A história fabulosa e bem realizada (por James Marsh) de Stephen Hawking talvez não chegue a ganhar a estatuteta de melhor filme, mas nunca nos sairá do coração.
Várias coisas surgem à ideia quando se conhece melhor Stephen Hawking, o brilhante fisico teórico e cosmólogo britânico, emblemático ateu que considerava que Deus não cabia nas explicações da origem do mundo. O pai da teoria do buraco negro, depois por si própria rebatida, e da teoria do Big Bang na criação do mundo.
O mais curioso do seu ateísmo é ter casado com uma mulher crente e religiosa, que cantava no coro da igreja, Jane Wilde casou com ele apesar da doença esclerose lateral amiotrófica que lhe foi detectada e que lhe dava dois anos de vida em condições trágicas. O amor e a vida que teve apesar dessas circunstâncias são só por si a prova evidente da existência de Deus. Stephen Hawking teve uma família fabulosa (três filhos) como muitos não têm e foi reconhecido pelo seu brilhantismo em toda a sua carreira como investigador. É, claro está, britânico. Tivesse ele tido o azar de ter vivido em Portugal e teria tido uma vida trágica. Nunca teria casado, seria abandonado e ninguém lhe daria créditos para as suas teorias e estudos.
olá :p
ResponderEliminarEu voltei agora com o meu blog e adorava ter a sua opinião.
criticas são sempre boas :)
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