quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Carlos Tavares é uma espécie de Zorro


 


No livro que escrevi sobre a guerra de bastidores no BCP, em 2008, descrevia Carlos Tavares, presidente da CMVM, como um Zorro. Ora aqui está a comprovação do espírito de defensor dos pobres e fracos: 


"Só os accionistas que tinham acções até à divulgação dos resultados da oferta pública de aquisição lançada pela Tagus poderão vir a receber uma contrapartida financeira na saída de bolsa da Brisa". Isto significa que os investidores, como ‘hedge funds', que entraram na Brisa após o fim da OPA na expectativa de receber essa contrapartida, poderão ficar de mãos vazias.


Carlos Tavares obriga os Mellos e o fundo Arcus a pagarem o mesmo preço da OPA aos "esquecidos" de dar ordem de venda durante a OPA, e fecha o saco dos especuladores que andam atrás de obter lucros à conta de um direito de quem tinha acções poder vender, quando já não há alternativa.


Bem Mr. Tavares

2 comentários:

  1. Não tinha lá grande impressão deste Senhor.
    Pelos vistos estava enganado. Excelente decisão!

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  2. Eu não fui um dos "esquecidos". Não concordei foi com o valor oferecido pelas acções da brisa. Penso que as acções deviam continuar na bolsa. Várias vezes são mais transacionadas que muitas do PSI20.

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