quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Ideias novas sobre o futuro da Europa


Foto del 2 de agosto del 2012 del presidente del Banco Central Europeo Mario Draghi en una conferencia de prensa en Francfort. Draghi no acudirá a la reunión de banqueros en Jackson Hole, Wyoming, para estudiar su intervención en la compra de bonos soberanos.(Foto AP/Michael Probst) Photo: AP / AP


 


Já se ouviram todas as opiniões e soluções para salvar o euro. É por isso difícil encontrar alguém com ideias novas, fora das já batidas "eurobonds", união política da Europa, compra de dívida pública no mercado secundário, etc. Por isso decidi partilhar convosco estas ideias do Presidente do BCE, Mário Draghi.  Na sua opinião, há formas de ultrapassar as actuais falhas da moeda única sem criar uma federação política ou uns «Estados Unidos da Europa», o que implicaria que os países mais ricos, como a Alemanha, estivessem constantemente a subsidiar as economias mal geridas. Draghi defende que  é possível optar por soluções menos drásticas, como a criação de um rígido observador central dos gastos nacionais e uma regulação mais forte dos bancos.


Tendo o euro sido criado como «uma moeda sem um Estado» para preservar a independência dos países membros, Draghi considera que a crise da dívida demonstrou que «este modelo institucional deixou a Zona Euro insuficientemente equipada para garantir políticas económicas sustentáveis e enfrentar devidamente as crises». O responsável pelo BCE defende um debate sereno sobre os «requisitos mínimos» para assegurar uma união monetária, incluindo assim um maior controlo da União Europeia sobre os gastos de cada país e um mais apertado escrutínio dos bancos.


 


 Welcome Draghi!


 


P.S. Esta opinião do presidente do BCE será publicada esta quinta-feira no jornal alemão (where else?) «Die Zeit».


Ideias novas sobre o futuro da Europa


Foto del 2 de agosto del 2012 del presidente del Banco Central Europeo Mario Draghi en una conferencia de prensa en Francfort. Draghi no acudirá a la reunión de banqueros en Jackson Hole, Wyoming, para estudiar su intervención en la compra de bonos soberanos.(Foto AP/Michael Probst) Photo: AP / AP


 


Já se ouviram todas as opiniões e soluções para salvar o euro. É por isso difícil encontrar alguém com ideias novas, fora das já batidas "eurobonds", união política da Europa, compra de dívida pública no mercado secundário, etc. Por isso decidi partilhar convosco estas ideias do Presidente do BCE, Mário Draghi.  Na sua opinião, há formas de ultrapassar as actuais falhas da moeda única sem criar uma federação política ou uns «Estados Unidos da Europa», o que implicaria que os países mais ricos, como a Alemanha, estivessem constantemente a subsidiar as economias mal geridas. Draghi defende que  é possível optar por soluções menos drásticas, como a criação de um rígido observador central dos gastos nacionais e uma regulação mais forte dos bancos.


Tendo o euro sido criado como «uma moeda sem um Estado» para preservar a independência dos países membros, Draghi considera que a crise da dívida demonstrou que «este modelo institucional deixou a Zona Euro insuficientemente equipada para garantir políticas económicas sustentáveis e enfrentar devidamente as crises». O responsável pelo BCE defende um debate sereno sobre os «requisitos mínimos» para assegurar uma união monetária, incluindo assim um maior controlo da União Europeia sobre os gastos de cada país e um mais apertado escrutínio dos bancos.


 


 Welcome Draghi!


 


P.S. Esta opinião do presidente do BCE será publicada esta quinta-feira no jornal alemão (where else?) «Die Zeit».


terça-feira, 28 de agosto de 2012

Arte Século XX

Arte Século XX

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Vale Abraão

A beleza é aquilo que mais abate o fingimento




Agustina Bessa Luís

Vale Abraão

A beleza é aquilo que mais abate o fingimento




Agustina Bessa Luís

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Sarcasmos

Sarcasmos

domingo, 19 de agosto de 2012

No comments

No comments

sábado, 18 de agosto de 2012

Um texto inteligente, um achado

Acabo de descobrir um texto inteligente. Luís Osório no Jornal Sol


 


(sublinho o mais importante)


 


Só entre nós


 


Um dia não são dias – é a primeira crónica do ano e com ela partilho consigo cada um dos meus desejos. Bem, não propriamente desejos.
No final do ano, troquei-os por pensamentos. Um pouco desproporcionado, sei-o bem. Mas arrisco na certeza de que a nossa relação se estreitou; afinal, escrevo-lhe quase todas as semanas vai para dois anos, tempo suficiente.


A avó que me resta, a bela Alice, contou-me várias vezes a história de Américo de Oliveira. Seu padrinho e uma espécie de pai adoptivo do meu bisavô, foi figura heróica da Instauração da República e um influente das ideias carbonárias. Américo, de quem Mário Soares também é afilhado, morava na Travessa dos Lóios, no bairro do Castelo, e um dia, depois de ter almoçado carapauzinhos com açorda, virou-se para a pequena Alice e confessou-lhe: «Hoje estou convencido de que nenhum ser humano em qualquer país do mundo comeu melhor do que eu, absolutamente nenhum».


Além da genuína satisfação gastronómica, Américo quis também dizer que os tempos difíceis nunca serão capazes de ferir o essencial. Bastará para isso que não o deixemos. Tenho pensado nisso… basicamente o mesmo que me contou Belmiro de Azevedo numa conversa já publicada – «a sandes que comia na minha difícil infância sabiam-me tão bem ou melhor do que as refeições que pude provar nos melhores restaurantes do mundo».


Um ensinamento para estes tempos. Independentemente da defesa de convicções e direitos – quando isso deixar de acontecer desaparece a democracia tal como a conhecemos – saibamos saborear o que temos com um paladar de príncipes. Se o fizermos certamente será mais difícil o paladar nos azedar.


Atrevo-me então aos desejos. Um a um e sem qualquer critério especial. Jurei a mim próprio não pensar em nomes ou situações concretas. Nem desejar. Só pensamentos para o novo ano. Doze. Do tamanho das passas dos desejos.


Saiu-me assim:


– Passageiros de uma montanha russa insistimos em ter medo – do passado, de fantasmas, de perder o emprego ou de não o arranjar, de perder quem temos ao lado ou de continuar com quem estamos ao lado. Porquê o medo se a viagem prosseguirá de qualquer modo?


– Desespera ver tanto ódio. Reconhecemo-lo à distância; por uma palavra, olhar, gesto, pelo que nos fazem sentir. Esgotam-nos a energia, sugam-nos como vampiros. Tenho pena por eles. Porque enquanto o meu abalo dura minutos de incredulidade, o seu desespero e mediocridade é eterno e deve pesar-lhes mais do que podem suportar.


