Eu diria que o homem se limita a verbalizar publicamente, porque isso lhe é possível, algo que deveria ser evidente para todos nós: é inaceitável que um país reduza à insignificância o dia que é identificado com a ideia de independência nacional.
Não se diga que essa independência poderá sempre ser comemorada, mesmo não sendo o dia feriado. Mais não seja porque o mesmo se poderia dizer do significado associado aos dias 25 de Abril e um de Maio ( e nesses é que eu queria ver tocar!). E se acaso o povo aproveita esse dia para nada fazer, para lá de se arrastar pelos centros comerciais, o problema não é nem do dia, nem do que nele se comemora. Antes do embrutecimento sem fundo da população, metodicamente servido, aliás, pelo estado.
Mas não espanta. Já nada espanta num país que passou em meses de uma criminosa ilusão de riqueza que mal disfarçava um nepotismo sem ponta de vergonha, para um período, devastadoramente longo de masoquismo alegadamente purificante, administrado por um grupo de sacerdotes de um culto desprovido de humanidade e apostado em condenar, como desígnio divino o povo à miséria e deixar em sossegada impunidade aqueles que aqui nos trouxeram.
Eu diria que o homem se limita a verbalizar publicamente, porque isso lhe é possível, algo que deveria ser evidente para todos nós: é inaceitável que um país reduza à insignificância o dia que é identificado com a ideia de independência nacional.
ResponderEliminarNão se diga que essa independência poderá sempre ser comemorada, mesmo não sendo o dia feriado. Mais não seja porque o mesmo se poderia dizer do significado associado aos dias 25 de Abril e um de Maio ( e nesses é que eu queria ver tocar!). E se acaso o povo aproveita esse dia para nada fazer, para lá de se arrastar pelos centros comerciais, o problema não é nem do dia, nem do que nele se comemora. Antes do embrutecimento sem fundo da população, metodicamente servido, aliás, pelo estado.
Mas não espanta. Já nada espanta num país que passou em meses de uma criminosa ilusão de riqueza que mal disfarçava um nepotismo sem ponta de vergonha, para um período, devastadoramente longo de masoquismo alegadamente purificante, administrado por um grupo de sacerdotes de um culto desprovido de humanidade e apostado em condenar, como desígnio divino o povo à miséria e deixar em sossegada impunidade aqueles que aqui nos trouxeram.
Costa
Isso então era o descrédito de Ribeiro e Castro....
ResponderEliminar