Depois de ter ouvido Portas a citar Sá Carneiro ganhei mais um cromo para a minha caderneta. Chamo ao post,, como o faço habitualmente quando cito alguém já desaparecido, de" Escrito da pedra". Até porque, se há um responsável por esta crise e que, portanto, deveria ser levado à pedra é ele mesmo: O ministro que deixou de ser para voltar a sê-lo!
Paulo Portas citou o histórico líder social-democrata quando este afirmou: "Primeiro, Portugal; depois, o partido; por fim, a circunstância pessoal de cada um de nós". É pena que usem Carneiro só para as circunstâncias e não como sinónimo do que vos falta em demasia!
Portas perdeu o tino... mas ao fim e ao cabo estudou a lição. Leu o mestre!
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