«Quero, em meu nome pessoal e do Município de Lisboa, apresentar desculpas pelo muito desagradável incidente ocorrido no içar da bandeira nacional na varanda dos Paços do Concelho.
[...] Estou certo que resultou de um lapso involuntário de quem embainhou a bandeira e de que não demos conta de imediato. Em qualquer caso, cumpre-me assumir as responsabilidades pelo ocorrido, e expressar-lhe quanto lamento o incómodo causado a V. Exa., que foi totalmente alheio ao erro cometido».
Eu ontem evoquei o incidente da bandeira nacional içada ao contrário como metáfora dos tempos que vivemos. Hoje volto ao mesmo assunto porque António Costa esteve particularmente bem ao penetenciar-se com o erro ocorrido nas comemorações oficiais do 5 de Outubo. De facto, não custa mesmo nada!
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