terça-feira, 30 de novembro de 2010

Depois de muito pensar...

Conclui:


 


NÃO QUERO CÁ O FMI!

Depois de muito pensar...

Conclui:


 


NÃO QUERO CÁ O FMI!

A história de Mark Zuckerberg, o autor do Facebook

 


 O Filme de David Fincher


 


"The Social Network" e como o desgosto de amor é um poderoso catalisador criativo.


 



 

A história de Mark Zuckerberg, o autor do Facebook

 


 O Filme de David Fincher


 


"The Social Network" e como o desgosto de amor é um poderoso catalisador criativo.


 



 

Amanhã comemora-se a Restauração da Independência, hoje conjura-se!










370º Aniversário da Restauração da Independência de Portugal – Jantar dos Conjurados hoje no Convento do Beato.


Amanhã comemora-se a Restauração da Independência, hoje conjura-se!










370º Aniversário da Restauração da Independência de Portugal – Jantar dos Conjurados hoje no Convento do Beato.


Afinal parece que a insolvência de Portugal não passa de .... uma "obsessão dos jornalistas"


 «O primeiro-ministro, José Sócrates, propôs hoje em Tripoli a realização de uma conferência sobre energias renováveis em Lisboa e recusou falar sobre a situação económica portuguesa, a que chamou "uma obsessão" dos jornalistas». Quando se constrói a realidade nos alicerces das aparências, cai-se no engodo de achar que mudando as aparências, se muda a realidade. Mas já dizia Woody Allen: "E se tudo for uma ilusão e nada existir? Nesse caso, não há dúvida que paguei demais por aquele tapete novo".



Afinal parece que a insolvência de Portugal não passa de .... uma "obsessão dos jornalistas"


 «O primeiro-ministro, José Sócrates, propôs hoje em Tripoli a realização de uma conferência sobre energias renováveis em Lisboa e recusou falar sobre a situação económica portuguesa, a que chamou "uma obsessão" dos jornalistas». Quando se constrói a realidade nos alicerces das aparências, cai-se no engodo de achar que mudando as aparências, se muda a realidade. Mas já dizia Woody Allen: "E se tudo for uma ilusão e nada existir? Nesse caso, não há dúvida que paguei demais por aquele tapete novo".



domingo, 28 de novembro de 2010

Revivalismo


 


Ontem, numa festa, voltei a ouvir a banda que tocava no News na minha adolescência. Uma banda de amigos: os SG. Iguais ao que eram...


 


 

Revivalismo


 


Ontem, numa festa, voltei a ouvir a banda que tocava no News na minha adolescência. Uma banda de amigos: os SG. Iguais ao que eram...


 


 

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A ler

A ler

O meu palpite

Anteontem saiu para os jornais que o Ministro das Finanças convocou os banqueiros dos quatro maiores bancos. Depois desmarcou.


 


O meu palpite é que Teixeira dos Santos queria "partilhar" com os banqueiros a pressão que tem sofrido da União Europeia para pedir ajuda ao FMI. E queria saber que tipo de consequências poderia isso vir a ter para a capacidade de financiamento dos bancos portugueses. É só um palpite.


 


 

O meu palpite

Anteontem saiu para os jornais que o Ministro das Finanças convocou os banqueiros dos quatro maiores bancos. Depois desmarcou.


 


O meu palpite é que Teixeira dos Santos queria "partilhar" com os banqueiros a pressão que tem sofrido da União Europeia para pedir ajuda ao FMI. E queria saber que tipo de consequências poderia isso vir a ter para a capacidade de financiamento dos bancos portugueses. É só um palpite.


 


 

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Portugal a 24 de Novembro de 2010

Título do britânico The Times:


 General strike brings Portugal to standstill as bailout fears grow


 


Portugal ground to a halt yesterday as unions staged...delays after most flights in and out of Portugal were cancelled. More than three quarters...produces an average of 500 cars a day and is Portugal’s biggest exporter. There was sporadic...


 


 Título da CNN (USA)


Portuguese workers walk out to protest austerity measures




By the CNN Wire Staff

November 24, 2010 5:40 p.m. EST



 

Lisbon, Portugal (CNN) -- An estimated 3 million workers walked off the job Wednesday in Portugal's first general strike in 22 years, a protest against austerity measures imposed by a government under market pressure to cut spending.

 

Título do francês Le Monde



Grève générale massive contre l'austérité au Portugal


LEMONDE.FR avec AFP et Reuters


 


Título do Espanhol El País


Los sindicatos dicen que Portugal ha realizado la mayor huelga general de la historia


Por primera vez en 22 años, las dos principales agrupaciones de trabajadores se han unido para protestar por las medidas de austeridad


 



 




Portugal a 24 de Novembro de 2010

Título do britânico The Times:


 General strike brings Portugal to standstill as bailout fears grow


 


Portugal ground to a halt yesterday as unions staged...delays after most flights in and out of Portugal were cancelled. More than three quarters...produces an average of 500 cars a day and is Portugal’s biggest exporter. There was sporadic...


 


 Título da CNN (USA)


Portuguese workers walk out to protest austerity measures




By the CNN Wire Staff

November 24, 2010 5:40 p.m. EST



 

Lisbon, Portugal (CNN) -- An estimated 3 million workers walked off the job Wednesday in Portugal's first general strike in 22 years, a protest against austerity measures imposed by a government under market pressure to cut spending.

