No passado dia 8 de Novembro, depois de se conhecerem as medidas PS resultantes de acordos com os partidos "à gauche", que afinal segundo António Costa confessou à Visão que "os entendimentos à esquerda não foram suficientes para integrar Bloco e PCP no Governo", mas admite que isso possa acontecer no futuro, escrevi este post, em que faço esta pergunta/consideração a propósito da internção de reverter as concessões nas empresas de transportes: "Como é que se revertem estes negócios? Quanto irá o Estado pagar em indemnizações por quebras de contratos? Isto não vai passar de promessas, suspeito".
Não tardou a resposta a surgir, assim que se chumbou o governo no Parlamento começaram a saltar para a ribalta os problemas: PS só reverte concessões se não tiver custos para o Estado. Ou seja o PS disse que sim ao PCP que exige a reversão da concessão das empresas dos transportes (o que será do PCP e do PS sem poder que lhes dá as greves dos transportes?), mas impôs uma condição que o liberta de cumprir a promessa ao PCP. Sabendo que é impossível fazê-lo sem elevados custos disse que só volta atrás com os processos se não houver custos para o Estado. Ora aí está a primeira fricção entre PCP e PS: as concessões dos transportes.
Ainda não está a ver o filme, Maria.
ResponderEliminarIsto era óbvio. Poucas coisas vão mudar, simplesmente porque não podem.
Isto é um assalto ao Poder. Muito bem feito.
Quem é que pode ganhar com isto tudo?
É inteligente, por isso a sigo.
Seja Jornalista, pense.
E cuidado onde publica :)