a "Factura da luz com custos políticos discriminados chega em Agosto"? O que raio é isto de custos políticos discriminados? Como não sou político deixarei de pagar a luz? Alguém ensina esta malta a fazer títulos jornalísticos?


 

Silly season

Assis quer primeiro-ministro escolhido em primárias abertas à sociedade.


Eis uma ideia interessante; a prova provada que a silly season já começou. E já agora, porque vivemos em democracia e como também tenho direito à minha silly season, porque não escolher o pato Donald para Secretário-geral dos socialistas? 


 




Silly season

Assis quer primeiro-ministro escolhido em primárias abertas à sociedade.


Eis uma ideia interessante; a prova provada que a silly season já começou. E já agora, porque vivemos em democracia e como também tenho direito à minha silly season, porque não escolher o pato Donald para Secretário-geral dos socialistas? 


 




terça-feira, 21 de junho de 2011

Que os santinhos nos valham!

Que os santinhos nos valham!

Fumaça

Acabo de ler que a fumaça lançada pelo vulcão chileno levou ao cancelamento de diversos voos na Austrália, e vendo o ar paciente daqueles que foram obrigados a ficar em terra, recordo as palavras proferidas por Pinheiro de Azevedo, no Terreiro do Paço, em pleno PREC: "O povo é sereno é só fumaça".


 


Fumaça

Acabo de ler que a fumaça lançada pelo vulcão chileno levou ao cancelamento de diversos voos na Austrália, e vendo o ar paciente daqueles que foram obrigados a ficar em terra, recordo as palavras proferidas por Pinheiro de Azevedo, no Terreiro do Paço, em pleno PREC: "O povo é sereno é só fumaça".


 


O peso das palavras


 


Depois ter sido chumbado, eu pensei que Fernando Nobre fosse uma pessoa de palavra e que, portanto, renunciaria ao cargo de deputado. Mas não, ele foi inconsequente e afirmou aos microfones dos meios de comunicação que iria assumir o seu lugar em São Bento. Desta forma Nobre presta um bom serviço à democracia. Porque pensar-se que a democracia é compatível com arrufos e amuos é meio caminho para o seu descrédito. Por outro lado, não obstante o seu ziguezague ideológico – ora apoia os Bloquista, ora é candidatado eleito pelo PSD - ele tem um capital humano e profissional que não pode ser desbaratado. Ontem, perdeu-se um mau Presidente da Assembleia da República e, como penso, ganhou-se um bom deputado. Só espero que o tempo me dê razão!


 

O peso das palavras


 


Depois ter sido chumbado, eu pensei que Fernando Nobre fosse uma pessoa de palavra e que, portanto, renunciaria ao cargo de deputado. Mas não, ele foi inconsequente e afirmou aos microfones dos meios de comunicação que iria assumir o seu lugar em São Bento. Desta forma Nobre presta um bom serviço à democracia. Porque pensar-se que a democracia é compatível com arrufos e amuos é meio caminho para o seu descrédito. Por outro lado, não obstante o seu ziguezague ideológico – ora apoia os Bloquista, ora é candidatado eleito pelo PSD - ele tem um capital humano e profissional que não pode ser desbaratado. Ontem, perdeu-se um mau Presidente da Assembleia da República e, como penso, ganhou-se um bom deputado. Só espero que o tempo me dê razão!


 

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Como é que se Esquece Alguém que se Ama? (Miguel Esteves Cardoso)

Como é que se Esquece Alguém que se Ama?


 


Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.

Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'


 


 

Como é que se Esquece Alguém que se Ama? (Miguel Esteves Cardoso)

Como é que se Esquece Alguém que se Ama?


 


Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.

Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'


 


 

Chumbado



E agora como será?

Chumbado



E agora como será?

O caos e o amor


 


Em Vancouver no meio do terror que os adeptos da equipe hóquei transformaram a cidade há quem tenha aproveitado para amar, o que é caso para dizer que no caos gerou-se amor!

O caos e o amor


 


Em Vancouver no meio do terror que os adeptos da equipe hóquei transformaram a cidade há quem tenha aproveitado para amar, o que é caso para dizer que no caos gerou-se amor!

Porque será?

Estou a seguir o processo de eleição do futuro Presidente da Assembleia de República e sinto-o (o Nobre Fernando) nervoso. Porque será?


 


 


 

Porque será?

Estou a seguir o processo de eleição do futuro Presidente da Assembleia de República e sinto-o (o Nobre Fernando) nervoso. Porque será?


 


 


 

domingo, 19 de junho de 2011

Lucidez

A lucidez do Ministro da Educação


 


Lucidez

A lucidez do Ministro da Educação


 


sábado, 18 de junho de 2011

Assim se vê a força de Belmiro


 



 


Este foi um acontecimento inédito, em nome da promoção dos produtos portugueses o Continente, do nortenho Belmiro de Azevedo, ocupou a Avenida mais importante de Lisboa, transformando-a numa feira agrícola. Não faltaram os currais, as carroças, as hortas, o pomar, nem o folclore.


Para arrematar o acontecimento, nada melhor que Tony Carrera, a grande estrela do Portugal rústico.

Assim se vê a força de Belmiro


 



 


Este foi um acontecimento inédito, em nome da promoção dos produtos portugueses o Continente, do nortenho Belmiro de Azevedo, ocupou a Avenida mais importante de Lisboa, transformando-a numa feira agrícola. Não faltaram os currais, as carroças, as hortas, o pomar, nem o folclore.