 

Título do francês Le Monde



Grève générale massive contre l'austérité au Portugal


LEMONDE.FR avec AFP et Reuters


 


Título do Espanhol El País


Los sindicatos dicen que Portugal ha realizado la mayor huelga general de la historia


Por primera vez en 22 años, las dos principales agrupaciones de trabajadores se han unido para protestar por las medidas de austeridad


 



 




terça-feira, 23 de novembro de 2010

No TVI 24

A estas horas deparei-me com uma intervenção inteligente de António Pires de Lima, a propósito da Greve Geral de hoje. Na TVI a convite de Constança Cunha e Sá, António Pires de Lima explicou que Portugal terá de se refinanciar em 40 mil milhões em 2011, e que se continuar a estas taxas (7% ou 8%) estas medidas de austeridade não vão chegar, e se calhar, por muito humilhante que seja, devíamos pensar em pedir ajuda ao FMI porque nos permite financiar a taxas mais baixas. Diz Pires de Lima que estas medidas (tomadas à força por este Governo que se pudesse continuaria a fazer tudo para evitar confrontar-se com a realidade) são injustas porque vão buscar aos salários o dinheiro para pagar exclusivamente a diferença dos juros da dívida.


 


Ou seja, estes sacrifícios nem sequer servem para melhorar a economia. Servem para ajudar o Estado a pagar a exagerada dívida pública que contraiu ao longo do tempo...

No TVI 24

A estas horas deparei-me com uma intervenção inteligente de António Pires de Lima, a propósito da Greve Geral de hoje. Na TVI a convite de Constança Cunha e Sá, António Pires de Lima explicou que Portugal terá de se refinanciar em 40 mil milhões em 2011, e que se continuar a estas taxas (7% ou 8%) estas medidas de austeridade não vão chegar, e se calhar, por muito humilhante que seja, devíamos pensar em pedir ajuda ao FMI porque nos permite financiar a taxas mais baixas. Diz Pires de Lima que estas medidas (tomadas à força por este Governo que se pudesse continuaria a fazer tudo para evitar confrontar-se com a realidade) são injustas porque vão buscar aos salários o dinheiro para pagar exclusivamente a diferença dos juros da dívida.


 


Ou seja, estes sacrifícios nem sequer servem para melhorar a economia. Servem para ajudar o Estado a pagar a exagerada dívida pública que contraiu ao longo do tempo...

Bruno Aleixo no Hospital

Bruno Aleixo no Hospital

Cérebros fogem de Portugal...

O Público põe na primeira página: «A geração mais qualificada de sempre está a deixar o país». Pois pudera, as oportunidades aqui só surgem depois de serem valorizados lá fora...


 


Lembrei-me de uma capa antiga de um jornal que dizia «Cérebros fogem de Portugal» e que acrescento, alguns deixam cá os donos!

Cérebros fogem de Portugal...

O Público põe na primeira página: «A geração mais qualificada de sempre está a deixar o país». Pois pudera, as oportunidades aqui só surgem depois de serem valorizados lá fora...


 


Lembrei-me de uma capa antiga de um jornal que dizia «Cérebros fogem de Portugal» e que acrescento, alguns deixam cá os donos!

A Luz do Mundo


Chega no fim do mês a Portugal o livro de Bento XVI onde entre outras coisas relembra que a homossexualidade é contra Deus.

A Luz do Mundo


Chega no fim do mês a Portugal o livro de Bento XVI onde entre outras coisas relembra que a homossexualidade é contra Deus.

domingo, 21 de novembro de 2010

Bento XVI: "É verdadeiramente necessária uma humanização da sexualidade".

Não foi para mim novidade o pensamento do Papa Bento XVI sobre o preservativo. Eu sempre deduzi que para a Igreja, como guardiã do valor da vida e do amor, o problema não era condenar o uso do preservativo em casos extremos, em que uma das pessoas de um casal pode morrer por o outro ter SIDA ou qualquer outra doença sexualmente transmissível. Ou o problema não era o uso do preservativo quando há risco de vida, porque a vida é sempre um bem maior.


A Igreja só não falou mais cedo nisto, porque as pessoas, que estão ávidas que se baixem as armas morais para se libertarem do peso da culpa da sua sexualidade sem alma, iriam (como está a acontecer) aproveitar isso para dizer que o Papa defende o preservativo. Evidentemente que nem a Igreja, nem o Papa, como seu chefe, podem ao mesmo tempo defender a vida e uma medida anti-vida, como o é o preservativo. O Papa não defende o uso do preservativo como regra da sexualidade, defende-o quando há risco de vida.... o que é totalmente diferente.


 


Aliás no seu livro, Bento XVI acaba por revelar que "as pessoas não vêem na sexualidade a expressão do seu amor, mas apenas uma espécie de droga”. O que demonstra uma grande lucidez sobre a vida quotidiana nos dias de hoje.


 


Bento XVI defende a "camisinha" para proteger a vida, ao mesmo tempo que assume a luta contra a banalização da sexualidade, que diz, "é parte do grande esforço para que a sexualidade seja valorizada positivamente e possa exercer o seu efeito positivo sobre o ser humano na sua totalidade".


 


Brilhante Bento XVI!

Bento XVI: "É verdadeiramente necessária uma humanização da sexualidade".