– Nas épocas de cegueira e medo, as ideias atrapalham o que está escrito nos manuais de sobrevivência. Mas o mundo como o conhecemos está em perigo, a democracia enquanto sistema imperfeitamente perfeito pode tombar num sopro e as mezinhas dos líderes acentuam o desespero. Inventem-se novas palavras e soluções, convoquem-se os sábios que restam.


– Mais do que nunca ouvimos falar de doenças que agora parecem à distância de um sopro do destino. Um amigo sem esperança, os velórios mais frequentes, a antecipação do momento em que também deixaremos de ser o reflexo de um espelho. De todas as doenças sem cura só a do amor é tolerável – estamos condenados à sua necessidade e sofremos por ter sido algumas vezes tão breve em nós. É verdade: a única doença sem cura de que precisamos é a que tem tendência a ser passageira.


– Sempre houve os que mataram, violaram, esquartejaram e esconderam cadáveres em valas comuns – eis os monstros na sua insaciável fome de sangue e de si próprios. Existem também por tudo o que lhes damos em troca da sua barbárie. Quando os devíamos condenar ao esquecimento eterno, oferecemos primeiras páginas e um lugar na história. Ao contrário das vítimas, tão anónimas como antes, eles passam a existir. O inferno ganhou espaço.


– Escrever bem é tão inócuo como fazer contas de somar, transformar convicções em exercícios de retórica, usar técnicas de sedução que dispensam a esperança no outro e agredir os que nos rodeiam com filmes, músicas, beleza, coragem ou inteligência. Escrever bem é uma técnica que não distingue os que a dominam de um qualquer artífice de produtos em série. Num dia, que espero distante, gostaria de partir amparado por amigos e amor – se assim for saberei que consegui pensar bem.


– Não há maior perigo do que darmos como certo o que é uma mera quimera – gastamos uma vida a perseguir ideias absolutas e nessa procura, com a ansiedade de sermos escolhidos por Deus ou pelos homens, esbarramos com a desilusão. Na procura da liberdade acontece o mesmo e em duplicado. Geralmente distingo os escravos mais facilmente; encontro-os nos gritos com que proclamam a sua liberdade.


– Não sei bem o que dizer sobre o amor ou qualquer outro absoluto. Surgem palavras e definições, mas não resistem ao que cada uma das esquinas nos reserva em destino. Talvez toquemos o amor no preciso instante em que, ao ver alguém, o nosso coração dispara e acalma ao mesmo tempo. Nem um bocadinho a mais nem um bocadinho a menos. Sim, é aí.


– É insuportável ouvir os que se arrogam de uma suposta superioridade moral – na maior parte das vezes são os mesmos que, por entre as marés, têm vidas paralelas. Desconfio dos que carregam o mundo às costas; sempre no seu ar sofrido, angustiado e inquisitório dos outros, sobretudo se os outros parecerem felizes e leves. Posto isto, desabafo contraditório. Com tantas pessoas em desesperança, cada sorriso de um político é uma facada na democracia. É injusto? É. Mas há momentos em que não há leveza possível.


– Tudo o que desejamos depende em grande medida da qualidade do desejo dos outros. Quase tudo o que fazemos inclui assim a comparação: o que compramos, o que sentimos, o que amamos e até o que sofremos tem a medida das vidas que nos fazem tangente. É verdade que cada um de nós é um mundo, mas também é verdade que até para a felicidade precisamos dos olhares à volta – só assim percebemos se estamos a ir bem ou mostramos o quanto valemos a pena.


– Há quem distinga os homens por serem mais sensíveis, ternos e outras coisas que tais – conheci alguns que faziam questão de dizer às mesas mais femininas que não gostavam de futebol ou de conversas masculinas. Mesmo na forma como se distinguem parecem estar sempre a olhar para o lado à espera de aprovação. Muitas vezes perdem-se na floresta, encontram uma fera morta e trazem-na aos ombros para que todos saibam que a mataram. Não tenho orgulho na minha condição, aceito-a com humildade.


– Conversas intermináveis e circulares sobre Deus – começamos nas palavras sagradas, discutimos o apocalipse e a figura de Jesus, Maomé ou Buda. De todos os assuntos já ditos e reditos este é o único ao qual nada podemos acrescentar e no qual tudo parece estar por dizer. Já não o discuto. Sinto-o em mim, mas não sei o que é. Se o soubesse seria o que não sou. E Deus seria o que sinto que não é.


Doze passas. Doze pensamentos. Porque um dia não são dias.

Um texto inteligente, um achado

Acabo de descobrir um texto inteligente. Luís Osório no Jornal Sol


 


(sublinho o mais importante)


 


Só entre nós


 


Um dia não são dias – é a primeira crónica do ano e com ela partilho consigo cada um dos meus desejos. Bem, não propriamente desejos.
No final do ano, troquei-os por pensamentos. Um pouco desproporcionado, sei-o bem. Mas arrisco na certeza de que a nossa relação se estreitou; afinal, escrevo-lhe quase todas as semanas vai para dois anos, tempo suficiente.


A avó que me resta, a bela Alice, contou-me várias vezes a história de Américo de Oliveira. Seu padrinho e uma espécie de pai adoptivo do meu bisavô, foi figura heróica da Instauração da República e um influente das ideias carbonárias. Américo, de quem Mário Soares também é afilhado, morava na Travessa dos Lóios, no bairro do Castelo, e um dia, depois de ter almoçado carapauzinhos com açorda, virou-se para a pequena Alice e confessou-lhe: «Hoje estou convencido de que nenhum ser humano em qualquer país do mundo comeu melhor do que eu, absolutamente nenhum».


Além da genuína satisfação gastronómica, Américo quis também dizer que os tempos difíceis nunca serão capazes de ferir o essencial. Bastará para isso que não o deixemos. Tenho pensado nisso… basicamente o mesmo que me contou Belmiro de Azevedo numa conversa já publicada – «a sandes que comia na minha difícil infância sabiam-me tão bem ou melhor do que as refeições que pude provar nos melhores restaurantes do mundo».


Um ensinamento para estes tempos. Independentemente da defesa de convicções e direitos – quando isso deixar de acontecer desaparece a democracia tal como a conhecemos – saibamos saborear o que temos com um paladar de príncipes. Se o fizermos certamente será mais difícil o paladar nos azedar.


Atrevo-me então aos desejos. Um a um e sem qualquer critério especial. Jurei a mim próprio não pensar em nomes ou situações concretas. Nem desejar. Só pensamentos para o novo ano. Doze. Do tamanho das passas dos desejos.


Saiu-me assim:


– Passageiros de uma montanha russa insistimos em ter medo – do passado, de fantasmas, de perder o emprego ou de não o arranjar, de perder quem temos ao lado ou de continuar com quem estamos ao lado. Porquê o medo se a viagem prosseguirá de qualquer modo?


