terça-feira, 10 de novembro de 2015

A morte de um estadista


Georges Burdeau (1905-1988), politólogo francês, escreveu um dia (num daqueles livros de bolso da Europa-América) que o “Estado é o troféu da política”. Deve ter razão, sobretudo quando tudo é invertido, e quem ganha a taça fica relegado para o grupo dos perdedores.


Porém, e a propósito da aprovação da moção de rejeição, o que me leva a escrever é outra coisa. É sobre a morte de um social-democrata alemão, ou seja, uma espécie de parente alemão dos socialistas portugueses.


Hoje morreu em Hamburgo, pelas 14.30 horas, Helmut Schmidt. O homem que sucedeu a Willy Brandt como chanceler da Alemanha, e que liderou a então RFA de 1974 a 1982.


Escrevo isto em forma de homenagem. Ele é o que António Costa nunca será: Um grande estadista!

1 comentário:

  1. Como comentei há umas semanas, há anos que não temos boas colheitas.

    Helmut Schmidt, Helmut Kohl, Willy Brandt, e talvez Angela Merkel (a história o dirá), nasceram de boas colheitas. Estranhamente (ou talvez não) são Alemães.

    Do lado da Lingua Inglesa, Franklin Delano Roosevelt e Winston Churchill.

    Nenhum foi/é Português.

    Tire o F daqui. Ou adicione outro ícone a seguir ao T.

    Já deve ter percebido que vai ter vida difícil no FB. Principalmente depois do dia de hoje.



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