Não foi para mim novidade o pensamento do Papa Bento XVI sobre o preservativo. Eu sempre deduzi que para a Igreja, como guardiã do valor da vida e do amor, o problema não era condenar o uso do preservativo em casos extremos, em que uma das pessoas de um casal pode morrer por o outro ter SIDA ou qualquer outra doença sexualmente transmissível. Ou o problema não era o uso do preservativo quando há risco de vida, porque a vida é sempre um bem maior.


A Igreja só não falou mais cedo nisto, porque as pessoas, que estão ávidas que se baixem as armas morais para se libertarem do peso da culpa da sua sexualidade sem alma, iriam (como está a acontecer) aproveitar isso para dizer que o Papa defende o preservativo. Evidentemente que nem a Igreja, nem o Papa, como seu chefe, podem ao mesmo tempo defender a vida e uma medida anti-vida, como o é o preservativo. O Papa não defende o uso do preservativo como regra da sexualidade, defende-o quando há risco de vida.... o que é totalmente diferente.


 


Aliás no seu livro, Bento XVI acaba por revelar que "as pessoas não vêem na sexualidade a expressão do seu amor, mas apenas uma espécie de droga”. O que demonstra uma grande lucidez sobre a vida quotidiana nos dias de hoje.


 


Bento XVI defende a "camisinha" para proteger a vida, ao mesmo tempo que assume a luta contra a banalização da sexualidade, que diz, "é parte do grande esforço para que a sexualidade seja valorizada positivamente e possa exercer o seu efeito positivo sobre o ser humano na sua totalidade".


 


Brilhante Bento XVI!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O panfleto ideológico

Emana de Inside Job um tal moralismo popularucho, fácil e óbvio, que o filme de Charles Ferguson mais parece um panfleto ideológico de esquerda. E mesmo assim entra num beco sem saída, quando ao tentar ser isento e pôr no banco dos réus os republicanos e os democratas (os republicanos mais que os democratas, note-se) acaba por ir parar a defensor da Europa. Ora a Europa também está como está, pelo que não serve de exaltação a ninguém.


Podemos começar por perguntar onde é que estava Charles Ferguson, quando os produtos financeiros sofisticados eram a estrela cadente do sistema financeiro e davam milhões? É que é muito fácil ser Cassandra depois do 'desaire', ou numa versão mais senso comum, os melhores prognósticos são sempre no fim do jogo. Gostava de dizer a Charles Ferguson, que põe na voz off de Matt Damon as perguntas tendenciosas aos agentes da "crise do subprime", que era uma prática de boa gestão os investimentos em activos terem como "rede" a aposta na queda desses activos. Essa era uma forma de minimizar o risco. Apostava-se num movimento e no seu contrário. O que não é forçosamente o mesmo que dizer que os banqueiros, qual bando de malfeitores, enganavam os clientes quando vendiam um activo e apostavam na sua queda. Há os que enganaram e os que não enganaram. Depois faltou no filme, explicar a filosofia inerente ao subprime: foi uma ideologia barata de esquerda (semelhante à desta fita) que pôs os bancos a emprestar dinheiro a todos os americanos, ainda que pudessem não ter dinheiro. Uma filosofia bem intencionada, de igualdade de oportunidades, defendida por Clinton que consistia em criar condições para que cada americano tivesse uma casa. Pois bem, com a ajuda de Alan Greenspan, e da flexibilização das regras para dar impulso à criatividade financeira, vista então como uma benesse, criou-se o crédito de alto risco "subprime". Alto risco, logo alta rentabilidade. Ninguém se lembrou, no filme, de perguntar se os clientes "enganados", na altura queriam investir em produtos conservadores de baixo rendimento? O mais provável é que não se contentassem com juros de um depósito a prazo, clientes tanto particulares como instituicionais, como os fundos de pensões de que fala o filme.


Ferguson surge aqui como a Leni Reifenstahl de um sistema político por inventar, aquele em que os pobres são santos e os ricos malditos malfeitores. Maniqueísta q.b. Inside Job é uma maçadoria, confusa, e quem não está dentro dos meandros da crise, ou familiarizado com a linguagem dos Crédit Default Swaps, derivados OTC, securitização de crédito, etc, fica sem perceber nada sobre a crise de 2008 e que dura até hoje. O realizador mistura tráfico de armas, ostentação, bónus de gestores, com boom imobiliário, créditos NINJA, enfim... uma perfeita confusão. Claro que não quero com isto dizer que a corrupção não justifica muito do que se passou no mundo a partir de 2008. Claro que sim. Sobretudo a corrupção do tráfego de influência que pôs banqueiros e políticos numa aliança de poder em todo o mundo. Claro que a ambição e a vaidade, inerentes à natureza humana, foram achas numa fogueira que o tempo e o sistema foi alimentando. Mas é preciso dizer que o sistema não permitia que os banqueiros ficassem à margem da sofisticação financeira. Vicissitudes de um capitalismo popular e disseminado. O que acontecia a um CEO que ganhasse em lucros metade do banco concorrente, apenas porque se recusava a investir em produtos financeiros alavancados e de alto risco? Era destituído pelos accionistas, que buscam apenas o dividendo anual.


Inside Job é um mau documentário e um mau filme.