– Desespera ver tanto ódio. Reconhecemo-lo à distância; por uma palavra, olhar, gesto, pelo que nos fazem sentir. Esgotam-nos a energia, sugam-nos como vampiros. Tenho pena por eles. Porque enquanto o meu abalo dura minutos de incredulidade, o seu desespero e mediocridade é eterno e deve pesar-lhes mais do que podem suportar.


– Nas épocas de cegueira e medo, as ideias atrapalham o que está escrito nos manuais de sobrevivência. Mas o mundo como o conhecemos está em perigo, a democracia enquanto sistema imperfeitamente perfeito pode tombar num sopro e as mezinhas dos líderes acentuam o desespero. Inventem-se novas palavras e soluções, convoquem-se os sábios que restam.


– Mais do que nunca ouvimos falar de doenças que agora parecem à distância de um sopro do destino. Um amigo sem esperança, os velórios mais frequentes, a antecipação do momento em que também deixaremos de ser o reflexo de um espelho. De todas as doenças sem cura só a do amor é tolerável – estamos condenados à sua necessidade e sofremos por ter sido algumas vezes tão breve em nós. É verdade: a única doença sem cura de que precisamos é a que tem tendência a ser passageira.


– Sempre houve os que mataram, violaram, esquartejaram e esconderam cadáveres em valas comuns – eis os monstros na sua insaciável fome de sangue e de si próprios. Existem também por tudo o que lhes damos em troca da sua barbárie. Quando os devíamos condenar ao esquecimento eterno, oferecemos primeiras páginas e um lugar na história. Ao contrário das vítimas, tão anónimas como antes, eles passam a existir. O inferno ganhou espaço.


– Escrever bem é tão inócuo como fazer contas de somar, transformar convicções em exercícios de retórica, usar técnicas de sedução que dispensam a esperança no outro e agredir os que nos rodeiam com filmes, músicas, beleza, coragem ou inteligência. Escrever bem é uma técnica que não distingue os que a dominam de um qualquer artífice de produtos em série. Num dia, que espero distante, gostaria de partir amparado por amigos e amor – se assim for saberei que consegui pensar bem.


– Não há maior perigo do que darmos como certo o que é uma mera quimera – gastamos uma vida a perseguir ideias absolutas e nessa procura, com a ansiedade de sermos escolhidos por Deus ou pelos homens, esbarramos com a desilusão. Na procura da liberdade acontece o mesmo e em duplicado. Geralmente distingo os escravos mais facilmente; encontro-os nos gritos com que proclamam a sua liberdade.


– Não sei bem o que dizer sobre o amor ou qualquer outro absoluto. Surgem palavras e definições, mas não resistem ao que cada uma das esquinas nos reserva em destino. Talvez toquemos o amor no preciso instante em que, ao ver alguém, o nosso coração dispara e acalma ao mesmo tempo. Nem um bocadinho a mais nem um bocadinho a menos. Sim, é aí.


– É insuportável ouvir os que se arrogam de uma suposta superioridade moral – na maior parte das vezes são os mesmos que, por entre as marés, têm vidas paralelas. Desconfio dos que carregam o mundo às costas; sempre no seu ar sofrido, angustiado e inquisitório dos outros, sobretudo se os outros parecerem felizes e leves. Posto isto, desabafo contraditório. Com tantas pessoas em desesperança, cada sorriso de um político é uma facada na democracia. É injusto? É. Mas há momentos em que não há leveza possível.


– Tudo o que desejamos depende em grande medida da qualidade do desejo dos outros. Quase tudo o que fazemos inclui assim a comparação: o que compramos, o que sentimos, o que amamos e até o que sofremos tem a medida das vidas que nos fazem tangente. É verdade que cada um de nós é um mundo, mas também é verdade que até para a felicidade precisamos dos olhares à volta – só assim percebemos se estamos a ir bem ou mostramos o quanto valemos a pena.


– Há quem distinga os homens por serem mais sensíveis, ternos e outras coisas que tais – conheci alguns que faziam questão de dizer às mesas mais femininas que não gostavam de futebol ou de conversas masculinas. Mesmo na forma como se distinguem parecem estar sempre a olhar para o lado à espera de aprovação. Muitas vezes perdem-se na floresta, encontram uma fera morta e trazem-na aos ombros para que todos saibam que a mataram. Não tenho orgulho na minha condição, aceito-a com humildade.


– Conversas intermináveis e circulares sobre Deus – começamos nas palavras sagradas, discutimos o apocalipse e a figura de Jesus, Maomé ou Buda. De todos os assuntos já ditos e reditos este é o único ao qual nada podemos acrescentar e no qual tudo parece estar por dizer. Já não o discuto. Sinto-o em mim, mas não sei o que é. Se o soubesse seria o que não sou. E Deus seria o que sinto que não é.


Doze passas. Doze pensamentos. Porque um dia não são dias.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

And yet...

As pessoas que escolhem os seus amores numa lógica de progressão de carreira (que é como quem diz com fito numa consolidação de estatuto) acabam sempre num beco sem saída. O amor é o oposto disso. Só acontece às pessoas que estão distraídas. Ama-se apesar de e nunca porque.

And yet...

As pessoas que escolhem os seus amores numa lógica de progressão de carreira (que é como quem diz com fito numa consolidação de estatuto) acabam sempre num beco sem saída. O amor é o oposto disso. Só acontece às pessoas que estão distraídas. Ama-se apesar de e nunca porque.

Comemorar Mafaldinha

 


Imagem

 


 

Comemorar Mafaldinha

 


Imagem

 


 

O coração da tempestade, filme a ver

O coração da tempestade, filme a ver

Um arquitecto sem "papas na língua"


 


Hoje, no carro, rádio na Atena 1. Foi um feliz acaso.  Num programa gravado em 2010, Carlos Pinto Coelho conversa com o Arq. Gonçalo Ribeiro Teles. Que momento único, em que o monárquico, conhecido por não ter "papas na língua", põe os pontos nos "is".


 


Para ouvir e recordar!

Um arquitecto sem "papas na língua"


 


Hoje, no carro, rádio na Atena 1. Foi um feliz acaso.  Num programa gravado em 2010, Carlos Pinto Coelho conversa com o Arq. Gonçalo Ribeiro Teles. Que momento único, em que o monárquico, conhecido por não ter "papas na língua", põe os pontos nos "is".


 


Para ouvir e recordar!

