“A elite local envergonhava a República Dominicana”.
Diário de Notícias, 28 de Janeiro de 2001 (FAZ DE CONTA “Guia de Portugal”) Vasco Pulido Valente
“Temos pouca gente decente em Portugal.”
Jornal de Negócios, sexta-feira, 27.8.2010 Weekend, págs. 4 a 11 Entrevista a Anabela Mota Ribeiro Miguel Veiga
“... Era um homem com referências éticas, um homem limpo, decente. Tenho andado a trabalhar num conceito que é desconhecido em Portugal, ou pelo menos pouco praticado: a decência.” Explique lá isso. “É a tradução em calão português do maior conceito de cidadania anglo-saxónico, decency. Não vamos entrar no reino das nuvens, das grandes frases e da retórica. Uma das primeiras manifestações da decency é o trabalho competente. Aqui, quando se fala num tipo decente, é um tipo que lava as mãos ou outra coisa no bidé todos os dias. Um conceito de higiene física. Temos pouca gente decente em Portugal. É um dos falhanços do 25 de Abril, que trouxe tantas coisas, mas que nunca conseguiu criar um conceito de cidadania e de decência para a generalidade das pessoas. ...”
O último ACT OF GOD que Portugal sofreu foi em 1755. Já tivemos tempo para recuperar, parece-me. Assim, se Portugal chegou à situação a que chegou, tal deve-se em exclusivo aos índígenas, com particulares e quase exclusivas responsabilidades para as "lideranças" de não nobre povo.
E sugiro que tenham cuidado com as Vossas propostas. Se ouvirem alguma sirene junto de Vós é muito possível que seja uma asséptica ambulância pronta para Vos levar junto de um reputado clínico, a fim de ser analisada a Vossa capacidade mental. E sorte terão se forem dados como inimputáveis!!!
“A elite local envergonhava a República Dominicana”.
ResponderEliminarDiário de Notícias, 28 de Janeiro de 2001 (FAZ DE CONTA “Guia de Portugal”) Vasco Pulido Valente
“Temos pouca gente decente em Portugal.”
Jornal de Negócios, sexta-feira, 27.8.2010
Weekend, págs. 4 a 11
Entrevista a Anabela Mota Ribeiro
Miguel Veiga
“... Era um homem com referências éticas, um homem limpo, decente. Tenho andado a trabalhar num conceito que é desconhecido em Portugal, ou pelo menos pouco praticado: a decência.” Explique lá isso. “É a tradução em calão português do maior conceito de cidadania anglo-saxónico, decency. Não vamos entrar no reino das nuvens, das grandes frases e da retórica. Uma das primeiras manifestações da decency é o trabalho competente. Aqui, quando se fala num tipo decente, é um tipo que lava as mãos ou outra coisa no bidé todos os dias. Um conceito de higiene física. Temos pouca gente decente em Portugal. É um dos falhanços do 25 de Abril, que trouxe tantas coisas, mas que nunca conseguiu criar um conceito de cidadania e de decência para a generalidade das pessoas. ...”
O último ACT OF GOD que Portugal sofreu foi em 1755. Já tivemos tempo para recuperar, parece-me. Assim, se Portugal chegou à situação a que chegou, tal deve-se em exclusivo aos índígenas, com particulares e quase exclusivas responsabilidades para as "lideranças" de não nobre povo.
E sugiro que tenham cuidado com as Vossas propostas. Se ouvirem alguma sirene junto de Vós é muito possível que seja uma asséptica ambulância pronta para Vos levar junto de um reputado clínico, a fim de ser analisada a Vossa capacidade mental. E sorte terão se forem dados como inimputáveis!!!
"de TÂO nobre povo".
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