quarta-feira, 13 de abril de 2011

Um ataque de narcisismo

Tive um ataque de narcisismo, desculpem.


 


No dia 11 de Março publiquei aqui um post com o título "A primeira medida a aplicar para travar a crise de dívida soberana" e a 17 de Março, outro sobre o mesmo tema, ou seja, a necessidade de Portugal vender tudo o que tem para amortizar a dívida, ainda que não chegue para tudo. Hoje Ricardo Salgado, presidente do BES, vem defender plano de privatizações para reembolsar o endividamento.


 


No dia 9 de Setembro de 2010, antes de qualquer PEC, escrevi no Farpas isto: Portugal está falido? E o resto foi o que se viu e ainda vai ver.


 


Na senda do visionarismo, vou aproveitar para dizer que até Junho os bancos portugueses vão ter de pedir ajuda ao Estado, porque não vão aguentar a desvalorização dos colaterais dos empréstimos ao BCE e outros empréstimos, tipo Repo´s, que tenham títulos de dívida pública portuguesa, como garantias.


 


Este post foi publicado no blog Corta-Fitas

1 comentário:

  1. António Pereira de Carvalho15 de abril de 2011 às 13:32

    “Esta crise do BCP, pode parecer uma guerrinha que à distância do tempo tenderá a parecer arqueologia, mas ela é o reflexo de um país à deriva, submerso na lógica demagógica do poder das aparências. O BCP é hoje uma extensão da filosofia que rege o país, em que se quer fazer acreditar que o que parece é.”

    Terramoto BCP Toda a história
    Booknomics, 1ª Edição, Junho de 2008, pág. 222
    Maria Teixeira Alves


    Não sei de que pedem desculpa e a que tipo de narcisismo se referem. Quem é intelectualmente honesto e faz os TPCs, sujeita-se a ter razão, muito antes do tempo. Invocar esses "galões" legítimos e justos, estou certo, nada tem de mal. Pelo contrário. E quem não gostar, paciêncinha. “Entre nós a mediocridade é ainda decreto e a inveja a portaria que a regula”, Expresso, 16 de Maio de 1992
    João Lobo Antunes

    Percebamos OS PORQUÊS do sucesso:

    "Tenho paixão por fazer as coisas bem e deixar as pessoas felizes"
    Maisfutebol, 11.4.2011
    José Mourinho

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