O panfleto ideológico

Emana de Inside Job um tal moralismo popularucho, fácil e óbvio, que o filme de Charles Ferguson mais parece um panfleto ideológico de esquerda. E mesmo assim entra num beco sem saída, quando ao tentar ser isento e pôr no banco dos réus os republicanos e os democratas (os republicanos mais que os democratas, note-se) acaba por ir parar a defensor da Europa. Ora a Europa também está como está, pelo que não serve de exaltação a ninguém.


Podemos começar por perguntar onde é que estava Charles Ferguson, quando os produtos financeiros sofisticados eram a estrela cadente do sistema financeiro e davam milhões? É que é muito fácil ser Cassandra depois do 'desaire', ou numa versão mais senso comum, os melhores prognósticos são sempre no fim do jogo. Gostava de dizer a Charles Ferguson, que põe na voz off de Matt Damon as perguntas tendenciosas aos agentes da "crise do subprime", que era uma prática de boa gestão os investimentos em activos terem como "rede" a aposta na queda desses activos. Essa era uma forma de minimizar o risco. Apostava-se num movimento e no seu contrário. O que não é forçosamente o mesmo que dizer que os banqueiros, qual bando de malfeitores, enganavam os clientes quando vendiam um activo e apostavam na sua queda. Há os que enganaram e os que não enganaram. Depois faltou no filme, explicar a filosofia inerente ao subprime: foi uma ideologia barata de esquerda (semelhante à desta fita) que pôs os bancos a emprestar dinheiro a todos os americanos, ainda que pudessem não ter dinheiro. Uma filosofia bem intencionada, de igualdade de oportunidades, defendida por Clinton que consistia em criar condições para que cada americano tivesse uma casa. Pois bem, com a ajuda de Alan Greenspan, e da flexibilização das regras para dar impulso à criatividade financeira, vista então como uma benesse, criou-se o crédito de alto risco "subprime". Alto risco, logo alta rentabilidade. Ninguém se lembrou, no filme, de perguntar se os clientes "enganados", na altura queriam investir em produtos conservadores de baixo rendimento? O mais provável é que não se contentassem com juros de um depósito a prazo, clientes tanto particulares como instituicionais, como os fundos de pensões de que fala o filme.


Ferguson surge aqui como a Leni Reifenstahl de um sistema político por inventar, aquele em que os pobres são santos e os ricos malditos malfeitores. Maniqueísta q.b. Inside Job é uma maçadoria, confusa, e quem não está dentro dos meandros da crise, ou familiarizado com a linguagem dos Crédit Default Swaps, derivados OTC, securitização de crédito, etc, fica sem perceber nada sobre a crise de 2008 e que dura até hoje. O realizador mistura tráfico de armas, ostentação, bónus de gestores, com boom imobiliário, créditos NINJA, enfim... uma perfeita confusão. Claro que não quero com isto dizer que a corrupção não justifica muito do que se passou no mundo a partir de 2008. Claro que sim. Sobretudo a corrupção do tráfego de influência que pôs banqueiros e políticos numa aliança de poder em todo o mundo. Claro que a ambição e a vaidade, inerentes à natureza humana, foram achas numa fogueira que o tempo e o sistema foi alimentando. Mas é preciso dizer que o sistema não permitia que os banqueiros ficassem à margem da sofisticação financeira. Vicissitudes de um capitalismo popular e disseminado. O que acontecia a um CEO que ganhasse em lucros metade do banco concorrente, apenas porque se recusava a investir em produtos financeiros alavancados e de alto risco? Era destituído pelos accionistas, que buscam apenas o dividendo anual.


Inside Job é um mau documentário e um mau filme.


Eles nem para eles têm, quanto mais para nós....

Cavaco Silva agradeceu hoje a Barack Obama a visita do Presidente dos Estados Unidos a Portugal, tendo aproveitado para lamentar o baixo volume de investimento e importações dos EUA em Portugal.

Eles nem para eles têm, quanto mais para nós....

Cavaco Silva agradeceu hoje a Barack Obama a visita do Presidente dos Estados Unidos a Portugal, tendo aproveitado para lamentar o baixo volume de investimento e importações dos EUA em Portugal.

Exportar má fama

Exportar má fama

Piadinha do Inimigo Público

"Ricardo Salgado defende que bancos sejam considerados instituições de Solidariedade Social pois afinal de contas emprestam dinheiro aos portugueses" (...) "Concordo que as instituições de solidariedade sejam isentas de impostos, mas é preciso incluir os bancos! A santa Casa lucra todas as semanas mais com o Euromilhões que o BES lucrou com a venda da Vivo!"


Não está mal visto, não senhor!

Piadinha do Inimigo Público

"Ricardo Salgado defende que bancos sejam considerados instituições de Solidariedade Social pois afinal de contas emprestam dinheiro aos portugueses" (...) "Concordo que as instituições de solidariedade sejam isentas de impostos, mas é preciso incluir os bancos! A santa Casa lucra todas as semanas mais com o Euromilhões que o BES lucrou com a venda da Vivo!"


Não está mal visto, não senhor!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A moda para estúpidos


 


Só me deu vontade de rir a notícia de que a empresa espanhola que vende as pulseiras do equilíbrio, que se tornaram uma praga no Verão passado, foi multada em 15 mil euros pela Junta da Andaluzia por «publicidade enganosa». De acordo com o El Mundo online, uma associação de consumidores espanhola denunciou a empresa à justiça por enganar os compradores com promessas que depois o produto não cumpre. Consideram que as propriedades «quase milagrosas» que se atribuem à pulseira são fraudulentas.


