Geração à rasca:
Nasce o manifesto:
Manifesto
Nós, desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal.
Nós, que até agora compactuámos com esta condição, estamos aqui, hoje, para dar o nosso contributo no sentido de desencadear uma mudança qualitativa do país.
Já vêm tarde, diria eu. Pois agora já nada cabe a este Governo decidir. A partir deste ponto depende totalmente da Europa e da cimeira de Março.
O FMI está à porta.... já nada, mesmo nada mudará essa realidade. Reparem em como o Governo anunciou um corte sem precedentes no défice, e mesmo assim os juros das obrigações do tesouro atingiram os 7,4%.
Eu era dessa famigerada geração rasca e à rasca. Mais continua enrascada até ao tutano - eu pelo menos sinto-me assim!
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