quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Navegar na maionese

Há neste país tantos jogos de poder e intrigas que nem consigo já ver na televisão mais do que os inofensivos Os Portugueses Pelo Mundo e o Masterchef Austrália. Nem para a Quadratura do Círculo já tenho pachorra.


 


Neste país é tão fácil ser mal entendido. Anda meio mundo a desconfiar de meio mundo. O pior de tudo é que não é mania da perseguição, há muitas razões para desconfiança.


 


Portugal mais longe de voltar aos mercados. A culpa é da crise Portas e do Tribunal Constitucional. Não é  uma falha de previsão de Vítor Gaspar, nem é culpa do IGCP (que tem uma belíssima equipe).


 


Já repararam na novela GES/Pedro Queiroz Pereira? Por trás, mais uma vez, Álvaro Sobrinho. Sobrinho está em todo o lado. É uma espécie de Professor Moriarty. Está sempre atrás de todas as patifarias ao presidente do BES. 


 


Não gosto de cabalas e o presidente do BES está demasiadas vezes a ser julgado na praça pública (com a ajuda de alguns jornais) sem o estar a ser nas instâncias oficiais. Portanto estamos a falar de meras intrigas que sustentam uma cabala. A ideia de uma sucessão no Grupo da família Espírito Santo no horizonte aguça o engenho das intrigas. Defender Ricardo Salgado pode não ser políticamente correcto, mas é justo, o que é mais importante. 


  


Chineses da Three Gorges afinal já não vão construir a fábrica de turbinas eólicas em Portugal que prometeram quando quiseram ganhar a privatização da EDP. Dizem que só adiaram, mas há quem fale de uma resposta ao fim de algumas rendas da EDP. 


 


Haveria mais para dizer, mas não posso escrever.


 


 

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