Na mesma obra, Jacinto Prado Coelho procura definir a ideia de cultura e, como estou de acordo, cito-a: "(...) rejeito in limine, pois de nada serve, o conceito essencialista de Geist ou alma ou génio nacional; prefiro considerar a cultura de um povo (neste caso o português) na sua historicidade, como pluralidade de elementos solidários num constante devir, num permanente refazer".
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