A maior prova de que os banqueiros têm medo de um Governo de António Costa é isto: Os banqueiros saíram hoje da reunião com o Presidente da República a dizer o mesmo por outras palavras:
José de Matos, Presidente da comissão executiva da Caixa Geral de Depósitos, considerou hoje que é importante "salvaguardar as condições de estabilidade para o sistema financeiro e estabilidade macroeconómica em geral para o país".
Nuno Amado, Presidente do Millennium BCP, disse hoje estar “bem confiante” de que “um futuro novo governo” irá dar atenção à necessidade de estabilidade para manter a confiança e o investimento. E que "o essencial é cumprir os compromissos mais importantes que o país tem ao nível europeu”.
Fernando Ulrich, presidente executivo do BPI, “Se porventura o doutor António Costa for indigitado para ser o próximo primeiro-ministro eu pessoalmente confio no doutor António Costa e no Partido Socialista de que terão o sentido de responsabilidade necessário para manter o país num caminho de rigor e de garantia de estabilidade no sistema financeiro”.
“Só com rigor nas finanças públicas e estabilidade no sistema financeiro será possível continuar a melhorar de forma gradual e sustentável as condições de vida dos portugueses”.
Eduardo Stock da Cunha, presidente do Novo Banco, defendeu hoje que “Portugal vai ter que continuar a garantir junto dos mercados internacionais que honra os seus compromissos, que é uma pessoa de bem, e que a trajetória que temos vindo a ter de consolidação de finanças públicas e de melhoria da nossa posição externa se mantém e não é interrompida”
António Vieira Monteiro, Presidente do Santander Totta, defende executivo "forte e estável" e considera necessário cumprir “obrigações internacionais”.
Fernando Faria de Oliveira, o presidente da Associação Portuguesa de Bancos disse que "todos os portugueses desejarão que o próximo Governo que vier a ser constituído tenha capacidade de ação estratégica, muita lucidez e grande realismo". "É fundamental desde logo criar um clima de confiança e de segurança junto dos cidadãos, junto dos mercados, quer se trate de mercados financeiros, quer de mercados políticos".
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