O grupo Violas, accionista fundador do BPI, mais precisamente os herdeiros da família que sempre teve boas relações com Artur Santos Silva, reforçou a sua posição no banco após o anúncio da OPA do CaixaBank. A “holding” Violas Ferreira Financial investiu 10,7 milhões para passar a controlar mais de 2,5% da instituição liderada por Fernando Ulrich.
Com este investimento, a Violas Ferreira volta a ter uma participação qualificada no BPI.
Ora porque será que reforçaram?
Preparam espingardas para a Assembleia Geral do BPI que votará a desblindagem de estatutos, condição sine qua non para o sucesso da OPA. Os prazos apertam porque há um Novo Banco para comprar e há que despachar a OPA antes que seja impossível comprar o lado bom do velho BES.
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