Não me cansei de dizer a amigos que esta pulseira do equilíbrio era uma treta e custava os olhos da cara. Mas ninguém pára a carneirada.


Quem não pensa pela sua cabeça, não pensa. Assim é com as pulseiras fraudulentas, como com as ideias fraudulentas que nos impingem e nós absorvemos sem contestar. Por isso estamos onde estamos.

A moda para estúpidos


 


Só me deu vontade de rir a notícia de que a empresa espanhola que vende as pulseiras do equilíbrio, que se tornaram uma praga no Verão passado, foi multada em 15 mil euros pela Junta da Andaluzia por «publicidade enganosa». De acordo com o El Mundo online, uma associação de consumidores espanhola denunciou a empresa à justiça por enganar os compradores com promessas que depois o produto não cumpre. Consideram que as propriedades «quase milagrosas» que se atribuem à pulseira são fraudulentas.


Não me cansei de dizer a amigos que esta pulseira do equilíbrio era uma treta e custava os olhos da cara. Mas ninguém pára a carneirada.


Quem não pensa pela sua cabeça, não pensa. Assim é com as pulseiras fraudulentas, como com as ideias fraudulentas que nos impingem e nós absorvemos sem contestar. Por isso estamos onde estamos.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Reavaliações

Notícia do Diário Económico: "Governo reavalia modelo de financiamento da Estradas de Portugal". Já agora podia também reavaliar os concursos público, os modelos de adjudicação das obras públicas, os custos dessas obras....

E de repente lembrei-me de dizer outra coisa, que (atenção) não tem nada a ver com a sentença anterior... lembrei-me de dizer que há vida para lá da Mota Engil.

Reavaliações

Notícia do Diário Económico: "Governo reavalia modelo de financiamento da Estradas de Portugal". Já agora podia também reavaliar os concursos público, os modelos de adjudicação das obras públicas, os custos dessas obras....

E de repente lembrei-me de dizer outra coisa, que (atenção) não tem nada a ver com a sentença anterior... lembrei-me de dizer que há vida para lá da Mota Engil.

Eu voto no Laurent

A propósito da campanha pelo voto na Carolina Deslandes, que me chega por todas as vias, e não desfazendo nas qualidades vocais da menina, eu decidi que quero votar no Laurent!!!!

Eu voto no Laurent

A propósito da campanha pelo voto na Carolina Deslandes, que me chega por todas as vias, e não desfazendo nas qualidades vocais da menina, eu decidi que quero votar no Laurent!!!!

País à beira do abismo e Sócrates dá um passo em frente

Título do Público de hoje: Obras do TGV começam no início do próximo ano


 


O país estava à beira do abismo, mas Sócrates conseguiu e deu um passo em frente!

País à beira do abismo e Sócrates dá um passo em frente

Título do Público de hoje: Obras do TGV começam no início do próximo ano


 


O país estava à beira do abismo, mas Sócrates conseguiu e deu um passo em frente!

domingo, 14 de novembro de 2010

Lágrima fácil

O Senhor do Adeus morreu e logo Ricardo Sá Fernandes chorou em frente às câmaras!

Lágrima fácil

O Senhor do Adeus morreu e logo Ricardo Sá Fernandes chorou em frente às câmaras!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Rosas e os especuladores

A ouvir Fernando Rosas a chamar especuladores às agências de Rating e a dizer que é a favor de uma agência de Rating europeia.


Pergunta 1: em que é que esta agência seria menos especuladora do que as três americanas que existem?


Pergunta 2: são os EUA mais especuladores que os Europeus?


Pergunta 3: sabe o Fernando Rosas quais os critérios de uma agência para atribuir o Rating a uma empresa (desde logo tem a ver com a dívida e a capacidade de gerar dinheiro para pagar essa dívida).


 


Estamos fartos destes opinion makers preconceituosos....


 


P.S. A única coisa sábia que disse foi lembrar que Cavaco Silva que veio agora dizer "retórica de ataque aos mercados é um erro" (o que eu também acho) foi o primeiro a dizer que com Orçamento de Estado aprovado os juros da dívida pública portuguesa iriam baixar. Enganou-se nunca mais pararam de subir.

Rosas e os especuladores

A ouvir Fernando Rosas a chamar especuladores às agências de Rating e a dizer que é a favor de uma agência de Rating europeia.


Pergunta 1: em que é que esta agência seria menos especuladora do que as três americanas que existem?


Pergunta 2: são os EUA mais especuladores que os Europeus?


Pergunta 3: sabe o Fernando Rosas quais os critérios de uma agência para atribuir o Rating a uma empresa (desde logo tem a ver com a dívida e a capacidade de gerar dinheiro para pagar essa dívida).


 


Estamos fartos destes opinion makers preconceituosos....


 


P.S. A única coisa sábia que disse foi lembrar que Cavaco Silva que veio agora dizer "retórica de ataque aos mercados é um erro" (o que eu também acho) foi o primeiro a dizer que com Orçamento de Estado aprovado os juros da dívida pública portuguesa iriam baixar. Enganou-se nunca mais pararam de subir.

Diálogos que já não se têm









 

-Diálogos como este, belíssimo!, já não se escrevem


- Pior... diálogos como este já se não se têm na vida real....


 - ... Ora aí está. Essa é a maior desgraça, sinal dos tempos superficiais e desapaixonados em que vivemos.


