quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Não mata, mas devia!


 


Há cerca de um ano desloquei-me a Lisboa, e fui como habitualmente ver as novidades e, em particular,  comprar um livro de Oscar Wilde que procurava ler fazia bastante tempo. Procurei, procurei e nada. Pedi ajuda. Disse o que queria. A menina procurou na base de dados, colocou o nome da obra em questão, De Profundis, e uns segundos depois atónita, interrogou-me: sabe... que isso está na literatura gay? E seguramente terá sussurrado: "Vade retro Satanás"!


Aqui, nesta lojeca,  os estigmas são mais importantes que o valor intrínseco da obra. Foi ridículo. Dum ridículo que não mata, mas devia!


 


Mais nada!

1 comentário:

  1. Concordo. Se há coisa que me encanita é esta mania da FNAC criar um departamento gay... please. O que é isso? É alguma área científica? Temos a secção economia/gestão; a secção história; a secção psicologia e a secção gay....

    É assim tipo parteleira de supermercado... secção das massas; secção dos vinhos...

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