sexta-feira, 29 de abril de 2011

Ecce Homo: o legado de José Sócrates

Pensem nisto antes de votarem a 5 de Junho


 


 


1 - Pior dívida pública dos últimos 160 anos (mesmo não incluindo PPPs e empresas públicas).


2 - Pior taxa de desemprego dos últimos 90 anos (duplicou em 6 anos)


3 - Maior dívida externa dos últimos 120 anos


4 - Dívida externa bruta em 1995 de 40% do PIB


5 - Dívida externa bruta em 2010 de 230% do PIB


6 - Dívida externa líquida em 1995 de 10% do PIB


7 - Dívida externa líquida em 2010 de 110% do PIB


8 - DÍVIDA PÚBLICA em 2005 = 82.000.000.000€


9 - DÍVIDA PÚBLICA em 2010 = 170.000.000.000€


10 - Últimos 10 anos = 3º país do mundo com PIOR CRESCIMENTO ECONÓMICO (atrás do Haiti e Itália)


11 - Últimos 10 anos = 4º país do mundo com MAIOR CONTRACÇÃO de DÍVIDA.


12 - Actualmente no 4º lugar do TOP dos PAÍSES DO MUNDO EM RISCO de BANCARROTA


13 - Em 2011 só PORTUGAL, Grécia e Costa do Marfim estarão em recessão no MUNDO


14 - Em 2012 só PORTUGAL estará em recessão no MUNDO.


 




 

6 comentários:

  1. Por tudo o que fica dito, a palavra cabe, sem dúvida, ao povo e ao Presidente. Eis uma Carta aberta: «Sr. Presidente,
    Já que fomos obrigados pela incompetência dos agentes políticos – todos incluídos! – a ir para eleições,
    Já que nenhum dirigente partidário oferece credibilidade para, seja qual for o resultado das eleições, formar um governo de unidade nacional como se impõe, de momento,
    Já que Portugal só parece ser governável com um governo apartidário ou supra-partidário,
    Já que não se levanta em Portugal nenhum movimento popular, como na Islândia, impondo um tal governo que ponha ordem em todos os agentes políticos incompetentes que têm de passar pela vergonha – vergonha que é cúmplice com todo um povo que os elege! – ser ensinados pelo FMI a fazerem as contas "de casa"...,
    Cabe-lhe a si, Sr. Presidente, tomar a iniciativa, no exercício da sua magistratura activa e no espírito da Constituição, como diz o Prof. Jorge Miranda, dizer ao País, mesmo antes das eleições, que não nomeará qualquer um dos líderes partidários para primeiro ministro, mas uma personalidade credível da área do partido mais votado, personalidade que formará o tal governo de unidade nacional, governo que execute o programa do FMI, obtendo simultaneamente o compromisso escrito entre todos ou a maioria dos partidos, sobretudo PSD e PS, de nenhum boicote por parte da Assembleia da República às severas medidas adoptadas, incluindo, obviamente, a redução de deputados para o máximo de 180, segundo a Constituição.
    Por favor, cumpra este seu dever para com Portugal!
    Cumprimentos.»
    Se uma boa parte dos portugueses enviasse ao Presidente uma carta como esta, seria um acto de patriotismo muito maior do que ir votar (em quem, se nenhum deles é credível?) ou votar em branco (os votos em branco não são contados par coisa nenhuma – trabalho inútil, portanto!) ou simplesmente abster-se – acto desagradável para quem o motivo não é a preguiça mas o não ter ninguém em quem se reveja como patriota credível que queira realmente servir Portugal e não servir-se...
    Quem concordar, avance! Basta ir ao Google e clicar em “Escreva ao Presidente”.

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    1. Tem toda a razão !

      Mas, a minha já longa existência diz-me, que fazer estas coisas, não serve para nada.
      Já no tempo de Salazar, os intelectuais da época se cansavam em escrever e o resultado era sempre o mesmo.
      Veja o caso do bispo do Porto D. António Ferreira Gomes.
      Será porque somos uma mistura de Visigodos, Árabes e Judeus ?

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    2. francisco domingues4 de maio de 2011 às 01:48

      Então, que raio poderemos, que raio pode o povo fazer nesta democracia que o não é? A resposta é uma abstenção em massa! Lutemos, pois, por um boicote activo às próximas eleições. Talvez que, ninguém indo votar, eles - todos os políticos, presidente e governo incluídos! - aprendam alguma coisa!
      Saudações democráticas!

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  2. Também nunca esquecerei os 10 anos do cavaquismo que destruiu a agricultura, a industria, a destruição da linha férrea, a era do betão, o capitalismo popular, os fundos da CEE que foram para empresários comprarem Porches e Ferraris no Vale do Ave numa região extremamente pobre, onde havia muita fome, a expulsão dos jornalistas da Assembleia da República, o despedimento do porteiro do Hospital,. NÃO, NÃO ESQUEÇO.

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    1. francisco domingues4 de maio de 2011 às 01:57

      E muito mais!
      O "homem intocável" rodeou-se de corruptos como os do BPN e BPP, aumentou desmesuradamente o sector público (funcionários e empresas), etc. e, como presidente, não tem passado de medíocre, incapaz de tomar medidas arrojadas em nome de Portugal: continua ligado ao partido que o elegeu.
      Se concorda com o meu comentário anterior, não vá votar e boicote activamente as próximas eleições!
      Saudações!

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