Há um Freitas do Amaral histórico que tinha um coração que batia à direita. Hoje há um Freitas do Amaral em que o coração bate à esquerda.
Este " eletrocardiograma político" é a (minha) interpretação óbvia da notícia segundo a qual ele sugere que haja "uma “tributação especialmente pesada para quem ganha mais de dez mil euros por mês, já que “todos têm de contribuir para pagar a crise, não podem ser só as pessoas da classe média”!
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