quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A vez de Riad

Interessante esta notícia do diário britânico "The Times": O rei Abdullah, da Arábia Saudita, disse aos Estados Unidos que se Washington tentasse retirar do poder o presidente egípcio, Hosni Mubarak, o governo de Riad se encarregaria de assegurar apoio ao regime.


 


A Arábia Saudita está especialmente preocupada com a perda de aliados para contrariar a influência regional do Irão. Os Estados Unidos, assim como a Arábia, temem um Irão nuclear. 


 


Isso é mais importante para este país árabe do que o chamado “efeito dominó” em que as razões de revolta como o desemprego e os preços altos e o efeito da queda de Ben Ali na Tunísia poderiam causar revoltas sociais nos países da região. A Reuters diz que o regime tem petrodólares suficientes para aliviar as tensões sociais.
Segundo as notícias, o apoio saudita deu força a Omar Suleiman, o vice-presidente que tomou as rédeas à situação no país apesar de Mubarak se manter no cargo, contra a expectativa dos egípcios que estão comovidos com o momento histórico que o Egipto está a viver.

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