Quando foi eleito como sucessor de Bento XVI, e tal como escrevi no Farpas, achei que era velho, pelo que não teria as capacidades, pelo menos físicas, de levar a “bom porto” o seu pontificado. Desde o início, com pequenas atitudes, demonstrou que eu estava enganado.
É verdade que Bento XVI marcou o seu pontificado com uma dinâmica teológica. Ele é um alemão e a frieza do seu pensamento marcou esse tempo.
Com Francisco tudo é diferente. O papa argentino tem dado provas de grande humildade. Assim como tem “oxigenado” a igreja que parecia estar numa imensa letargia. Hoje, num encontro com sacerdotes, ele deu um bom exemplo ao romper com outro tabu da igreja quando pediu que os divorciados e as uniões de facto "se sientan como en casa" en los establecimientos católicos. Com esta atitude (na sequência do que já tinha feito) ele deu um extraordinário “passo para a humanidade “!
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