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Bandas Intemporais The Doors

Bandas Intemporais The Doors

A outra face da medalha

É perfeitamente inarrável o interesse, ou melhor dizendo, a falta de interesse, que habitualmente é prestado aos atletas nacionais que participam nos Jogos Paralímpicos. Acontece que os atletas deficientes tem feito mais pelo país do que os outros que invariavelmente, provavelmente reflexo do país que somos, não aportam nada ou quase nada. Façam-se as contas: "Em oito edições de Jogos Paralímpicos em que Portugal participou só na primeira, em 1972, não brilhou nenhum metal. Nas restantes sete, foi vê-las ao peito de vários atletas portugueses." Faltando apenas 15 para atingirmos a centena...




Que os deuses do desporto estejam convosco!


 


A outra face da medalha

É perfeitamente inarrável o interesse, ou melhor dizendo, a falta de interesse, que habitualmente é prestado aos atletas nacionais que participam nos Jogos Paralímpicos. Acontece que os atletas deficientes tem feito mais pelo país do que os outros que invariavelmente, provavelmente reflexo do país que somos, não aportam nada ou quase nada. Façam-se as contas: "Em oito edições de Jogos Paralímpicos em que Portugal participou só na primeira, em 1972, não brilhou nenhum metal. Nas restantes sete, foi vê-las ao peito de vários atletas portugueses." Faltando apenas 15 para atingirmos a centena...




Que os deuses do desporto estejam convosco!


 


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O Pontal e o povo de Viriato


 


Sempre que oiço as ferozes críticas a Pedro Passos Coelho, que está a perder cabelo para conseguir que Portugal saia da crise, lembro-me da célebre frase proferida no tempo de Viriato:«Há, na parte mais ocidental da Ibéria, um povo muito estranho: não se governa nem se deixa governar.»


Esta frase foi escrita por um general romano em serviço na Ibéria em carta enviada ao Imperador. É atribuída ao General Galba, que teria sido um dos primeiros governadores romanos na península, no Séc III antes de Cristo. Referia-se o general romano aos Lusitanos, uma tribo guerreia que habitava também uma parte do actual território nacional.

O Pontal e o povo de Viriato


 


Sempre que oiço as ferozes críticas a Pedro Passos Coelho, que está a perder cabelo para conseguir que Portugal saia da crise, lembro-me da célebre frase proferida no tempo de Viriato:«Há, na parte mais ocidental da Ibéria, um povo muito estranho: não se governa nem se deixa governar.»


Esta frase foi escrita por um general romano em serviço na Ibéria em carta enviada ao Imperador. É atribuída ao General Galba, que teria sido um dos primeiros governadores romanos na península, no Séc III antes de Cristo. Referia-se o general romano aos Lusitanos, uma tribo guerreia que habitava também uma parte do actual território nacional.

15 de Agosto


 


Veja aqui o que tem em comum Fernando Martins de Bulhões (Santo António de Lisboa), Napoleão Bonaparte e António Silva?





15 de Agosto


 


Veja aqui o que tem em comum Fernando Martins de Bulhões (Santo António de Lisboa), Napoleão Bonaparte e António Silva?





terça-feira, 14 de agosto de 2012

Mafalda, a filósofa


 



 


Estas e outras tiras de Mafalda e companhia podem ser vistas aqui.

Mafalda, a filósofa


 



 


Estas e outras tiras de Mafalda e companhia podem ser vistas aqui.

Segue dentro quatro anos

Agora que acabaram as olimpíadas londrinas, os cariocas não perdem pela demora lançando o hino oficial dos Jogos Olímpicos que terão lugar, em 2016, na Cidade maravilhosa. "Os Grandes Deuses do Olimpo visitam o Rio de Janeiro" tem autoria de Arlindo Cruz, Rogê e Arlindo Neto.


 


Segue dentro quatro anos

Agora que acabaram as olimpíadas londrinas, os cariocas não perdem pela demora lançando o hino oficial dos Jogos Olímpicos que terão lugar, em 2016, na Cidade maravilhosa. "Os Grandes Deuses do Olimpo visitam o Rio de Janeiro" tem autoria de Arlindo Cruz, Rogê e Arlindo Neto.


 


Ipsis verbis


 


Este post não será escrito em latim já que não tenho capacidade para tanto. A "língua mãe" serve aqui para ilustrar como um advogado texano, Curtis Cannon, levou à letra o conceito jurídico de habeas corpus ao fazer amor com a sua constituinte, Crystal Wallis, na prisão. Porque, se habeas corpus significa etimologicamente  "que tenhas o teu corpo" então ele consegui-o "ipsis verbis"!

Ipsis verbis


 


Este post não será escrito em latim já que não tenho capacidade para tanto. A "língua mãe" serve aqui para ilustrar como um advogado texano, Curtis Cannon, levou à letra o conceito jurídico de habeas corpus ao fazer amor com a sua constituinte, Crystal Wallis, na prisão. Porque, se habeas corpus significa etimologicamente  "que tenhas o teu corpo" então ele consegui-o "ipsis verbis"!

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Eis o que eu penso do caso dos submarinos

Perante a notícia do desaparecimento dos documentos relativos à compra de dois submarinos, que alegadamente desapareceram do Ministério da Defesa.


Lembrei-me do Ricardo Araújo Pereira:


 


 


Eis o que eu penso do caso dos submarinos

Perante a notícia do desaparecimento dos documentos relativos à compra de dois submarinos, que alegadamente desapareceram do Ministério da Defesa.


Lembrei-me do Ricardo Araújo Pereira:


 


 


Dois dias de sonho


 


Em rigor os meus Jogos Olímpicos cingiram-se a dois dias de sonho: a abertura e o encerramento. Dois dias e dois grandes espectáculos! O de ontem, que terminou a edição 2012 das olimpíadas modernas, por estar mais fresco na memória, foi memorável. Um hino à cultura pop britânica e um desafio imenso (a nível do espectáculo) aos brasileiros e, em particular, aos cariocas: a fasquia está muito alta!

Dois dias de sonho


 


Em rigor os meus Jogos Olímpicos cingiram-se a dois dias de sonho: a abertura e o encerramento. Dois dias e dois grandes espectáculos! O de ontem, que terminou a edição 2012 das olimpíadas modernas, por estar mais fresco na memória, foi memorável. Um hino à cultura pop britânica e um desafio imenso (a nível do espectáculo) aos brasileiros e, em particular, aos cariocas: a fasquia está muito alta!

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Centenário


Blogue dedicado ao escritor brasileiro


 


 


O mais internacional dos escritores brasileiro faria hoje cem anos. Fica aqui a minha homenagem a Jorge Amado.

Centenário


Blogue dedicado ao escritor brasileiro


 


 


O mais internacional dos escritores brasileiro faria hoje cem anos. Fica aqui a minha homenagem a Jorge Amado.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Prata dourada


 


O resultado é histórico, a capa é incendiária. 