- Hoje as últimas conversas são muitas vezes sobre ganhos e perdas, são sobre deve e haver, sobre pragmatismos materiais

Diálogos que já não se têm









 

-Diálogos como este, belíssimo!, já não se escrevem


- Pior... diálogos como este já se não se têm na vida real....


 - ... Ora aí está. Essa é a maior desgraça, sinal dos tempos superficiais e desapaixonados em que vivemos.


- Hoje as últimas conversas são muitas vezes sobre ganhos e perdas, são sobre deve e haver, sobre pragmatismos materiais

terça-feira, 9 de novembro de 2010

2005 ... parece que foi ontem

                                                                                                                                        


 


(e no entanto em 2010 temos 10,7% de taxa de desemprego)

2005 ... parece que foi ontem

                                                                                                                                        


 


(e no entanto em 2010 temos 10,7% de taxa de desemprego)

Somos uns vaidosos, eis a raiz de todos os males

Os portugueses são uns vaidosos. Temos fraca auto-estima, mas somos uns vaidosos.


 


Somos inseguros,  acreditamos pouco em nós, louvamos tudo o que vem de fora. Mas somos uns vaidosos.


 


Vivemos em função dessa vaidade, a que tudo submetemos.


 


Tudo se move numa direcção, conquistar poder, ou manter o poder conquistado.


 


Portugal deve tudo à vaidade e nada à sabedoria.


 


É isso que marca o Governo de Sócrates, é isso que marca a presidência de Cavaco, é isso que marca a gestão da maioria das empresas portuguesas.


 


É assim nas altas esferas do poder económico e político, como nos pequenos círculos de amigos, nos pequenos grupos informais. Todos se movem em


função da vaidade.


 


Por isso é que somos um país que aparenta muito, temos um grande orgulho no nosso bom comportamento, mas não criamos nada.


 


Não vamos mudar e esse é o nosso fado. Resta-nos esperar que a vaidade se direccione para as boas causas. Ter orgulho em ser melhor. Orgulho em ter menos soberba. Orgulho na ética. Orgulho na lealdade. Orgulho na seriedade.


 


 


 


 

Somos uns vaidosos, eis a raiz de todos os males

Os portugueses são uns vaidosos. Temos fraca auto-estima, mas somos uns vaidosos.


 


Somos inseguros,  acreditamos pouco em nós, louvamos tudo o que vem de fora. Mas somos uns vaidosos.


 


Vivemos em função dessa vaidade, a que tudo submetemos.


 


Tudo se move numa direcção, conquistar poder, ou manter o poder conquistado.


 


Portugal deve tudo à vaidade e nada à sabedoria.


 


É isso que marca o Governo de Sócrates, é isso que marca a presidência de Cavaco, é isso que marca a gestão da maioria das empresas portuguesas.


 


É assim nas altas esferas do poder económico e político, como nos pequenos círculos de amigos, nos pequenos grupos informais. Todos se movem em


função da vaidade.


 


Por isso é que somos um país que aparenta muito, temos um grande orgulho no nosso bom comportamento, mas não criamos nada.


 


Não vamos mudar e esse é o nosso fado. Resta-nos esperar que a vaidade se direccione para as boas causas. Ter orgulho em ser melhor. Orgulho em ter menos soberba. Orgulho na ética. Orgulho na lealdade. Orgulho na seriedade.


 


 


 


 

Paulo Campos, o "Bom Amigo"

Depois do anúncio político do ministro das Obras Públicas. as Scut voltaram para o secretário de Estado, Paulo Campos, para a explicação mais técnica. O presidente da EP confessou ?estar mais tranquilo?


Uma notícia do Público trouxe à ribalta que Paulo Campos, actual secretário de Estado adjunto das Obras Públicas, aproveitou a sua entrada no Governo para dar emprego a sócios de uma antiga empresa da qual era dono (chamada de Puro Prazer). Estes antigos sócios foram empregados nos CTT. Marcos Afonos Batista tornou-se administrador dos Correios de Portugal em 2005 e Luís Pinheiro Piteira, tomou o cargo de administrador da Empresa de Arquivo e Documentação (empresa que também faz parte dos CTT).

Em comunicado o ministério das obras públicas garante que os nomeados são escolhidos pela “sua vasta experiência na área da gestão no sector público e privado bem como em multinacionais”.


 


Paulo Campos vai ficar conhecido como o "BOM AMIGO", destes e de outros...


 


É a maldição das Obras Públicas.


 

Paulo Campos, o "Bom Amigo"

Depois do anúncio político do ministro das Obras Públicas. as Scut voltaram para o secretário de Estado, Paulo Campos, para a explicação mais técnica. O presidente da EP confessou ?estar mais tranquilo?


Uma notícia do Público trouxe à ribalta que Paulo Campos, actual secretário de Estado adjunto das Obras Públicas, aproveitou a sua entrada no Governo para dar emprego a sócios de uma antiga empresa da qual era dono (chamada de Puro Prazer). Estes antigos sócios foram empregados nos CTT. Marcos Afonos Batista tornou-se administrador dos Correios de Portugal em 2005 e Luís Pinheiro Piteira, tomou o cargo de administrador da Empresa de Arquivo e Documentação (empresa que também faz parte dos CTT).

Em comunicado o ministério das obras públicas garante que os nomeados são escolhidos pela “sua vasta experiência na área da gestão no sector público e privado bem como em multinacionais”.


