Sinais de que uma bactéria é capaz de substituir o nutriente essencial fósforo por arsênico - um elemento tóxico para a maioria das formas de vida conhecidas - expande o horizonte para a busca de vida fora da Terra, anunciam os cientistas que assinam a pesquisa descrita no serviço online da revista Science, o Science Express.
A bactéria descoberta pela equipe de cientistas liderada por Felisa Wolfe-Simon, da Pesquisa Geológica dos Estados Unidos, seria a primeira excepção conhecida à regra do fósforo como nutriente essencial para que haja vida.
"DEUS É AMOR"
ResponderEliminar“A razão escraviza todas as mentes que não são suficientemente fortes para a dominarem.”
“Evolução: competição e cooperatividade
Da teoria evolutiva, muitos guardaram apenas a ideia de que «os melhores sobrevivem e multiplicam-se mais», associando esta ideia à pura competição entre «iguais» ou pelo menos parecidos. Mas é evidente, se pensarmos um pouco, que a competição é uma gestão de carências, que a competição nunca inventa nada de novo, ou, se inventa, levará sempre muito tempo até que a «novidade» o seja. Pelo contrário, a cooperação entre «diferentes», por definição de cooperação, cria intrinsecamente «novidade», inventa novas possibilidades e «funções», acarreta vantagens imediatas para os «cooperantes». Como dizia o grande evolucionista Maynard-Smith , recentemente desaparecido, todas as grandes transições evolutivas foram «cooperativas». Por exemplo, a passagem de seres vivos unicelulares a multicelulares teve de ser resultado da cooperação entre células, neste caso entre bactérias que «perderam a parede» e que, do ponto de vista competitivo, estariam em muito maus lençóis no ambiente inóspito em que viviam. Ora, foram estas pobres bactérias indefesas que inicialmente nos «geraram», a nós e a todos os outros seres vivos, por mais complexos e bonitos que conheçamos.”
António Coutinho
DESPERTAR PARA A CIÊNCIA 2003, Ciclo de Colóquios Fundação Calouste Gulbenkian
Fundação para a Ciência e a Tecnologia (Ministério da Ciência e do Ensino Superior)
Conferência proferida em 18 de Fevereiro no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian
Extracto retirado das páginas 43 e 44 da 1ª. Edição de Junho de 2005 do livro Despertar para a Ciência As conferências de 2003 da Colecção Ciência Aberta da Gradiva.
Para quem desconhece, António Coutinho é actualmente o Presidente do Instituto Gulbenkian de Ciência, sendo o primeiro cientista português a figurar na lista dos 100 mais citados a nível mundial, mantendo-se nessa posição, o único português, durante vários anos, só recentemente tendo passado a ter a “companhia” de outro português, António Damásio, autor de O Erro de Descartes.
Quis "demonstrar" com as três citações anteriores que o grande motor evolutivo nunca será a SANTA CIÊNCIA, mas o AMOR que, como o demonstra António Coutinho, está inscrito na própria natureza, embora com outros nomes. A SANTA CIÊNCIA incorre frequentemente no PECADO MORTAL DA SOBERBA, não enxergando que A LIBERDADE que Deus nos dá é para ser usada com AMOR e não um fim em si mesmo. Tenhamos assim esperança que a CIÊNCIA perceba, de uma vez por todas, que há limites a serem respeitados e que os fins nunca justificam os meios. HUMILDADE precisa-se!!! E VIVA A CIÊNCIA QUE NÃO É ESCRAVA DE SI PRÓPRIA.