A União Europeia se quer tornar Portugal um país mais competitivo deve exigir uma reforma na justiça. Para tornar mais céleres as decisões judiciais. Isso sim é um entrave à competitividade e não os despedimentos. Hoje em dia quem quer despedir consegue. E o facilitismo num país onde a inveja ofusca o mérito, só serve para facilitar os job for the boys. A diferença está entre acelerar as decisões judiciais ou aumentar o desemprego de longo prazo. Parece-me não haver dúvidas.
Dois dos sintomas mais reveladores do estado de profunda degradação do Estado português são como dois "bens" essencialíssimos para uma sociedade humana, dita civilizada, se tornaram em bens de LUXO e escassos. Falo da possibilidade de se recorrer à JUSTIÇA e o TER FILHOS.
ResponderEliminarPior do que a morosidade, são os custos astronómicos que tal acto comporta, sonegando assim a possibilidade a milhares e milhares de pessoas e empresas de recorrerem ao paradoxalmente chamado ESTADO DE DIREITO, uma contradição nos próprios termos, para além das perversidades a que pode levar. Infelizmente, também aqui os nossos vizinhos dão-nos mais uma lição pois parece que lá o acesso à justiça é que é de facto tendencialmente gratuito.
Quanto à questão do emprego ela tem que radicar acima de tudo no Direito Natural. Se não houver TRABALHO, como é que há empregos? Se alguém me conseguir explicar ficaria infinitamente grato!!!