Hoje no Parlamento votou-se uma lei que não abona a favor das crianças que não têm pais biológicos. Esta é a minha convicção e espero com isso não ofender ninguém, porque não é essa a minha intenção. Mas para quem acredita na realidade como ela é, e na natureza com sua referência, não pode pensar de outra maneira.
Mas estes "pais" da nova era têm muita força, e queriam muito filhos, os filhos de um sonho impossível, portanto as crianças terão de viver nessa realidade, que com toda a certeza ultrapassará aquela que é à imagem e semelhança da realidade biológica. Mas neste mundo quem não tem razão, tem quórum para compensar e o quórum ganha. Vivemos na era da tirania do número.
Prometi não abordar este tema de forma veemente, porque a minha indignação num caso de maioria de parlamento de oposição, não tem qualquer utilidade. Mas não resisto a dizer que amor é uma coisa diferente de "compor um ramalhete", ou "concretizar um sonho impossível". Amor pode bem ser abdicar de um sonho impossível.
Um dia ainda me expulsas daqui. Mas o zero é melhor do que o nada.
ResponderEliminarLamento o comentário, mas conheço crianças adoptadas ou que foram fabricadas (temos uma amiga lésbica canadiana que engravidou) que são felizes. Todavia eu prefiro as regras biológicas e, para terminar, era tão bom que os nossos problemas fossem só estes. Aliás a adopção que por si é um problema, tornou-se, só por si, uma excelente medida!