Para arrematar o acontecimento, nada melhor que Tony Carrera, a grande estrela do Portugal rústico.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A árdua tarefa de gerir a Cultura


 


A cultura é uma arma contra o preconceito, contra a preguiça, contra a desonestidade e contra a falta de sentido crítico próprio. Mas a aposta na cultura não é abrir um "museuseco" aqui e ali, ou organizar eventos de moda, não é gerir guerrinhas de comadres nos teatros.


Investir na cultura é pôr as crianças desde a pré-primária a aprender a distinguir Mozart de Beethoven, a aprender história de arte desde a primária, é proporcionar o gosto pela literatura, é criar sentido crítico, incentivar a criatividade e a expressão artística, ensinar que a estética é um devir. No fundo é ensinar o gosto pelo belo.


Portanto uma difícil tarefa.


 


Não é possível apostar na cultura sem a associar à educação.


 


O escritor Francisco José Viegas, que é o responsável pela editora Quetzal e colunista do Correio da Manhã, vai ser o próximo secretário de Estado da Cultura. Tal como tinha sido anunciado por Pedro Passos Coelho durante a campanha eleitoral, essa área deixa de ter ministério, ficando sob a alçada directa do primeiro-ministro.

A árdua tarefa de gerir a Cultura


 


A cultura é uma arma contra o preconceito, contra a preguiça, contra a desonestidade e contra a falta de sentido crítico próprio. Mas a aposta na cultura não é abrir um "museuseco" aqui e ali, ou organizar eventos de moda, não é gerir guerrinhas de comadres nos teatros.


Investir na cultura é pôr as crianças desde a pré-primária a aprender a distinguir Mozart de Beethoven, a aprender história de arte desde a primária, é proporcionar o gosto pela literatura, é criar sentido crítico, incentivar a criatividade e a expressão artística, ensinar que a estética é um devir. No fundo é ensinar o gosto pelo belo.


Portanto uma difícil tarefa.


 


Não é possível apostar na cultura sem a associar à educação.


 


O escritor Francisco José Viegas, que é o responsável pela editora Quetzal e colunista do Correio da Manhã, vai ser o próximo secretário de Estado da Cultura. Tal como tinha sido anunciado por Pedro Passos Coelho durante a campanha eleitoral, essa área deixa de ter ministério, ficando sob a alçada directa do primeiro-ministro.

Satélites com amor!

Cuba tornou-se em satélite da Venezuela ou será ao contrário? O que interessa quando o que está em jogo não é mais do que uma demonstração de amor, um verdadeiro Satelite of Love?




Satélites com amor!

Cuba tornou-se em satélite da Venezuela ou será ao contrário? O que interessa quando o que está em jogo não é mais do que uma demonstração de amor, um verdadeiro Satelite of Love?




O elogio do fair play

 



Como é bonito o fair play!


Como o desporto é capaz de tornar as pessoas em verdadeiros animais!

O elogio do fair play

 



Como é bonito o fair play!


Como o desporto é capaz de tornar as pessoas em verdadeiros animais!

Quantos Paulos existem?

Num exercício de memória e num esforço notável de se recuperar um tempo pretérito e que por isso deveria ser indizível, encontrei neste blog – de que fiquei seguidor – as metamorfoses de Paulo Portas. Quanto à questão inicial descobrimos que existem, pelo menos, dois Paulos: o Paulo apolítico e “independente”e o Paulo do poder - sem esquecer o Paulo das feiras...


O primeiro resta em paz nesse pretérito mais que perfeito. O outro está ai, bem vivo com “q.b” de poder para, como desejamos, nos tirar do lamaçal a que nos remeteram!


 


Quantos Paulos existem?

Num exercício de memória e num esforço notável de se recuperar um tempo pretérito e que por isso deveria ser indizível, encontrei neste blog – de que fiquei seguidor – as metamorfoses de Paulo Portas. Quanto à questão inicial descobrimos que existem, pelo menos, dois Paulos: o Paulo apolítico e “independente”e o Paulo do poder - sem esquecer o Paulo das feiras...


O primeiro resta em paz nesse pretérito mais que perfeito. O outro está ai, bem vivo com “q.b” de poder para, como desejamos, nos tirar do lamaçal a que nos remeteram!


 


quinta-feira, 16 de junho de 2011

O filme que eles viram

Ou eles não estudaram patavina e copiram ou simplesmente são estupidos, pois também os há! Pouco importa! O que não podemos aceitar é que, em vez de terem sido reprovados ou repetirem a prova, os futuros magistrados tenham recebido a nota mínima, ou seja, numa demonstrção que neste país o crime compensa MESMO!

O filme que eles viram

Ou eles não estudaram patavina e copiram ou simplesmente são estupidos, pois também os há! Pouco importa! O que não podemos aceitar é que, em vez de terem sido reprovados ou repetirem a prova, os futuros magistrados tenham recebido a nota mínima, ou seja, numa demonstrção que neste país o crime compensa MESMO!

E eles tiveram cabeça


 


A situação é lamentável e a atitude do Partido Socialista digna de um partido que (também) sabe ter sentido de estado (com a excepção de José Lello), pois seria, a todos os níveis patético, prolongar esta novela cujos os efeitos reais seriam particularmente inúteis, e de que nada serviria.


 


Ganhou o bom senso!


 


 

E eles tiveram cabeça


 


A situação é lamentável e a atitude do Partido Socialista digna de um partido que (também) sabe ter sentido de estado (com a excepção de José Lello), pois seria, a todos os níveis patético, prolongar esta novela cujos os efeitos reais seriam particularmente inúteis, e de que nada serviria.


 


Ganhou o bom senso!