quinta-feira, 8 de março de 2012

Do humanismo que escapa






"Não posso esquecer, mas posso perdoar", Mandela." 

 


Esta frase que inicia o fantástico filme Osama de Siddiq Barmak , Globo de Ouro para melhor filme em língua estrangeira em 2004, é de um humanismo a toda prova. Sendo na sua base um filme afegão - baseado na temática talibã - não deixa, no entanto, de provar que as verdadeiras religiões só tem sentido se incentivarem o perdão e, em última análise, o amor entre os homens!

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