A ver o "All men´s king" um filme com Sean Pean, Jude Law, Anthony Hopkins, Kate Winslet, Mark Rufulo (um elenco de luxo) ouvi a seguinte ideia: "o mal existe desde a concepção e o bem é o que se constrói a partir do mal". Tenho de pensar sobre isto... vou ler "O livre-arbítrio e o Problema do
Mal em Santo Agostinho"
O Bem e o Mal não me parece que se definam com essa frase do filme. Embora o tema dê para um livro, uma palavra apenas: o Bem é o que nos dignifica no corpo e na alma; em oposição, o Mal é o que nos pesa no corpo e na cosnciência. Não vale a pena ler Sto Agostinho: a sua visão, anquilosada pela religião, do Homem, do mundo e do Universo nada de positivo adianta a estes conceitos.
ResponderEliminar“Para que o mal vença, basta que o Bem nada faça! Se se puser de parte o Direito baseado na Justiça e na Verdade, em que se distingue então, o Estado de um bando de salteadores?”
EliminarSanto Agostinho
(de Hipona)
(13.11.354-28.8.430)
“A razão escraviza todas as mentes que não são suficientemente fortes para a dominarem.”
Recusou o Prémio Nobel da Literatura em 1925
George Bernard Shaw
(1856-1950)
Francamente, amigo e irmão Francisco Domingues. O seu discurso é aquilo que eu chamo do TRIUNFO DO ILUMINISMO, nas sua piores consequências, misto de soberba e outras coisas inomináveis!!! E os frutos estão bem à vista!!! Deus o ilumine e o ajude. Rezarei por si.
“Eu cheguei ao catolicismo vindo do liberalismo,
Eliminardoutrina na qual eu detectei, ao fim de alguns anos,
vícios intelectuais - sobretudo preconceitos,
omissões deliberadas e agendas escondidas -
que, no meu julgamento, se tornaram imperdoáveis,
a maior parte das quais em relação à própria Igreja Católica e ao catolicismo.
No catolicismo, como doutrina, pelo contrário,
eu encontrei verdade, simplicidade, abertura,
racionalidade e consistência lógica. Fiquei encantado.
A tal ponto que ainda recentemente escrevi que
o meu maior prazer intelectual seria o de descortinar
uma inconsistência grosseira na doutrina católica,
a qual poderia revestir a forma de uma interpretação
grosseiramente defeituosa das Escrituras ou de uma
grossa inconsistência entre dois tópicos da doutrina.
Ainda não consegui, mas continuarei a tentar.”
"A minha aventura intelectual:
do liberalismo ao catolicismo... onde aliás ainda não cheguei"
Pedro Arroja
(1954)
Mutatis mutandis, esta também é para si, amigo e irmão Francisco Domingues.
Gosto da frase embora seja uma evidência. É, por assim dizer, redonda e não é tampouco inovadora. Em toda a vida humana nós vivemos de antónimos, i.e., como se fosse um jogo de espelhos; em que uma anula a outra: bem / mal; belo / feio; etc. A ideia de mal serve reforçar a importância do bem. Assim, podemos concluir, que a existência da figura do diabo serve para legitimar, engrandecer, a importância de Deus.
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