Há uma nova organização mafiosa: o lobby gay. Reparem nesta notícia: Director do Mozilla Firefox demitido por ter financiado opositores ao casamento gay. Houve uma queixa do lobby gay depois de um site de encontros (meu deus!) ter apelado a um boicote ao Firefox por o seu CEO ser um opositor ao casamento gay. E a Firefox cedeu. Inacreditável. Cedeu à corrupção. Porque é altamente irregular esse comportamento de uma empresa. Brendan Eich inventou a linguagem de programação Javascript e foi co-fundador da Mozilla. Estamos a falar de mérito que muitos dos queixosos nem sabem o que é. Mérito que não é tido em conta.Um comportamento vingativo, de ajuste de contas, muito típico da máfia. O casamento gay é imposto de forma quase nazi às sociedades. Quem for contra é posto num quase campo de concentração. Vivemos tempos perigosos. Este é verdadeiramente o comportamento de perseguição e intolerância a quem não adere às ideias da moda.
Não falando de toda a homofobia que vai por aí, está-me a dizer que uma pessoa que faz coisas bem não é passivel de ser criticada num campo em nada relacionado com a sua obra? Então a mulher do Bethoven tinha que dar vivas ao seu mau feitio pela execução da 5ª sinfonia? Por amor da santa...
ResponderEliminarIndependentemente da notícia em si e sendo a Maria Teixeira Alves livre de ter a sua opinião relativamente a esta questão em particular, bem como em relação ao casamento gay e à influência (real ou imaginária) que o “lobby gay“ possa ter na sociedade actual, não acha que quando usa termos como “O casamento gay é imposto de forma quase nazi às sociedades“ ou “Quem for contra é posto num quase campo de concentração.“
ResponderEliminarUm “quase campo de concentração“?!
Quando se sentou para escrever o seu comentário, nem por um momento pensou que, se calhar, era possível apresentar um argumento perfeitamente plausível acerca da notícia em questão sem recorrer a comparações absurdas e sem qualquer tipo de ligação com a realidade?
Por exemplo, o Andrew Sullivan (homossexual assumido, católico e conservador) faz uma defesa interessante do ex-CEO aqui: http://dish.andrewsullivan.com/2014/04/03/the-hounding-of-brendan-eich/ e consegue criticar aquilo que considera ser o radicalismo de certas associações gay, sem trazer ao barulho “nazis“ ou “campos de concentração“.
Cumprimentos