 


Paulo Campos vai ficar conhecido como o "BOM AMIGO", destes e de outros...


 


É a maldição das Obras Públicas.


 

Ninguém pára os juros da dívida

A dívida pública portuguesa tocou hoje a meta dos 7%, a mesma meta que o Ministro das Finanças tinha revelado como a barreira a partir da qual se começaria a pensar em recorrer ao FMI (se calhar não é por acaso).

É que Espanha está mal, mas os juros da dívida soberana não chegam a 5%... muito melhor do que Portugal, e não fomos nós que tivémos a bolha imobiliária.

É melhor começar a pensar que o FMI não é essa noite escura que todos profetizam. É que com o FMI, vem o fundo de estabilização europeia... se calhar dava jeito.

Ninguém pára os juros da dívida

A dívida pública portuguesa tocou hoje a meta dos 7%, a mesma meta que o Ministro das Finanças tinha revelado como a barreira a partir da qual se começaria a pensar em recorrer ao FMI (se calhar não é por acaso).

É que Espanha está mal, mas os juros da dívida soberana não chegam a 5%... muito melhor do que Portugal, e não fomos nós que tivémos a bolha imobiliária.

É melhor começar a pensar que o FMI não é essa noite escura que todos profetizam. É que com o FMI, vem o fundo de estabilização europeia... se calhar dava jeito.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Banco Espírito Santo revolta-se

"O Banco Espírito Santo considera que não existe uma justificação válida para a revisão em baixa do seu rating em 3 níveis, em menos de 4 meses. Assim, o Conselho de Administração do banco decidiu não renovar o contrato com a Fitch Ratings em resultado destas ...revisões", anunciou o banco num comunicado à CMVM.

Apesar de achar que esta descida pode estar ligada ao facto de o BES ser o que mais dívida tem para reembolsar em 2011 e 2012, ainda assim acho que é uma decisão corajosa.
Claro que.... se as outras forem atrás da Fitch, não sobram muitas alternativas ao BES.

A Fitch Ratings reviu em baixa a notação financeira de quatro bancos portugueses - BCP, BES, Banco BPI e Banif – mantendo o “outlook” negativo para todos eles.

Banco Espírito Santo revolta-se

"O Banco Espírito Santo considera que não existe uma justificação válida para a revisão em baixa do seu rating em 3 níveis, em menos de 4 meses. Assim, o Conselho de Administração do banco decidiu não renovar o contrato com a Fitch Ratings em resultado destas ...revisões", anunciou o banco num comunicado à CMVM.

Apesar de achar que esta descida pode estar ligada ao facto de o BES ser o que mais dívida tem para reembolsar em 2011 e 2012, ainda assim acho que é uma decisão corajosa.
Claro que.... se as outras forem atrás da Fitch, não sobram muitas alternativas ao BES.

A Fitch Ratings reviu em baixa a notação financeira de quatro bancos portugueses - BCP, BES, Banco BPI e Banif – mantendo o “outlook” negativo para todos eles.

domingo, 7 de novembro de 2010

Viva a sinceridade!

“Governo acordou tarde para problema da dívida soberana”
António Vitorino, do PS, ao Diário Ecconómico

Viva a sinceridade!

“Governo acordou tarde para problema da dívida soberana”
António Vitorino, do PS, ao Diário Ecconómico

I like chinese

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sábado, 6 de novembro de 2010

O Karma do BCP

Notícia do Público de hoje:


 


Hu Jintao em Portugal


Maior banco chinês negoceia compra de dez por cento do BCP


06.11.2010





<p>Santos Ferreira está no centro da negociação com o ICBC</p>O Banco Comercial Português (BCP) e o Industrial and Commercial Bank of China (ICBC) têm mantido contactos com vista à tomada de posição do maior banco chinês no capital do grupo português. O negócio deverá ser abordado entre as autoridades oficiais portuguesas e chinesas no quadro dos encontros bilaterais planeados para hoje e amanhã durante a visita do Presidente da China, Hu Jintao, a Portugal, e no próximo fim-de-semana, quando José Sócrates se deslocar a Macau.


 


(...)


 


A contrapartida de investimentos seria a compra de dívida pública, como a China fez recentemente na Grécia. A vice-ministra dos Negócios Estrangeiros chinesa, Fu Ying, disse recentemente que a China estava disponível para comprar mais títulos do Tesouro nacional e "participar no esforço de recuperação económica e financeira de Portugal".


 


 


Ah! Como o governo põe e dispõe do BCP....


 


É engraçado ver como o BCP não consegue escapar ao karma de ter como accionistas os amigos do presidente. Era assim com Jorge Jardim Gonçalves, foi assim com a curta dinastia de Paulo Teixeira Pinto (lembram-se do grupo dos sete?) e é assim com Carlos Santos Ferreira.


 


"O presidente do BCP, Carlos Santos Ferreira, e quadros de topo do ICBC, o megagrupo financeiro chinês, com capitais públicos, têm negociado essa aquisição. Admite-se que o ICBC possa vir a acompanhar a dimensão dos interesses angolanos, representados pela Sonangol. Detentora de mais de 10 por cento do BCP, a Sonangol já pediu autorização para reforçar essa posição até 20 por cento", diz o Público.




