Algures em 2011 escrevi aqui neste blog que não havia nada de bom no horizonte do Egipto para lá de Hosni Mubarak. Quando caiu Hosni Mubarak antevi que o Egipto ia cair nas mãos dos fundamentalistas islâmicos de onde não se libertaria tão cedo. Aí está o que era previsível. A Irmandade Muçulmana acusou o Exército de criar todas as condições para que o Egipto vá pelo caminho da Síria e fique, em breve, mergulhado numa guerra civil.
Fui ao Egipto em 2004, quando o Egipto ainda era o país dos Faraós, do Nilo, da Agatha Christie, das Pirâmides, do Mar Vermelho. Longe vão esses tempos. Assim se perde o contacto com um dos países mais exóticos do mundo, com uma arqueologia e história únicas. Um verdadeiro património da humanidade.
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