quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

As relações humanas são relações de poder...

Uma vez li num romance da Agustina que as relações de amor, são relações de poder. Lembro-me disto muitas vezes. Eu estenderia isto a todas as relações humanas.... são relações de poder. Infelizmente!

1 comentário:

  1. António Pereira de Carvalho16 de dezembro de 2010 às 10:00

    “Quando tiveres de mandar, não humilhes:
    procede com delicadeza;
    respeita a inteligência e a vontade de quem obedece.”
    Josemaria Escrivá
    (Forja, 727)


    «SEGURO. Entretanto, o Presidente Bruce Buck afirmou que a posição do técnico português não está em risco. “José acredita naquilo que está a fazer e por isso eu não mudaria nada, nem lhe diria para mudar o que quer que seja. Ele é como é e eu gosto disso. É um treinador soberbo, um ser humano muito gentil e virado para a família. Interessa-se realmente pelo bem-estar dos seus jogadores e não os trata como mercadoria. Olha-os como seres humanos e tenta fazer o melhor por eles”, assinalou o “chairman” do clube londrino.»

    VICTOR VAGO Correspondente em Inglaterra.
    Record (pág. 40) – sexta-feira, 10 de Março de 2006


    “Os chefes são canalhas poderosos; os súbditos são canalhas em potência”
    Jacques Vergès


    "Se queres ver o vilão, põe-lhe a vara na mão"
    Provérbio popular


    “Depois de dar uma bronca no funcionário, o chefe diz:
    - Aposto que você gostaria de me ver morto, só para ter o prazer de cuspir na minha sepultura!
    - Não, de modo algum... Odeio filas.”


    “Se sua mulher pedir mais liberdade, compre uma corda mais comprida ou aumente-lhe a área da cozinha”



    Dependendo da perspectiva antropológica, assim se chegará a uma conclusão ou outra.

    Toda a generalização é redutora, perigosa e inexacta.

    Onde exista um ser humano, tudo é possível.

    Se haverá muitos exemplos visíveis de más práticas do PODER, também as haverá em sentido contrário, mas mais discretas, porque aceites e interiorizadas como boas. Lembremo-nos da dsitinção latina entre poder e autoridade, para tudo se tornar mais claro.

    O eterno conflito emtre o BEM e o MAL, também aqui se degladia.

    Seja no "AMOR", seja na gestão da coisa pública, O PODER estará sempre presente como tentação, mas tenho a convicção profunda que só o AMOR, sem aspas, travestido de AUTORIDADE, poderá ser fundador de alguma coisa durável, sólida, estruturante, feliz, construível.

    Também dependendo dos dias poderá o optimismo ou pessimismo antropológico ser maior ou menor.

    Mas, como dizia, Flaubert, "Cuidado com a tristeza. Ela é um vício"

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