O Karma do BCP

Notícia do Público de hoje:


 


Hu Jintao em Portugal


Maior banco chinês negoceia compra de dez por cento do BCP


06.11.2010





<p>Santos Ferreira está no centro da negociação com o ICBC</p>O Banco Comercial Português (BCP) e o Industrial and Commercial Bank of China (ICBC) têm mantido contactos com vista à tomada de posição do maior banco chinês no capital do grupo português. O negócio deverá ser abordado entre as autoridades oficiais portuguesas e chinesas no quadro dos encontros bilaterais planeados para hoje e amanhã durante a visita do Presidente da China, Hu Jintao, a Portugal, e no próximo fim-de-semana, quando José Sócrates se deslocar a Macau.


 


(...)


 


A contrapartida de investimentos seria a compra de dívida pública, como a China fez recentemente na Grécia. A vice-ministra dos Negócios Estrangeiros chinesa, Fu Ying, disse recentemente que a China estava disponível para comprar mais títulos do Tesouro nacional e "participar no esforço de recuperação económica e financeira de Portugal".


 


 


Ah! Como o governo põe e dispõe do BCP....


 


É engraçado ver como o BCP não consegue escapar ao karma de ter como accionistas os amigos do presidente. Era assim com Jorge Jardim Gonçalves, foi assim com a curta dinastia de Paulo Teixeira Pinto (lembram-se do grupo dos sete?) e é assim com Carlos Santos Ferreira.


 


"O presidente do BCP, Carlos Santos Ferreira, e quadros de topo do ICBC, o megagrupo financeiro chinês, com capitais públicos, têm negociado essa aquisição. Admite-se que o ICBC possa vir a acompanhar a dimensão dos interesses angolanos, representados pela Sonangol. Detentora de mais de 10 por cento do BCP, a Sonangol já pediu autorização para reforçar essa posição até 20 por cento", diz o Público.




sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Crise

Já é a terceira vez que vou jantar fora ao fim de semana, sem marcar, e vejo que sobram mesas nos restaurantes que até há pouco tempo eram os pontos de encontro da moda.

Crise

Já é a terceira vez que vou jantar fora ao fim de semana, sem marcar, e vejo que sobram mesas nos restaurantes que até há pouco tempo eram os pontos de encontro da moda.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Especialista em defaults..

João Rendeiro diz que "temos todos de nos preparar" para "default" de Portugal

Especialista em defaults..

João Rendeiro diz que "temos todos de nos preparar" para "default" de Portugal

E agora qual a solução? Mais medidas de austeridade?

Um dia a seguir à aprovação do Orçamento de Estado para 2011: Os juros da dívida portuguesa a 10 anos estão a acentuar a subida, tendo já atingido um novo máximo histórico nos 6,655%, acima do anterior recorde de 28 de Setembro, fixado nos 6,554%. Este é, desde a criação do euro, a contrapartida mais elevada que os investidores cobraram entre si para a negociação de dívida portuguesa. "Há um claro afastamento dos investidores do mercado da dívida e uma procura por outros activos mais arriscados, como as acções e as matérias-primas", dizem os analistas. Conclusão: Ninguém voltará, no médio prazo, a ter interesse em comprar dívida soberana. Logo os juros vão continuar a subir. Portugal como está muito endividado, vai ser penalizado. Porque a subida dos juros agrava o défice do Estado, por via do custo da dívida. Portugal tem que diminuir a sua dívida pública sobre o PIB. Como é que vai fazer isso sem aumentar o PIB? Isto já não vai lá com subidas de IVA.

E agora qual a solução? Mais medidas de austeridade?

Um dia a seguir à aprovação do Orçamento de Estado para 2011: Os juros da dívida portuguesa a 10 anos estão a acentuar a subida, tendo já atingido um novo máximo histórico nos 6,655%, acima do anterior recorde de 28 de Setembro, fixado nos 6,554%. Este é, desde a criação do euro, a contrapartida mais elevada que os investidores cobraram entre si para a negociação de dívida portuguesa. "Há um claro afastamento dos investidores do mercado da dívida e uma procura por outros activos mais arriscados, como as acções e as matérias-primas", dizem os analistas. Conclusão: Ninguém voltará, no médio prazo, a ter interesse em comprar dívida soberana. Logo os juros vão continuar a subir. Portugal como está muito endividado, vai ser penalizado. Porque a subida dos juros agrava o défice do Estado, por via do custo da dívida. Portugal tem que diminuir a sua dívida pública sobre o PIB. Como é que vai fazer isso sem aumentar o PIB? Isto já não vai lá com subidas de IVA.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Intimacy is a lie we tell ourselves

Closer (2004)


Intimacy is a lie we tell ourselves

Closer (2004)


terça-feira, 2 de novembro de 2010

Descoberta

Nelson Rodrigues, jornalista e dramaturgo, brasileiro.


 


Conceitos interessantes: «os idiotas da objectividade» e «a unanimidade é burra».

Descoberta

Nelson Rodrigues, jornalista e dramaturgo, brasileiro.


 


Conceitos interessantes: «os idiotas da objectividade» e «a unanimidade é burra».

Terá sido o PEC III?

"Foi encontrado um pacote suspeito no gabinete de Angela Merkel"


 


Seria o pacote de medidas de austeridade português, vulgo PEC III?

Terá sido o PEC III?

"Foi encontrado um pacote suspeito no gabinete de Angela Merkel"


 


Seria o pacote de medidas de austeridade português, vulgo PEC III?