Desde há 18 anos, ou seja, numa maioridade, que a França entrou no meu mundo. Conheci na Expo' 98 a mulher da minha vida, e estamos casados há 15. A França, e em particular Paris, tornou-se num lugar comum. Ir lá é uma quase rotina.
Se é certo que a França me invadiu pelo o amor fico triste quando uma minoria - porque é uma minoria - não aceita a nossa vitória. Para eles aquilo era um filme que tinha que ter um final feliz. Paciência. Tivemos um final diferente, à nossa medida. Uma vitória com uma importância fulcral para um povo habituado a ser relegado para outro planos.
Em 2004, em Lisboa, todos nós achávamos que íamos ganhar a taça. Ficámos gregos com a vitória helénica. Moemos a dor e avançamos em frente. Porém, e como disse, há franceses - uma minoria - que não sabe perder, nem entender que até os portugueses podem ganhar a o campeonato europeu, e para tanto inventaram uma petição. São uns tristes e que, como escreveu no seu tempo Séneca, "Devem ser evitados". Nomeadamente "os tristes de que tudo se queixam."
Nota: Alterei o texto. Na primeira verão era demasiado genérico, pondo todos os franceses no mesmo saco. O que não verdade e muito menos justo!
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