Na sequência da última edição do Expresso, “O FMI já não vem", e que mereceu como sempre a agudeza de espírito que a Maria Teixeira Alves já nos habituou, ela escreveu: “FMI já não vem.... mas desenganem-se aqueles que respiram de alívio. Porque vem aí a Alemanha e o poder germânico é imponente. Portugal vai abdicar da sua soberania em matérias que tenham a ver com as Finanças Públicas (e bem, pois já demonstraram que não as sabem gerir) e não só. Portanto vem aí um FMI de saias (Angela Merkel” [ler aqui].
Dito isto, serve este complemento para demonstrar como no nosso continente, as suas gentes são divergentes – de “campeonatos diferentes”. Uma boa explicação está na forma como os europeus constroem as suas casas de banho[1] e, deste modo, lidam com a caca. Efectivamente, entre as três grandes potências europeias – Alemanha, França e Inglaterra – todos tem uma concepção própria de casa de banho que, de per si, traduz “(…) uma certa percepção ideológica da maneira como o sujeito deverá relacionar-se com o desagradável excremento.“ Reflexo do “conservadorismo alemão, o radicalismo francês e o liberalismo moderado inglês.”
Quanto ao que nos interessa fiquemo-nos pelas latrinas germânicas: “Nas casas de banho alemães tradicionais, o buraco é lateral, de tal maneira que o cocó começa por ser exibido aos nossos olhos para melhor poder ser farejado e inspeccionado em vista da eventual detecção de alguns índicios de má saúde”. Ora, Tal concepção sanitária germânica permite, por um lado, como observou Erica Jong “ (…) compreender os horrores do Terceiro Reich. Os povos que são capazes de construir casas de banho semelhantes são capazes seja do que for”. E, por outro, no que nos diz respeito, salvar as finanças portuguesas… mesmo que, a bem da nação, tenhamos que“cagar" pró lado”!!!
Genial
ResponderEliminar