terça-feira, 23 de outubro de 2012

Now you´re just somebody that I used to know


You can get addicted to a certain kind of sadness
Like resignation to the end, always the end
So when we found that we could not make sense
Well you said that we would still be friends
But I'll admit that I was glad that it was over





Now you're just somebody that I used to know


1 comentário:

  1. António Pereira de Carvalho23 de outubro de 2012 às 16:31

    Prefiro isto!!!

    "Ideal"

    Onde moras? Onde moras?

    Se adivinhasse onde moras
    Em frente da tua porta,
    Olhando a tua janela,
    Veria passar as horas,

    As minhas últimas horas.
    Sem ti a vida que importa?
    A vida, nem penso nela...
    Veria passar as horas,

    As minhas últimas horas,
    Em frente da tua porta,
    Olhando a tua janela...

    Onde moras? Onde moras?

    É num castelo roqueiro?

    Se é num castelo roqueiro,
    Erguido na penedia,

    Sobre o rochedo mais alto
    À beira-mar sobranceiro,
    Com a minha fantasia

    Irei tomá-lo de assalto,
    Esse castelo roqueiro,
    Erguido na penedia,

    Sobre o rochedo mais alto,
    À beira-mar sobranceiro...

    É nos abismos do mar?

    Se é nos abismos do mar,
    Sob a múrmura corrente,
    No teu leito de amaranto

    Irei também descansar,
    Ficando perpetuamente
    Naquele perpétuo encanto
    Do Rei Hárald Horfagar...
    No teu leito de amaranto
    Irei também descansar,
    Naquele perpétuo encanto
    Do Rei Hárald Horfagar.

    É numa estrela, ilha de ouro?

    Se é numa estrela, ilha de ouro,
    A Via-láctea é uma ponte,
    Subirei por ela ao céu...

    Para achar o meu tesouro

    Não há remoto horizonte,

    Nem Sagitário ou Perseu...

    Onde moras? Onde moras?

    Se adivinhasse onde moras

    Em frente da tua porta,
    Olhando a tua janela,

    Veria passar as horas,

    As minhas últimas horas.
    Sem ti a vida que importa?
    A vida, nem penso nela...
    Veria passar as horas,

    As minhas últimas horas,
    Em frente da tua porta,

    Olhando a tua janela
    Numa extasiada emoção.
    Diz-me pois onde moras,
    Se porventura não moras
    Dentro do meu coração...

    António Feijó

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