É inegável que o Estado português é muito pouco salomónico na destribuição dos subsídios. Porém, desde sempre, em Portugal, apoiam-se mais uns desportos do que outros*. Há mesmos desportos, como imagino, sem ou com quase nenhum apoio estatal. Por exemplo que ajudas tiveram os cavaleiros e os velejadores portugueses em Londres, i.e., que praticam desportos de "meninos" ricos?


Seja como for, e como por aqui alimentamos sempre a lógica do "Small Is Beautiful", já que os maus (ou menos bons resultados) são sempre tidos como vitórias, a prata que Fernando Pimenta e Emanuel Silva brilhantemente conseguiram ontem soube a ouro!


 


 


* - Por exclusão de partes omito nesta análise os "gulutões" do futebol!

Prata dourada


 


O resultado é histórico, a capa é incendiária. 


É inegável que o Estado português é muito pouco salomónico na destribuição dos subsídios. Porém, desde sempre, em Portugal, apoiam-se mais uns desportos do que outros*. Há mesmos desportos, como imagino, sem ou com quase nenhum apoio estatal. Por exemplo que ajudas tiveram os cavaleiros e os velejadores portugueses em Londres, i.e., que praticam desportos de "meninos" ricos?


Seja como for, e como por aqui alimentamos sempre a lógica do "Small Is Beautiful", já que os maus (ou menos bons resultados) são sempre tidos como vitórias, a prata que Fernando Pimenta e Emanuel Silva brilhantemente conseguiram ontem soube a ouro!


 


 


* - Por exclusão de partes omito nesta análise os "gulutões" do futebol!

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

E ainda assim não chega...


 


Eu já sabia, e já tinha falado em vários fóruns sobre o assunto, mas o Jornal de Negócios traz hoje a notícia: O Grupo José de Mello está aflito para pagar as dívidas à banca. 


 


A notícia do Negócios reza o seguinte:


 


"Os bancos financiadores da OPA à Brisa estimam que as acções compradas a 2,76 euros possam valer 6 euros. Mais 117%. Esta valorização acontecerá "fora de Bolsa", depois da retirada da empresa. E embelezando os balanços da CGD, BES e BCP, que bem precisam".


É que as dívidas do Grupo Mello junto dos bancos e de obrigacionistas eram mais do dobro dos activos dados como garantia antes da OPA. E tal como eu já tinha escrito, a OPA à Brisa salva os bancos financiadores da falta de cobertura de dívidas. E ainda assim não chega. A CGD era o banco que estava melhor (com mais garantias), BES no meio, e o BCP o que está pior. Aliás a carteira de crédito do BCP é a pior do país, à conta dos empréstimos a grandes grupos sem garantias suficientes.

E ainda assim não chega...


 


Eu já sabia, e já tinha falado em vários fóruns sobre o assunto, mas o Jornal de Negócios traz hoje a notícia: O Grupo José de Mello está aflito para pagar as dívidas à banca. 


 


A notícia do Negócios reza o seguinte:


 


"Os bancos financiadores da OPA à Brisa estimam que as acções compradas a 2,76 euros possam valer 6 euros. Mais 117%. Esta valorização acontecerá "fora de Bolsa", depois da retirada da empresa. E embelezando os balanços da CGD, BES e BCP, que bem precisam".


É que as dívidas do Grupo Mello junto dos bancos e de obrigacionistas eram mais do dobro dos activos dados como garantia antes da OPA. E tal como eu já tinha escrito, a OPA à Brisa salva os bancos financiadores da falta de cobertura de dívidas. E ainda assim não chega. A CGD era o banco que estava melhor (com mais garantias), BES no meio, e o BCP o que está pior. Aliás a carteira de crédito do BCP é a pior do país, à conta dos empréstimos a grandes grupos sem garantias suficientes.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Twitter!

Uma amiga e prima anglo-francesa (tenho primos muito internacionais) postou esta imagem que é (em todos os sentidos) fabulosa


 


Twitter!

Uma amiga e prima anglo-francesa (tenho primos muito internacionais) postou esta imagem que é (em todos os sentidos) fabulosa


 


Votem

Convido-vos a votarem na sondagem do Diário Económico, sobre quem foi o melhor Primeiro Ministro de Portugal.... 

Votem

Convido-vos a votarem na sondagem do Diário Económico, sobre quem foi o melhor Primeiro Ministro de Portugal.... 

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Efeito perverso

Esta coisa sui generis de os investidores investirem o seu dinheiro em obrigações do tesouro alemão a taxas negativas, deixa-me aqui a pensar que a Alemanha não ganha nada em resolver a crise de dívida soberana. Pois assim que a crise acabar deixa de se financiar a um preço tão bom. Não gosto nada disto.


Mas entretanto na Bloomberg vem hoje esta notícia:


"Retorno da dívida portuguesa 'eclipsa' refúgio das obrigações alemãs".


 


 

Efeito perverso

Esta coisa sui generis de os investidores investirem o seu dinheiro em obrigações do tesouro alemão a taxas negativas, deixa-me aqui a pensar que a Alemanha não ganha nada em resolver a crise de dívida soberana. Pois assim que a crise acabar deixa de se financiar a um preço tão bom. Não gosto nada disto.


Mas entretanto na Bloomberg vem hoje esta notícia:


"Retorno da dívida portuguesa 'eclipsa' refúgio das obrigações alemãs".


 


 

Muito bom. Ponto final parágrafo.


 


Bolt foi o segundo mais rápido depois de ser ultrapassado por um português a fugir do seu país

Muito bom. Ponto final parágrafo.


 


Bolt foi o segundo mais rápido depois de ser ultrapassado por um português a fugir do seu país

domingo, 5 de agosto de 2012

Lembrar André Malraux


 


"A Gioconda sorri porque todos os que lhe puseram bigodes estão mortos."

Lembrar André Malraux


 


"A Gioconda sorri porque todos os que lhe puseram bigodes estão mortos."

