Todos nós sabemos que o Partido Socialista está divido. Há aqueles, sobretudo os mais velhos, dos tempos de Abril, que vêem com bons olhos uma governação à esquerda e há os outros, que, tal como, por um lado, os "seguristas", reconhecem as evidências, e, por outro, os oportunistas que tem nesta crise interna, no Largo do Rato, uma janela para se tomarem brevemente o controlo do partido.
De facto as divergências no Rato são grandes. Há, entre os deputados eleitos por este partido, quem não se identifica com a linha seguida por António Costa. Porque, com este posicionamento o PS tornar-se-á numa espécie de “PASOK à portuguesa”, pelo que - e isto é digno de quem tem sentido de estado - seria interessante que eles se automatizassem. Ou seja: que e à revelia dos demais, aprovassem, mesmo que implicitamente o futuro governo de Portugal!
Cairia o Carmo, a Trindade e o Rato, mas Portugal respiraria melhor...!
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