E não vendeu mais cedo o Banif porque o anterior Governo não quis abrir um concurso para não atrapalhar a venda do Novo Banco. Se houvesse um interessado que se voluntariasse analisariam, mas não abririam um concurso oficial de venda.
Mas não haverá tão bons argumentos para o atrasado na reestruturação do Banif que degradou o valor banco e tornou-o mais barato, isso Jorge Tomé confessa.
Fica por saber porque é que até agora (e ao fim de dois anos) não venderam a carteira de crédito (ligeiramente complicada) de imobiliário, porque não venderam o banco no Brasil e porque não venderam o banco em Malta.
Para já não falar da Açoreana que está há mais de um ano à venda e foi perdendo o interesse. Mas aí percebe-se porquê, é que a venda provocaria uma menos valia que se reflecteria no capital.
Enfim, sad story.
P.S. Jorge Tomé é um banqueiro de louvor, mas o Banif não foi o que lhe correu melhor, há que dizê-lo.
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