Quando o jornal satírico francês “Charlie Hebdo” foi brutalmente atacado, no passado mês de Janeiro, as pessoas, tal como eu, mesmo que não gostando do estilo, assumiram-se, por todo o mundo civilizado, como "Je suis Charlie Hebdo!".
O jornal foi abalado mas não morreu. Os fundamentalistas perderam a batalha!
E perante a tragédia da passada sexta-feira, os humoristas franceses - assim como outras publicações francesas em outros registos - mostram o nervo, escrevendo: “Ils ont les armes. On les emmerde. On a le champagne!”
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