Falta o clássico To be or not to be... Mas a questão é outra: quem fez esta imagem esqueceu-se da maior questão existencialista de todos os tempo (ou pelo menos uma das maiores). Porque a maior referência existencialista da história é o oráculo do Templos de Delfos: "conhece-te a ti mesmo", à qual o filósofo contrapõe com o clássico "eu só sei que nada sei"!
Concordo: o conhecimento é vital à existência. Não só através do uso da razão, mas também através dos sentidos. Nomeadamente a visão. Depois é que funciona a razão! Vemos, assimilamos o vimos e constrói-se um juízo do que vimos e, à posterior, através da experiência, fazemos leis ou (para muitos) leis.
Falta o clássico To be or not to be... Mas a questão é outra: quem fez esta imagem esqueceu-se da maior questão existencialista de todos os tempo (ou pelo menos uma das maiores). Porque a maior referência existencialista da história é o oráculo do Templos de Delfos: "conhece-te a ti mesmo", à qual o filósofo contrapõe com o clássico "eu só sei que nada sei"!
ResponderEliminarConcordo: o conhecimento é vital à existência. Não só através do uso da razão, mas também através dos sentidos. Nomeadamente a visão. Depois é que funciona a razão! Vemos, assimilamos o vimos e constrói-se um juízo do que vimos e, à posterior, através da experiência, fazemos leis ou (para muitos) leis.
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