sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Tome uma pastilha, que isso passa!


"Pertenço a uma raça de homens que paga o que deve"!


Pedro Passos Coelho


 


O nosso Primeiro-Ministro anda azedo e a precisar de algo para lhe adoçar a azia. Ele não disse nada do outro mundo, já que todos nós (com as excepções de situações de incumprimento) pagamos as nossas dívidas. O problema é outro: que hajam uma almas (a Troika) que nos digam o que e como o fazer. Só isso!

2 comentários:

  1. Mas querias que a troika mandasse 78 mil milhões e depois não controlasse as contas públicas?

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    1. Quando fazes um empréstimo o teu banco também vai gerir a tua vida?

      No fundo (reconheço) eles até tem razão. Os romanos até já diziam não se governam nem se deixam governar.

      É, por um lado, uma questão de orgulho nacional. Mas é, também, a meu ver, uma questão de inércia política. Eles não sabem (se calhar) não querem cortar onde deviam, nos poderes estabelecidos: nas contas do Estado.
      Agora por falar em inércia: o que eles tem feito ao mundo fundacional - a par de algum jornalismo - até parece (e eu sei do que falo) uma caça às bruxas. O governo misturou tudo no mesmo saco (Fundações privadas, publico-privadas e públicas) e depois não se entendem.
      Vê o exemplo da Fundação de Casa de Mateus. Foi a melhor classificada e, não obstante, cortaram o subsídio. Que basicamente é o montante do Prémio D. Diniz.
      O que vale ser bem classificado se o resultado é cortar no subsídio? O estado deveria acabar com os apoios a que gere mal o dinheiros públicos. Logo não será o caso dessa fundação. Porque caso fosse teria um pior resultado!
      A lógica do estado é cortar onde podem e não onde devem.

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