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Vertigo no Top 50

846 críticos, programadores, académicos e distribuidores votaram e o resultado é este:


Vertigo


1. Vertigo


Alfred Hitchcock, 1958 (191 votes)


2. Citizen Kane


Orson Welles, 1941 (157 votes)


3. Tokyo Story


Ozu Yasujiro, 1953 (107 votes)


4. La Règle du jeu


Jean Renoir, 1939 (100 votes)


5. Sunrise: A Song of Two Humans


FW Murnau, 1927 (93 votes)


6. 2001: A Space Odyssey


Stanley Kubrick, 1968 (90 votes)


7. The Searchers


John Ford, 1956 (78 votes)


8. Man with a Movie Camera


Dziga Vertov, 1929 (68 votes)


9. The Passion of Joan of Arc


Carl Dreyer, 1927 (65 votes)


10. 8½


Federico Fellini, 1963 (64 votes)


11. Battleship Potemkin


Sergei Eisenstein, 1925 (63 votes)


12. L’Atalante


Jean Vigo, 1934 (58 votes)


13. Breathless


Jean-Luc Godard, 1960 (57 votes)


14. Apocalypse Now


Francis Ford Coppola, 1979 (53 votes)


15. Late Spring


Ozu Yasujiro, 1949 (50 votes)


16. Au hasard Balthazar


Robert Bresson, 1966 (49 votes)


17= Seven Samurai


Kurosawa Akira, 1954 (48 votes)


17= Persona


Ingmar Bergman, 1966 (48 votes)


19. Mirror


Andrei Tarkovsky, 1974 (47 votes)


20. Singin’ in the Rain


Stanley Donen & Gene Kelly, 1951 (46 votes)


21= L’avventura


Michelangelo Antonioni, 1960 (43 votes)


21= Le Mépris


Jean-Luc Godard, 1963 (43 votes)


21= The Godfather


Francis Ford Coppola, 1972 (43 votes)


24= Ordet


Carl Dreyer, 1955 (42 votes)


24= In the Mood for Love


Wong Kar-Wai, 2000 (42 votes)


26= Rashomon


Kurosawa Akira, 1950 (41 votes)


26= Andrei Rublev


Andrei Tarkovsky, 1966 (41 votes)


28. Mulholland Dr.


David Lynch, 2001 (40 votes)


29= Stalker


Andrei Tarkovsky, 1979 (39 votes)


29= Shoah


Claude Lanzmann, 1985 (39 votes)


31= The Godfather Part II


Francis Ford Coppola, 1974 (38 votes)


31= Taxi Driver


Martin Scorsese, 1976 (38 votes)


33. Bicycle Thieves


Vittoria De Sica, 1948 (37 votes)


34. The General


Buster Keaton & Clyde Bruckman, 1926 (35 votes)


35= Metropolis


Fritz Lang, 1927 (34 votes)


35= Psycho


Alfred Hitchcock, 1960 (34 votes)


35= Jeanne Dielman, 23 quai du Commerce 1080 Bruxelles


Chantal Akerman, 1975 (34 votes)


35= Sátántangó


Béla Tarr, 1994 (34 votes)


39= The 400 Blows


François Truffaut, 1959 (33 votes)


39= La dolce vita


Federico Fellini, 1960 (33 votes)


41. Journey to Italy


Roberto Rossellini, 1954 (32 votes)


42= Pather Panchali


Satyajit Ray, 1955 (31 votes)


42= Some Like It Hot


Billy Wilder, 1959 (31 votes)


42= Gertrud


Carl Dreyer, 1964 (31 votes)


42= Pierrot le fou


Jean-Luc Godard, 1965 (31 votes)


42= Play Time


Jacques Tati, 1967 (31 votes)


42= Close-Up


Abbas Kiarostami, 1990 (31 votes)


48= The Battle of Algiers


Gillo Pontecorvo, 1966 (30 votes)


48= Histoire(s) du cinéma


Jean-Luc Godard, 1998 (30 votes)


50= City Lights


Charlie Chaplin, 1931 (29 votes)


50= Ugetsu monogatari


Mizoguchi Kenji, 1953 (29 votes)


50= La Jetée


Chris Marker, 1962 (29 votes)


 


Por incrível que pareça não há um sítio português com a lista completa dos 50 filmes eleitos como os melhores pela Revista Sight & Sound, por aí se vê a importância que é dada ao cinema. Ao contrário os brasileiros publicaram a lista completa e não apenas os 10 primeiros.

Vertigo no Top 50

846 críticos, programadores, académicos e distribuidores votaram e o resultado é este:


Vertigo


1. Vertigo


Alfred Hitchcock, 1958 (191 votes)


2. Citizen Kane


Orson Welles, 1941 (157 votes)


3. Tokyo Story


Ozu Yasujiro, 1953 (107 votes)


4. La Règle du jeu


Jean Renoir, 1939 (100 votes)


5. Sunrise: A Song of Two Humans


FW Murnau, 1927 (93 votes)


6. 2001: A Space Odyssey


Stanley Kubrick, 1968 (90 votes)


7. The Searchers


John Ford, 1956 (78 votes)


8. Man with a Movie Camera


Dziga Vertov, 1929 (68 votes)


9. The Passion of Joan of Arc


Carl Dreyer, 1927 (65 votes)


10. 8½


Federico Fellini, 1963 (64 votes)


11. Battleship Potemkin


Sergei Eisenstein, 1925 (63 votes)


12. L’Atalante


Jean Vigo, 1934 (58 votes)


13. Breathless


Jean-Luc Godard, 1960 (57 votes)


14. Apocalypse Now


Francis Ford Coppola, 1979 (53 votes)


15. Late Spring


Ozu Yasujiro, 1949 (50 votes)


16. Au hasard Balthazar


Robert Bresson, 1966 (49 votes)


17= Seven Samurai


Kurosawa Akira, 1954 (48 votes)


17= Persona


Ingmar Bergman, 1966 (48 votes)


19. Mirror


Andrei Tarkovsky, 1974 (47 votes)


20. Singin’ in the Rain


Stanley Donen & Gene Kelly, 1951 (46 votes)


21= L’avventura


Michelangelo Antonioni, 1960 (43 votes)


21= Le Mépris


Jean-Luc Godard, 1963 (43 votes)


21= The Godfather


Francis Ford Coppola, 1972 (43 votes)


24= Ordet


Carl Dreyer, 1955 (42 votes)


24= In the Mood for Love


Wong Kar-Wai, 2000 (42 votes)


26= Rashomon


Kurosawa Akira, 1950 (41 votes)


26= Andrei Rublev


Andrei Tarkovsky, 1966 (41 votes)


28. Mulholland Dr.


David Lynch, 2001 (40 votes)


29= Stalker


Andrei Tarkovsky, 1979 (39 votes)


29= Shoah


Claude Lanzmann, 1985 (39 votes)


31= The Godfather Part II


Francis Ford Coppola, 1974 (38 votes)


31= Taxi Driver


Martin Scorsese, 1976 (38 votes)


33. Bicycle Thieves


Vittoria De Sica, 1948 (37 votes)


34. The General


Buster Keaton & Clyde Bruckman, 1926 (35 votes)


35= Metropolis


Fritz Lang, 1927 (34 votes)


35= Psycho


Alfred Hitchcock, 1960 (34 votes)


35= Jeanne Dielman, 23 quai du Commerce 1080 Bruxelles


Chantal Akerman, 1975 (34 votes)


35= Sátántangó


Béla Tarr, 1994 (34 votes)


39= The 400 Blows


François Truffaut, 1959 (33 votes)


39= La dolce vita


Federico Fellini, 1960 (33 votes)


41. Journey to Italy


Roberto Rossellini, 1954 (32 votes)


