Aqui estão algumas da tiradas de Paulo Portas, hoje, na Assembleia de República.
É o Paulinho das feiras no seu melhor!

"Na próxima vez candidatamo-nos nós em coligação e vocês em frente de esquerda e vamos ver quem ganha"
"Não ganhámos por poucochinho"
"Vamos deixar a sorte dos nossos compatriotas à mercê das reuniões do comité central da Soeiro Pereira Gomes", afirmou o vice-primeiro ministro, numa alusão à influência que o PCP terá sobre o executivo de esquerda.
“não é bem um governo, é geringonça, não é uma coligação, isso já se viu, tão pouco será um acordo, porque vai haver vários”.
“é tal a dificuldade em reconciliar o irreconciliável, que até nas moções de rejeição tiveram dificuldade de apresentar uma só”.
“cada um tem a sua função” e não se deve actuar em “contramão com o povo, que é soberano”
“um mês depois (…) o funcionamento da instituições tornou-se irreconhecível.”
“A esmagadora maioria dos portugueses não votou em nenhuma dessas aventuras no dia 4 de Outubro, diz Portas”, que diz recorrer “ao direito à indignação”. É matematicamente possível, até pode ser constitucionalmente legal, mas é seguramente politicamente ilegítima”.
(Para Costa): Se se vir aflito (...) não venha depois pedir socorro"
"Nós já fomos os bombeiros do vosso resgate duas vezes, a vossa conduta assemelha-se à dos pirómanos do regime, não seremos cúmplices dessa consequência", disse Portas, dirigindo-se à bancada socialista.
"O eixo da roda do regime mudou. deixando de estar levemente à direita ou à esquerda do centro para ficar à esquerda da esquerda"
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