O recurso ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira vai permitir à República Portuguesa financiar-se a taxas mais baixas em troca de austeridade controlada pelo FMI. Ora se Portugal se endivida mais e se a austeridade provoca recessão, antevejo que Portugal não vai sair do remoinho. Pois com o FEEF endivida-se mais, e como o PIB desce, o rácio de dívida pública sobre o PIB aumenta.
Uma reportagem da TVI revela que:
Um ano depois de ter pedido ajuda financeira, a Grécia vive em profunda recessão. A União Europeia e o Fundo Monetário Internacional continuam a exigir ao Governo grego novas medidas de austeridade.
Isto apesar de os cortes nos salários dos trabalhadores dos sectores público e privado, do aumento dos impostos e da eliminação dos subsídios de férias e Natal e substituído por um único subsidio mais pequeno. Cortes nas pensões nºao só no sector público, mas também no sector privado.
Um ano depois, em Atenas 20% das lojas fecharam, nas zonas mais periféricas chega a 50% ou mesmo 70%.
Já a Irlanda, que foi o segundo país da Zona Euro a pedir ajuda ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e à União Europeia, suportaram mais um «apertão», depois de três anos de austeridade: um novo corte nos salários, uma subida generalizada de impostos e reduções significativas nos apoios sociais. O sufoco é tal, que milhares de famílias não conseguem pagar o crédito da casa.
Já não sei no que acreditar...há quem diga que o FMI entra e não custa tanto, e depois existem estes relatos...já estou numa de deixar vir e o que tiver de ser, será! Neste momento não temos certezas sobre nada...
ResponderEliminarCusta-me é pensar que, o FMI entra, a austeridade aumenta e eu e muitas outras pessoas poupamos mais, face ao aumento generalizado dos preços...enquanto outras pessoas ficarão completamente à deriva, sem poderem comprar um bem essencial por terem outro que necessitem mais e o dinheiro não chegar para ambos...como vai ser para essa gente??!