quarta-feira, 16 de abril de 2014

Como não adorar o Grand Budapest Hotel


O filme do Wes Andersen, Grand Budapest Hotel é de uma estética absolutamente divinal. A nostalgia, o romantismo, a subtileza, tudo se conjuga na nova obra do norte-americano, onde acompanhamos a história de Gustave H. (Ralph Fiennes), um brilhante “concierge” de um famoso hotel europeu durante as duas guerras, e o jovem Zero Moustafa (Tony Revolori), o seu protegido e amigo de confiança. Uma verdadeira história de amigos improváveis, contada sob a forma de narrativa lida à lareira. 


Na forma e estilo, Wes Andersen, neste filme, fez-me lembrar o britânico Richard Ayoade no seu filme Submarine.


De destacar também a enorme variedade de personagens (e de actores célebres) e histórias que desfilam aos nossos olhos. O que em teoria poderia levar a alguma dispersão, mas engenhosamente, Wes Anderson une todas as histórias, apresentando um argumento realmente notável e sedutor carregado de uma ironia subtil. Um tratado de Bom Gosto este filme. A não perder. Há poucos assim.


 

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