Se não me engano há um termo que caracteriza psicologicamente os reféns, ou seja, de quem foi vítima de sequestro. É o Síndrome de Estocolmo! Porém o termo refém não se aplica só a situações de sequestro. No sentido político ser refém é ter as mãos presas, de estar à condição. Os portugueses em geral e os partidos políticos em particular são reféns da difícil situação económica e financeira que se vive. Enquanto os primeiros tentam sobreviver e os segundos, que deveriam ser poços de virtudes, tem que encontrar soluções que minimizem os problemas dos cidadãos. Não devendo haver portanto margem de manobra. Há que apertar o cinto: seja por necessidade, seja por exemplo. Serve isto para demontrar o meu estado de choque quando soube da compra de automóveis de alta cilindrada (Audis) pelo Grupo Parlamentar do PS. Por outro, como se não bastasse, serve este post, para lamentar as palavras inoportunas de Carlos Zorrinho: “Quem quer uma democracia sem custos, o que verdadeiramente deseja é uma não democracia.”!
Cambada de sacanas. Estes nunca me enganaram. Ou melhor enganaram mas mudei de rumo. Sou dos outros.
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