O meu pai, que conta com 78 anos, diz que é uma personagem do século XX, e que este não é o seu tempo! Do mais "moderno" que ele é capaz de fazer é enviar um fax, atender e ler SMS no seu arcaico e simplificado telemóvel. Ora acontece - e olhem que estive a ler isto na esperança de conseguir compreender - que, e apesar de ter um andróide perto de mim, de saber enviar emails e ter umas contas nas redes sociais, começo a perceber que estou a ficar para trás. Ou seja: corro o risco ficar preso no meu tempo!
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