42= Pather Panchali


Satyajit Ray, 1955 (31 votes)


42= Some Like It Hot


Billy Wilder, 1959 (31 votes)


42= Gertrud


Carl Dreyer, 1964 (31 votes)


42= Pierrot le fou


Jean-Luc Godard, 1965 (31 votes)


42= Play Time


Jacques Tati, 1967 (31 votes)


42= Close-Up


Abbas Kiarostami, 1990 (31 votes)


48= The Battle of Algiers


Gillo Pontecorvo, 1966 (30 votes)


48= Histoire(s) du cinéma


Jean-Luc Godard, 1998 (30 votes)


50= City Lights


Charlie Chaplin, 1931 (29 votes)


50= Ugetsu monogatari


Mizoguchi Kenji, 1953 (29 votes)


50= La Jetée


Chris Marker, 1962 (29 votes)


 


Por incrível que pareça não há um sítio português com a lista completa dos 50 filmes eleitos como os melhores pela Revista Sight & Sound, por aí se vê a importância que é dada ao cinema. Ao contrário os brasileiros publicaram a lista completa e não apenas os 10 primeiros.

A cigarra e a formiga


 


Todos já sabemos que a licenciatura de Miguel Relvas é uma anedota que, segundo a Visão, violou a 'carta de princípios' da Lusófona. Porém quanto a cursos rápidos, tirados à pressão, não ficamos por aqui. Nem mesmo quando os estudantes se aplicam, como formigas, a fundo! A história de Marcel Polh, um jovem alemão, é no mínimo insólita. Ele tem um processo judicial que lhe foi movido pela Universidade de Essen, onde terminou o curso de economia e gestão em Agosto de 2011, concluindo em apenas  três semestres 60 exames! Já que, segundo o Expresso, a Escola de Economia e Gestão exige que ele pague a totalidade do ano de 2011 (três mil euros) quando habitualmente são necessários 11 semestres para a sua conclusão!


 


 


 



A cigarra e a formiga


 


Todos já sabemos que a licenciatura de Miguel Relvas é uma anedota que, segundo a Visão, violou a 'carta de princípios' da Lusófona. Porém quanto a cursos rápidos, tirados à pressão, não ficamos por aqui. Nem mesmo quando os estudantes se aplicam, como formigas, a fundo! A história de Marcel Polh, um jovem alemão, é no mínimo insólita. Ele tem um processo judicial que lhe foi movido pela Universidade de Essen, onde terminou o curso de economia e gestão em Agosto de 2011, concluindo em apenas  três semestres 60 exames! Já que, segundo o Expresso, a Escola de Economia e Gestão exige que ele pague a totalidade do ano de 2011 (três mil euros) quando habitualmente são necessários 11 semestres para a sua conclusão!


 


 


 



Boa foto


 


Com tanto trabalho em tantos conselhos de administração (em 73 empresas) a escolha desta foto de Miguel Pais do Amaral pelo portal do Sapo vem mesmo a calhar... O homem está mesmo cansado e a precisar urgentemente de férias!


 

Boa foto


 


Com tanto trabalho em tantos conselhos de administração (em 73 empresas) a escolha desta foto de Miguel Pais do Amaral pelo portal do Sapo vem mesmo a calhar... O homem está mesmo cansado e a precisar urgentemente de férias!


 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Em jeito de enciclopédia

Sabiam que neste momento há 205 países (incluindo o Kosovo que não participa nos Jogos Olímpicos)?


É que graças aos Jogos Olímpicos descobri países que me eram desconhecidos. Qual versão feminina do Vasco da Gama eis os países que descobri: 


ArubaChade ; ComoresDjibouti ; GuamKiribati ; Montenegro ; Nauru ; Palau ;São Cristóvão e Neves ; 


 São Vicente e Granadinas ; Tuvalu Vanuatu ;  Togo ; Tonga ...




Ó meu Deus que inculta!




Na verdade alguns são apenas territórios (com categoria de países). São 192 países e 13 territórios.




Países



África do Sul
Albânia 
Alemanha
Andorra
Angola
Antígua
Arábia Saudita
Argélia
Argentina
Arménia
Austrália
Áustria
Azerbaijão

B
Bahamas
Bahrein
Bangladesh
Barbados
Bélgica
Belize
Benim
Bielorrússia
Bolívia
Bósnia e Herzegovina
Botswana
Brasil 
Brunei 
Bulgária 
Burkina Faso 
Burundi
Butão

C
Cabo Verde
Camarões
Camboja
Canadá
Cazaquistão
Chade
Chile
República Popular da China 
Chipre
Colômbia
Comores
República Democrática do Congo 
República do Congo
Coreia do Norte
Coreia do Sul
Costa do Marfim
Costa Rica
Croácia
Cuba

D
Dinamarca 
Djibouti 
Dominica 

E
Egito
Emirados Árabes Unidos
El Salvador
Equador
Eritreia 
Eslováquia 
Eslovênia 
Espanha
Estados Unidos da América
Estónia
Etiópia

F
Fiji 
Filipinas 
Finlândia 
França 

G
Gabão
Gâmbia 
Gana
Geórgia 
Granada 
Grécia 
Guiana 
Guatemala 
Guiné 
Guiné-Bissau 
Guiné Equatorial 

H
Haiti
Honduras 
Hungria

I
Iêmen 
Islândia
Índia
Indonésia 
Irã 
Iraque
Irlanda
Israel
Itália

J
Jamaica
Japão 
Jordânia 

K
Kiribati
Kuwait

L
Laos
Lesoto
Letônia
Líbano
Libéria
Líbia
Liechtenstein
Lituânia 
Luxemburgo

M
Macedónia 
Madagáscar 
Malawi 
Malásia
Maldivas 
Mali 
Malta 
Marrocos
Ilhas Marshall 
Mauritânia 
Maurícia
México 
Estados Federados da Micronésia 
Moldávia
Mónaco 
Mongólia 
Montenegro
Moçambique 
Myanmar 

N
Namíbia 
Nauru
Nepal
Nicarágua
Níger 
Nigéria 
Noruega
Nova Zelândia 

O
Omã

P
Países Baixos  (Holanda)
Paquistão
Palau 
Panamá
Papua-Nova Guiné 
Paraguai 
Peru
Polónia 
Portugal

Q
Catar 
Quênia
Quirguistão

R
Reino Unido
República Centro-Africana 
República Checa 
República Dominicana
Roménia 
Ruanda
Rússia 

S
Ilhas Salomão 
São Marino
São Cristóvão e Nevis 
Santa Lúcia
São Tomé e Príncipe 
São Vicente e Granadinas
Samoa 
Senegal
Sérvia 
Serra Leoa
Seychelles 
Singapura 
Síria 
Somália 
Sri Lanka 
Suazilândia 
Sudão 
Sudão do Sul
Suécia
Suíça 
Suriname 

T
Tadjiquistão 
Tailândia
Tanzânia 
Timor-Leste 
Togo 
Tonga
Trinidad e Tobago 
Tunísia
Turquemenistão 
Turquia 
Tuvalu

U
Ucrânia
Uganda
Uruguai 
Uzbequistão 

V
Vanuatu 
Venezuela
Vietname

Z
Zâmbia
Zimbabwe


 


Territórios


Taiwan
Palestina
Samoa Americana
Guam
Porto Rico
Ilhas Virgens Americanas
Bermuda
Ilhas Virgens Britânicas
Ilhas Cayman
Aruba
Antilhas Holandesas
Hong Kong
Ilhas Cook


 


Pronto, aqui fica o meu contributo para a cultura geral.



