No livro que escrevi sobre a guerra de bastidores no BCP, em 2008, descrevia Carlos Tavares, presidente da CMVM, como um Zorro. Ora aqui está a comprovação do espírito de defensor dos pobres e fracos:
"Só os accionistas que tinham acções até à divulgação dos resultados da oferta pública de aquisição lançada pela Tagus poderão vir a receber uma contrapartida financeira na saída de bolsa da Brisa". Isto significa que os investidores, como ‘hedge funds', que entraram na Brisa após o fim da OPA na expectativa de receber essa contrapartida, poderão ficar de mãos vazias.
Carlos Tavares obriga os Mellos e o fundo Arcus a pagarem o mesmo preço da OPA aos "esquecidos" de dar ordem de venda durante a OPA, e fecha o saco dos especuladores que andam atrás de obter lucros à conta de um direito de quem tinha acções poder vender, quando já não há alternativa.
Bem Mr. Tavares
Não tinha lá grande impressão deste Senhor.
ResponderEliminarPelos vistos estava enganado. Excelente decisão!
Eu não fui um dos "esquecidos". Não concordei foi com o valor oferecido pelas acções da brisa. Penso que as acções deviam continuar na bolsa. Várias vezes são mais transacionadas que muitas do PSI20.
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