Em jeito de enciclopédia

Sabiam que neste momento há 205 países (incluindo o Kosovo que não participa nos Jogos Olímpicos)?


É que graças aos Jogos Olímpicos descobri países que me eram desconhecidos. Qual versão feminina do Vasco da Gama eis os países que descobri: 


ArubaChade ; ComoresDjibouti ; GuamKiribati ; Montenegro ; Nauru ; Palau ;São Cristóvão e Neves ; 


 São Vicente e Granadinas ; Tuvalu Vanuatu ;  Togo ; Tonga ...




Ó meu Deus que inculta!




Na verdade alguns são apenas territórios (com categoria de países). São 192 países e 13 territórios.




Países



África do Sul
Albânia 
Alemanha
Andorra
Angola
Antígua
Arábia Saudita
Argélia
Argentina
Arménia
Austrália
Áustria
Azerbaijão

B
Bahamas
Bahrein
Bangladesh
Barbados
Bélgica
Belize
Benim
Bielorrússia
Bolívia
Bósnia e Herzegovina
Botswana
Brasil 
Brunei 
Bulgária 
Burkina Faso 
Burundi
Butão

C
Cabo Verde
Camarões
Camboja
Canadá
Cazaquistão
Chade
Chile
República Popular da China 
Chipre
Colômbia
Comores
República Democrática do Congo 
República do Congo
Coreia do Norte
Coreia do Sul
Costa do Marfim
Costa Rica
Croácia
Cuba

D
Dinamarca 
Djibouti 
Dominica 

E
Egito
Emirados Árabes Unidos
El Salvador
Equador
Eritreia 
Eslováquia 
Eslovênia 
Espanha
Estados Unidos da América
Estónia
Etiópia

F
Fiji 
Filipinas 
Finlândia 
França 

G
Gabão
Gâmbia 
Gana
Geórgia 
Granada 
Grécia 
Guiana 
Guatemala 
Guiné 
Guiné-Bissau 
Guiné Equatorial 

H
Haiti
Honduras 
Hungria

I
Iêmen 
Islândia
Índia
Indonésia 
Irã 
Iraque
Irlanda
Israel
Itália

J
Jamaica
Japão 
Jordânia 

K
Kiribati
Kuwait

L
Laos
Lesoto
Letônia
Líbano
Libéria
Líbia
Liechtenstein
Lituânia 
Luxemburgo

M
Macedónia 
Madagáscar 
Malawi 
Malásia
Maldivas 
Mali 
Malta 
Marrocos
Ilhas Marshall 
Mauritânia 
Maurícia
México 
Estados Federados da Micronésia 
Moldávia
Mónaco 
Mongólia 
Montenegro
Moçambique 
Myanmar 

N
Namíbia 
Nauru
Nepal
Nicarágua
Níger 
Nigéria 
Noruega
Nova Zelândia 

O
Omã

P
Países Baixos  (Holanda)
Paquistão
Palau 
Panamá
Papua-Nova Guiné 
Paraguai 
Peru
Polónia 
Portugal

Q
Catar 
Quênia
Quirguistão

R
Reino Unido
República Centro-Africana 
República Checa 
República Dominicana
Roménia 
Ruanda
Rússia 

S
Ilhas Salomão 
São Marino
São Cristóvão e Nevis 
Santa Lúcia
São Tomé e Príncipe 
São Vicente e Granadinas
Samoa 
Senegal
Sérvia 
Serra Leoa
Seychelles 
Singapura 
Síria 
Somália 
Sri Lanka 
Suazilândia 
Sudão 
Sudão do Sul
Suécia
Suíça 
Suriname 

T
Tadjiquistão 
Tailândia
Tanzânia 
Timor-Leste 
Togo 
Tonga
Trinidad e Tobago 
Tunísia
Turquemenistão 
Turquia 
Tuvalu

U
Ucrânia
Uganda
Uruguai 
Uzbequistão 

V
Vanuatu 
Venezuela
Vietname

Z
Zâmbia
Zimbabwe


 


Territórios


Taiwan
Palestina
Samoa Americana
Guam
Porto Rico
Ilhas Virgens Americanas
Bermuda
Ilhas Virgens Britânicas
Ilhas Cayman
Aruba
Antilhas Holandesas
Hong Kong
Ilhas Cook


 


Pronto, aqui fica o meu contributo para a cultura geral.



Almas perdidas


 


Acabo de ler que Eurico de Melo, tido como um dos grandes barões nortenhos do PSD, morreu. Tinha 86 anos. Perante o facto, seguramente triste para o seus familiares e partidários, escrevo para lamentar a teimosia da Controlinveste, em nome de uma duvidosa liberdade de opinião, em dar espaço a esta gente. Resta-me pois esperar que a sua alma descanse em paz, já que a destes anda em polvorosa, infinitamente perdidas!

Almas perdidas


 


Acabo de ler que Eurico de Melo, tido como um dos grandes barões nortenhos do PSD, morreu. Tinha 86 anos. Perante o facto, seguramente triste para o seus familiares e partidários, escrevo para lamentar a teimosia da Controlinveste, em nome de uma duvidosa liberdade de opinião, em dar espaço a esta gente. Resta-me pois esperar que a sua alma descanse em paz, já que a destes anda em polvorosa, infinitamente perdidas!

Chaves na porta


 


Mais um excelente cartoon, agora a propósito da nova lei do arrendamento que o Presidente da República promulgou na passada segunda-feira.


 


P.S. - Na actual situação financeira que o país vive aumentou o número de portugueses que procuram arrendar, nesta prespectiva este texto (em formato pdf) com as consequência práticas desta nova lei é seguramente útil.

Chaves na porta


 


Mais um excelente cartoon, agora a propósito da nova lei do arrendamento que o Presidente da República promulgou na passada segunda-feira.


 


P.S. - Na actual situação financeira que o país vive aumentou o número de portugueses que procuram arrendar, nesta prespectiva este texto (em formato pdf) com as consequência práticas desta nova lei é seguramente útil.